O que é Burnout? Entenda esse problema comum entre os jovens

O que é Burnout: uma mulher sentada em frente ao computador com as mãos no rosto.

Você sabe o que é Burnout? É um estado de cansaço, estresse e desânimo contínuo, seja com o trabalho, escola ou a vida pessoal. Isso pode fazer mal para a saúde, humor, rendimento e felicidade.

Essa condição é mais comum entre os jovens, que têm que lidar com muitas cobranças, expectativas e desafios. Mas ele não é uma exclusividade dessa faixa etária. Qualquer pessoa que se sinta sobrecarregada, desvalorizada ou sem controle sobre sua vida pode entrar em Burnout.

Por isso, é importante ficar atento aos sinais, às causas e às formas de prevenir e tratar esse problema. Neste artigo, você aprenderá mais sobre sua definição, como a síndrome afeta os jovens e o que fazer para evitar ou superar esse estado!

Definição de Burnout

Burnout é uma síndrome que atinge pessoas que sofrem com o excesso de trabalho, pressão, cobrança, competitividade e se sentem esgotadas física e emocionalmente por causa disso.

A síndrome de Burnout tem três características principais:

  • exaustão: a pessoa se sente cansada o tempo todo, sem disposição para realizar suas atividades, seja no trabalho ou na vida pessoal. Ela pode ter problemas de saúde, como insônia, má alimentação ou doenças físicas;
  • despersonalização: a pessoa se torna fria, indiferente e distante dos outros, especialmente dos colegas de trabalho, clientes ou pacientes. Ela pode tratar as pessoas com ironia, sarcasmo ou agressividade, e perder o senso de humor e a empatia;
  • falta de realização: a pessoa se sente insatisfeita, frustrada e incompetente no trabalho, e acha que não faz nada de bom ou de útil. Ela pode ter baixa autoestima, sentimentos de fracasso e de culpa, e até pensar em desistir da profissão.

O Burnout também pode causar vários sinais e sintomas, como:

  • dor de cabeça, dor muscular, dor de estômago, pressão alta, problemas cardíacos ou respiratórios;
  • ansiedade, irritabilidade, tristeza, apatia, isolamento, negatividade, pessimismo, desesperança;
  • dificuldade de concentração, de memória, de raciocínio, de criatividade, de tomada de decisão;
  • alteração no apetite, no sono, na libido, no ciclo menstrual;
  • comportamento de risco, como consumo de álcool, drogas, cigarro, ou envolvimento em acidentes, brigas, conflitos;
  • síndrome de Burnout ou tentativas de suicídio.

A síndrome pode ser diagnosticada e tratada por um psicólogo ou um psiquiatra, que podem oferecer apoio emocional, orientação, terapia e medicação, se necessário.

Causas do Burnout em Jovens

Diversos fatores podem contribuir para os jovens desenvolverem o Burnout, entre eles:

  • Carga de trabalho excessiva: quando você tem mais trabalho do que tempo para fazer. Isso pode acontecer na escola, na faculdade ou no emprego, quando você precisa entregar vários projetos, provas e trabalhos na mesma semana, ou quando você tem que cumprir metas e prazos muito apertados;
  • Falta de controle: ao experimentar uma sensação de impotência em relação ao trabalho ou ambiente. Isso pode se manifestar quando não há a possibilidade de escolher as tarefas a serem realizadas, falta autonomia para tomar decisões ou quando se percebe a ausência de voz para expressar opiniões e necessidades;
  • Expectativas irreais: quando você tem uma visão pouco realista de desempenho, de você mesmo ou dos outros. Isso pode acontecer quando você quer ser perfeito em tudo que faz, quando você se compara com os colegas ou com padrões inatingíveis, ou quando você acha que nunca é bom o suficiente;
  • Estratégias de afrontamento deficientes: quando você não sabe lidar com o estresse e a frustração de forma saudável. Isso pode acontecer quando você não tem passatempos, quando você não pratica atividades físicas, quando você não busca apoio social, ou quando você recorre a substâncias como álcool ou droga;
  • Pouca tolerância ao estresse e frustração: quando você tem dificuldade para aceitar e superar os desafios e obstáculos que surgem no caminho. Isso pode acontecer quando você se sente derrotado diante de um erro, de uma crítica ou de uma rejeição.

É importante ressaltar que essas causas variam de pessoa para pessoa e dependem de diversos fatores, como personalidade, história de vida, valores e crenças individuais.

Fatores de Risco

Existem vários fatores que podem contribuir para o surgimento do Burnout. Falaremos de alguns dos mais comuns:

Pressão acadêmica

Sabe aquela sensação de que você tem que estudar o tempo todo, fazer mil provas, trabalhos, projetos e ainda cumprir os prazos? Pois é, isso pode gerar estresse nos estudantes, que podem se sentir sufocados, nervosos e sem ânimo.

E não para por aí! Ainda tem a competição por notas, bolsas, vagas e reconhecimento, que pode mexer com a autoestima e a confiança dos alunos. Um exemplo de pressão acadêmica é o vestibular, que exige muito dos candidatos, que podem ficar frustrados se não conseguirem o que queriam.

Pressão social

Você já se pegou comparando a sua vida com a dos outros e se sentindo mal? Pois é, isso pode acontecer quando vivemos em uma sociedade que impõe padrões de beleza, sucesso, felicidade e consumo, que nem sempre são realistas ou possíveis.

A influência das redes sociais, que mostram uma versão editada da vida das pessoas, também pode aumentar a pressão social e a cobrança por ser perfeito em tudo. Um exemplo de pressão social é a busca por um corpo magro e sarado, que pode levar as pessoas a fazerem loucuras, como dietas malucas, exercícios exagerados e até cirurgias plásticas.

Pressão profissional

Você já experimentou aquela exaustão tão intensa no trabalho que simplesmente perdeu a motivação para comparecer? É compreensível, pois essa sensação muitas vezes surge quando a carga de trabalho é excessiva, somada a inúmeras responsabilidades, metas, demandas e expectativas. Esse acúmulo de pressões pode resultar em um estresse avassalador para os profissionais, levando-os a se sentirem esgotados, desmotivados e com baixa produtividade.

E não é só isso, ainda tem a falta de reconhecimento, apoio, autonomia e feedback, que pode afetar a motivação e o engajamento dos trabalhadores. Um exemplo de pressão profissional é o assédio moral, que consiste em humilhar, intimidar, ofender ou desrespeitar um funcionário, podendo causar danos à sua saúde mental e física.

Esses são alguns dos fatores de risco que podem levar ao Burnout, mas existem outros, como problemas familiares, conflitos interpessoais, falta de diversão, hobbies e descanso, entre outros.

Impacto do Burnout na vida dos jovens

O Burnout é um problema que afeta a vida de muitos jovens, causando doenças, baixa autoestima, desinteresse, baixo rendimento e dificuldade de enfrentar os problemas.

Outra coisa que pode causar Burnout nos jovens é ser chefe muito cedo. Um estudo da MetLife mostrou que os chefes da geração millenial sofrem mais de Burnout do que os chefes de outras gerações.

Isso acontece porque eles trabalham demais e têm muitas responsabilidades. Além disso, também precisam cuidar dos pais, dos filhos e de si. Isso gera muito estresse, ansiedade e frustração, que podem levar ao Burnout.

Prevenção ao Burnout

Para evitar ou superar o Burnout, é preciso se cuidar. Algumas dicas são: dormir bem, comer bem, fazer exercícios, relaxar, se divertir, ter amigos e se conhecer. Assim, eles podem ter mais saúde, felicidade e qualidade de vida. Lembre-se: você é mais do que seu trabalho ou seu estudo. Você também precisa se amar e ser feliz.

Como buscar ajuda e apoio

Para buscar ajuda e apoio para lidar com o Burnout, é importante reconhecer os sinais da doença e procurar um profissional de saúde, como um psicólogo ou psiquiatra, que faça o diagnóstico e oriente o tratamento adequado. 

O tratamento envolve terapia cognitivo-comportamental, técnicas de relaxamento, exercícios físicos, uso de medicamentos antidepressivos e mudanças no estilo de vida.

Além disso, é fundamental buscar apoio de amigos, familiares e colegas de trabalho, que consigam oferecer suporte emocional, compreensão e ajuda prática. Também é recomendado cultivar hábitos saudáveis, como se alimentar de forma equilibrada, evitar o consumo de álcool e outras drogas, definir limites e objetivos realistas, e evitar o contato com pessoas negativas ou que gerem conflitos.

Como vimos ao longo do texto, o Burnout é provocado por situações de estresse prolongado, especialmente no ambiente de trabalho, onde as pessoas enfrentam exigências excessivas, conflitos, pressão e falta de reconhecimento. 

Essas condições podem levar a um desgaste profundo, que prejudica a saúde, o bem-estar, o desempenho e as relações interpessoais das pessoas que sofrem dele.

Esse tema é muito relevante para os jovens por estarem expostos a diversas fontes de pressão e cobrança, tanto no âmbito acadêmico quanto profissional. Além disso, eles vivem em um contexto de alta competitividade, incerteza, instabilidade e mudanças constantes, que podem gerar ansiedade, frustração e desgaste.

Nesse sentido, é fundamental entender o que é Burnout, saber como identificar e lidar com ele, e buscar uma vida mais equilibrada e saudável.

Esperamos que este conteúdo tenha sido útil e esclarecedor para você. Se gostou, não deixe de seguir a Valem no Instagram, onde você encontrará mais dicas, informações e novidades sobre saúde e muito mais!

Atestado de Acompanhamento: o que é e quem tem direito

Atestado de Acompanhamento

O atestado de acompanhamento ou acompanhante é um documento que garante o direito dos trabalhadores de se ausentarem do trabalho para acompanhar familiares ou pessoas próximas que vivem de cuidados especiais. 

Apesar de ser um direito previsto por lei, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como ele funciona. 

Neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre o atestado de acompanhante. Você vai entender quem tem direito a esse documento, quais são as diferenças entre o atestado de acompanhante e o atestado médico tradicional e muito mais. Boa leitura!

O que é Atestado de Acompanhamento

Um atestado de acompanhamento é um documento que comprova a necessidade de uma pessoa acompanhar outros em momentos específicos, como em consultas médicas, exames ou cirurgias

O documento deve conter algumas informações como:

  • o nome e o número de identificação do paciente;
  • o nome e o grau de parentesco ou relação do acompanhante com o paciente;
  • o tipo de procedimento que será realizado; 
  • a duração prevista do acompanhamento. 

Para solicitar o atestado de acompanhante, é preciso verificar a necessidade de acompanhamento por meio de um laudo médico ou de um parecer emitido por um assistente social.

Quem tem direito ao atestado de acompanhamento

O atestado de acompanhante é um direito garantido por lei a determinados grupos de pessoas. 

Ou seja, ele pode ser solicitado por pacientes que permaneceram de suporte emocional e físico durante procedimentos médicos, por exemplo, pessoas com deficiência, idosos, gestantes, crianças e pacientes em estado grave

É importante ressaltar que cada instituição pode ter suas próprias regras e exigências em relação ao atestado de acompanhamento. Por isso, é recomendável verificar com antecedência as informações necessárias para a sua garantia.

Para que serve o atestado de acompanhante?

O atestado de acompanhante é usado para garantir que o paciente tenha um suporte emocional e físico durante o procedimento, além de ajudar a diminuir a ansiedade e o estresse. 

Nesse sentido, o objetivo é garantir que esses pacientes recebam um tratamento mais humanizado e tenham uma assistência necessária para lidar com situações difíceis.

Diferenças entre o atestado médico de acompanhante e o atestado tradicional

Embora sejam parecidos em alguns aspectos, existem diferenças importantes entre o atestado médico de acompanhante e o atestado tradicional. 

O atestado médico é um documento utilizado para justificar a ausência do paciente em atividades profissionais ou escolares devido a um problema de saúde. 

Já o atestado de acompanhante serve para comprovar a necessidade de uma pessoa acompanhar o paciente em momentos específicos, como consultas médicas, exames ou cirurgias.

Outra diferença importante é que o atestado médico é emitido pelo médico responsável pelo tratamento do paciente, enquanto o atestado de acompanhante pode ser emitido por um assistente social ou por uma equipe multidisciplinar

Além disso, o atestado médico pode ter uma validade determinada pelo médico, enquanto o atestado de acompanhante deve especificar a data e a duração prevista do acompanhamento.

O que a CLT diz sobre o Atestado de Acompanhante

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é a legislação que regulamenta as relações trabalhistas no Brasil e também aborda o tema do atestado de acompanhante. 

De acordo com a CLT, os trabalhadores têm direito a se ausentar do trabalho por até dois dias consecutivos em caso de falecimento de parentesco, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que vive sob sua dependência econômica. 

Além disso, a lei também prevê a possibilidade de afastamento em caso de necessidade de acompanhamento de pessoa com deficiência, mediante comprovação por meio de atestado médico.

Dessa forma, fica garantido ao trabalhador o direito de se ausentar do trabalho para acompanhar um parente ou pessoa dependente em momentos de necessidade, sem remuneração salarial.

Perguntas Frequentes

Antes de finalizar o conteúdo, separamos algumas das dúvidas mais frequentes sobre o atestado de acompanhante. Confira!

O atestado de acompanhamento abona faltas no trabalho?

Uma dúvida comum em relação ao atestado de acompanhante é se ele abona faltas no trabalho. 

De acordo com a CLT, os trabalhadores têm direito de se ausentar do trabalho por até dois dias consecutivos em caso de falecimento de parentesco, mediante comprovação por meio de atestado médico. 

Dessa forma, o atestado de acompanhante pode ser utilizado para justificar a ausência do trabalhador em casos específicos, mas é importante verificar com a empresa as políticas de faltas e afastamentos para garantir que o atestado seja aceito.

Em alguns casos, uma empresa pode exigir um prazo mínimo de aviso prévio ou solicitações que o atestado seja emitido por um médico conveniado.

O médico é obrigado a dar o atestado de acompanhante?

Outra dúvida recorrente em relação ao atestado de acompanhante é se o médico é obrigado a emitir esse tipo de documento.

De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), não há uma obrigatoriedade legal para a emissão do atestado de acompanhante, pois essa é uma decisão que cabe ao médico responsável pelo tratamento do paciente.

Em alguns casos, uma equipe multidisciplinar responsável pelo paciente pode ser a responsável pela emissão do atestado de acompanhante, com base em estimativas médicas e sociais. 

Por isso, é recomendável verificar com uma instituição de saúde ou com uma equipe de atendimento quais são os procedimentos para a obtenção desse tipo de atestado.

A CLT estabelece o direito à falta para acompanhamento até que idade do filho?

De acordo com a legislação, os trabalhadores têm direito a se ausentar do trabalho por até dois dias consecutivos em caso de necessidade de acompanhamento de filhos menores de idade.

No entanto, não há uma idade máxima estabelecida pela CLT para esse direito. Isso significa que os trabalhadores podem solicitar o afastamento para acompanhar filhos de qualquer idade, desde que comprovem a necessidade de acompanhamento. 

Em casos de filhos com necessidades especiais, por exemplo, o afastamento pode ser solicitado por tempo indeterminado, mediante comprovação por meio de atestado médico.

A empresa é obrigada a aceitar o atestado de acompanhamento?

O atestado médico tem validade legal. Portanto, a empresa é obrigada a aceitá-lo como comprovação da ausência do trabalhador em caso de necessidade de acompanhamento de um familiar.

No entanto, é importante que o atestado esteja dentro das normas protegidas pela legislação e que ateste a necessidade de acompanhamento. 

Se você chegou até aqui, com certeza já deve ter entendido o que é o Atestado de Acompanhante e todos os processos burocráticos que acompanham esse tema. Antes de ir, acesse o blog da Valem para mais conteúdos ricos relacionados à saúde. Até a próxima!

Produtividade Tóxica: o que é e quais são os riscos

produtividade tóxica

Muito se fala sobre formas de ser uma pessoa mais produtiva no trabalho, mas é essencial entender os limites que isso implica. Um fenômeno cada vez mais comum entre trabalhadores é a dedicação exclusiva ao trabalho em detrimento da vida pessoal e da saúde mental. Estamos falando da produtividade tóxica, que deve ser uma grande preocupação entre as empresas. Continue a leitura para conhecer mais sobre ela e seus riscos! 

O que é Produtividade Tóxica

Produtividade Tóxica é o nome dado à situação em que uma pessoa possui a necessidade constante de ser produtiva. Como consequência, ela se sente culpada em dedicar seu tempo para alguma atividade fora desse padrão, como o descanso ou o lazer. 

Isso pode estar relacionado a tarefas que envolvem a vida familiar ou pessoal, por exemplo, mas é visto principalmente no mundo corporativo. Nesse caso, trata-se da síndrome de burnout, que está diretamente relacionada ao trabalho. 

A produtividade tóxica é herança do Home Office?

Durante a pandemia de Covid-19, os profissionais da saúde, principalmente aqueles que atuavam na linha de frente contra a doença, trabalharam sob sobrecarga. Os demais trabalhadores, obrigados a se adaptarem ao modelo remoto, também se esgotaram. 

Isso porque, uma vez no ambiente doméstico, eles trabalharam sem limites entre a vida pessoal e corporativa: a conexão com o trabalho era contínua. Esse fator foi determinante para que muitos trabalhadores cumprissem mais horas do que o necessário, abdicando do descanso e de seus limites físicos e mentais.

Além disso, com a dispensa de funcionários sem reformulações de cargos e horários em muitas empresas, diversos trabalhadores foram reféns de jornadas extensas. Todos esses aspectos caracterizam um modelo exaustivo de trabalho, mas que não é herança do home office

Tal fenômeno já acontecia antes da pandemia, tornando-se apenas mais visível nesse contexto. A evidência foi tão grande que a síndrome de burnout, que até então era considerada uma condição psicológica, foi classificada como uma doença ocupacional pela Organização Mundial de Saúde (OMS). 

Portanto, a pandemia apenas catalisou um fenômeno que já ocorria frente à precarização do trabalho, em que trabalhadores eram submetidos a condições e jornadas extremas, prejudicando a saúde. 

O cenário pós-pandêmico

Ainda após o fim do isolamento, os casos de burnout continuam aumentando. Isso se deve principalmente à forte cobrança por produtividade no mercado de trabalho, que exige cada vez mais resultados a curto prazo. 

Contudo, é muito importante que esse aspecto seja observado dentro das organizações, que devem acompanhar a resposta dos funcionários diante das demandas e cuidar para que eles não sejam sobrecarregados. 

Como identificar se você sofre com produtividade tóxica

Alguns sintomas muito comuns em casos de produtividade tóxica são: 

  • exaustão física e mental; 
  • insônia;
  • fadiga;
  • dificuldade de sair da cama ou falta de energia;
  • falta de concentração; 
  • irritabilidade;
  • aversão ao trabalho;
  • afastamento das pessoas; 
  • ansiedade;
  • pensar o tempo todo no trabalho e metas; 
  • despersonalização; 
  • diminuição do envolvimento pessoal no trabalho;
  • sentimento de incapacidade. 

Quais as consequências da produtividade tóxica

Em um primeiro momento, a produtividade tóxica pode até parecer inofensiva no dia a dia, mas seus efeitos pioram de forma gradativa. Uma pessoa que sofre dessa condição pode apresentar dificuldades de se desligar de suas obrigações e, a longo prazo, encontrar-se em esgotamento físico e mental

Nesse caso, ser produtivo se torna impossível, já que o corpo não possui a energia necessária para cumprir suas atividades. No caso do trabalho, por exemplo, o objetivo de produzir em larga escala e alcançar mais metas se torna impossível. 

Por isso, é muito importante reconhecer que de nada adianta forçar a produtividade se ela não está acompanhada de momentos de descanso. É essencial que os trabalhadores dediquem seu tempo para cuidar da saúde mental e física, e tenham condições para isso. 

Saiba mais: Como criar um ambiente de trabalho saudável para os colaboradores?

Dicas para evitar a produtividade tóxica no ambiente de trabalho

A produtividade tóxica traz diversos efeitos negativos tanto para os trabalhadores quanto para a empresa em si. Por isso, reunimos algumas dicas para evitar que isso aconteça no seu ambiente de trabalho. Confira! 

Coloque um limite para o trabalho

Em primeiro lugar, é muito importante estabelecer um limite para o tempo e o esforço dedicados ao trabalho. Isso é essencial para que a vida pessoal e os cuidados com a saúde não sejam abdicados para a priorização de metas. 

Estabelecer uma rotina, separar o que é tempo de trabalho e o que é tempo de lazer, por exemplo, é uma excelente forma de praticar isso. Assim, é possível empenhar apenas o suficiente para cada atividade e descansar para cumprir novas tarefas no dia seguinte. 

Valorize o tempo livre

Outro aspecto relevante é o bom uso do tempo livre. Dentro da sua rotina, você precisa de um tempo para realizar as tarefas obrigatórias, mas também precisa incluir um tempo para atividades que te agradam e que não são produtivas. 

Algo muito interessante é se desconectar durante esses momentos, já que na maioria das horas do dia somos interrompidos e estimulados pela tecnologia. Dessa forma, você consegue prestar mais atenção em si próprio e no momento presente. 

Coloque pausas no seu cronograma

Além disso, é crucial inserir momentos de pausa no seu planejamento. O corpo humano não funciona de forma ininterrupta, e assim como as máquinas que utilizamos, precisa de descanso para executar todas as atividades adequadamente. 

Por isso, não hesite em descansar por pequenos intervalos de tempo entre uma tarefa e outra. 15 ou 20 minutos são suficientes para que você recupere as energias e até melhore a sua concentração durante atividades realizadas a cada hora, por exemplo  

Plano de Saúde é uma opção

Por fim, é muito importante oferecer o plano de saúde, que cumpre um papel fundamental entre os benefícios corporativos. Isso porque garante que os colaboradores tenham condições de cuidar da saúde ativamente, atuando de forma preventiva. 

Por meio do acesso a serviços de saúde, é possível cuidar da mente e do corpo de forma a antecipar a ocorrência de doenças e manter a qualidade de vida. Assim, os trabalhadores podem cumprir suas atividades em boas condições e sem abdicar dos cuidados pessoais.  
Gostou de entender mais sobre a produtividade tóxica? Acesse o blog da Valem para mais conteúdos sobre saúde!

As Doenças do Século XXI: quais são e como elas podem afetar sua empresa

doenças do século 21

Hoje em dia, doenças como depressão e ansiedade são muito comuns, principalmente entre as parcelas mais jovens. Logo, são essas algumas das doenças do século 21, que afetam todos os aspectos de nossas vidas, especialmente o desempenho no local de trabalho.

Nesse sentido, esse conteúdo tem o objetivo de mostrar a importância de priorizar a saúde mental no local de trabalho para prezar pela saúde dos funcionários. Assim, colaborando para que sua empresa possa atingir todo o seu potencial. Boa leitura!

Quais são as doenças do século 21?

Em primeiro lugar, pode-se dizer que uma das maiores preocupações dessa geração é a saúde mental. No entanto, ainda pode ser considerado um tabu discutir esses assuntos de forma efetiva. 

De fato, existe uma falta de abertura para discussões sobre os transtornos psiquiátricos e psicológicos, bem como as estruturas que podem ativar esses gatilhos. Por isso, vamos entender um pouquinho mais sobre as principais doenças que acometem a atual geração. Confira!

Transtorno de Depressão

A depressão é um transtorno de humor que causa um sentimento persistente de tristeza e perda de interesse. Essa doença afeta como você se sente, pensa e se comporta e pode levar a uma variedade de problemas emocionais e físicos

Apesar do que muitos pensam, a depressão não é uma tristeza passageira. Inclusive, ela pode persistir por muito tempo e exige tratamento e acompanhamento psicológico. Por isso, frisamos: se você se sentir deprimido, marque uma consulta com seu médico ou profissional de saúde mental o quanto antes!

Síndrome de Burnout

A Síndrome de Burnout também é uma doença do século 21. Trata-se de um estado de exaustão emocional, mental e física causado pelo estresse crônico no local de trabalho

Nessa lógica, à medida que o estresse continua e não é tratado, o interesse pelo trabalho ou a motivação se esgotam. O Burnout tornou-se uma doença ocupacional muito comum atualmente.

Transtorno de Ansiedade

Sabemos que experimentar a ansiedade algumas vezes é uma parte normal da vida. No entanto, pessoas com transtornos de ansiedade frequentemente apresentam preocupação e medo intensos, excessivos e persistentes em relação às situações cotidianas. 

Nesse sentido, os transtornos de ansiedade envolvem episódios repetidos de sentimentos súbitos de intensa ansiedade, medo ou terror que atingem um pico em minutos. Esses sentimentos interferem nas atividades do dia a dia — como lazer e trabalho — e são difíceis de controlar, desproporcionais ao perigo real e podem durar muito tempo.

Síndrome do Pânico

De maneira parecida, o ataque de pânico é um episódio súbito de medo intenso que desencadeia reações físicas graves quando não há perigo real ou causa aparente. Os ataques de pânico podem ser muito assustadores. 

Quando ocorrem ataques de pânico, você pode pensar que está perdendo o controle, tendo um ataque cardíaco ou até mesmo morrendo. Embora os ataques de pânico em si não representem risco de vida, eles podem ser assustadores e afetar significativamente sua qualidade de vida.

Como essas doenças podem impactar na rotina da sua empresa

A partir do que vimos até aqui, podemos dizer então que o sucesso de um negócio depende da saúde mental coletiva e positiva de seus trabalhadores. Isso porque saber lidar contra os agentes estressores da rotina é uma característica muito forte em qualquer pessoa que precise trabalhar de forma coletiva.

Dessa maneira, quando a saúde ocupacional é negligenciada, pode haver a perda de produtividade, o absenteísmo, alta rotatividade de trabalhadores. Além disso, pode gerar ainda mais custos, para tratar os efeitos do problema e não a causa em si. Mesmo para grandes empresas, esses custos podem prejudicar bastante.

Para os funcionários, uma saúde mental ruim no ambiente de trabalho pode levar a incapacidade de se concentrar em uma tarefa e aumentar a probabilidade de cometer erros durante as atividades. Além disso, um funcionário sobrecarregado corre o risco de não conseguir atender às expectativas, inclusive dos clientes.

Como a empresa pode agir nesses cenários

Bom, acho que você já deve ter entendido a importância da promoção de saúde e segurança na sua empresa, não é? No mais, apoiar a saúde mental na sua empresa não precisa ser caro ou complicado. Existem muitas estratégias que pode aplicar para garantir melhorias na saúde emocional e mental da sua equipe. 

Por exemplo, oferecer um pacote de benefícios corporativos pode ser uma excelente forma de mostrar interesse no bem-estar de seus colaboradores. Assim, contrate um bom plano de saúde para sua empresa

Esse tipo de benefício fomenta a produtividade de maneira efetiva. E, claro, garante funcionários felizes e satisfeitos com um ambiente de trabalho mais saudável, humano e empático. Dessa forma, podemos afirmar que um estado de espírito saudável pode se traduzir em níveis mais elevados de criatividade entre os colaboradores.

Leia Mais: Saúde Coletiva: saiba o que é, para que serve e como promover

Planos de saúde

Um plano de saúde empresarial é uma excelente forma de atender as necessidades dos trabalhadores. Ofertar benefícios como esse é uma forma de valorizar seus funcionários e contribuir para sua satisfação no ambiente corporativo. 

Por isso, escolha o plano que traz as melhores alternativas para a empresa e seus colaboradores. Se quiser saber mais sobre planos de saúde empresariais, acesse o nosso site e dê uma olhada nos nossos produtos e serviços.

Cobertura para saúde mental

Todos os transtornos mentais listados na Classificação Internacional de Doenças (CID) têm cobertura garantida nos planos de saúde. Dessa maneira, os beneficiários têm direito a cobertura de tratamento psicológico, psicoterápico e psiquiátrico pelo plano.

A Valem

A Valem é uma administradora de benefícios que prioriza a satisfação do cliente, trabalhando com planos de saúde para atender e cuidar da saúde de todos. 

Dessa forma, o principal objetivo da Valem é ofertar planos de saúde de qualidade e com um ótimo custo benefício para proporcionar as melhores soluções em saúde e bem-estar para cuidar de você e sua família.

Ficou interessado em contratar um plano de saúde por uma administradora de benefícios? Então, entre em contato com um consultor da Valem e simule uma proposta.

Bom, nós ficamos por aqui. Esperamos que você tenha entendido os problemas que trazem as doenças do século 21 e a importância de adotar estratégias para a promoção de saúde mental no local de trabalho. Visite o blog da Valem para mais conteúdos sobre saúde corporativa. Até a próxima! 

Telemedicina: o que é, como funciona e quais as vantagens

telemedicina

A tecnologia está presente em diversas áreas da nossa vida, e tratando-se de saúde isso não é diferente. Você já realizou alguma consulta remota? Esse tipo de atendimento se popularizou após a Covid-19 e cresce de forma exponencial no Brasil. Pensando nisso, este artigo reúne tudo o que você precisa saber sobre a telemedicina. Para entender seu funcionamento e importância, continue a leitura!

O que é Telemedicina?

A telemedicina refere-se à modalidade de atendimento médico realizada à distância, por meio da mediação de tecnologias digitais. Os objetivos desse uso específico da medicina são: assistência; educação; pesquisa; prevenção de doenças e lesões; gestão e promoção de saúde.

Essa categoria foi criada em 1999 em uma Assembleia Geral da Associação Médica Mundial (AMM), em Israel. Contudo, sua autorização no Brasil data de 2002, após uma resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM).  

Dadas as restrições de circulação decorrentes da crise sanitária de covid-19, em 2020, a prática foi adotada por cada vez mais brasileiros. Como consequência, o Ministério da Saúde publicou uma portaria ampliando e regulamentando seu exercício.

Como funciona a Telemedicina?

A telemedicina é uma excelente ferramenta para potencializar a assistência à saúde, facilitando a comunicação entre médicos e entre médicos e pacientes. Para isso, ela se apoia em tecnologias de comunicação que expandem a cobertura de atendimento. 

Sempre que for viável, ela permite a realização de ações como: teleatendimentos; troca de opiniões entre médicos; telediagnóstico com a utilização de dados; telemonitoramento sob coordenação de um médico; teletriagem; teleconsultoria, para esclarecer pacientes sobre ações de saúde ou questões administrativas e conferências médicas. 

Tipos de Telemedicina

Segundo a Resolução n.º 2.314/2022 do CFM, a telemedicina pode ser exercida por meio de diferentes modalidades. Confira seus principais tipos de aplicação! 

Teleconsulta

Em primeiro lugar, a teleconsulta é o atendimento direto à uma pessoa, de forma síncrona e remota. Ela apenas é realizada se cumprir as condições físicas e técnicas exigidas pelo CFM e for viável conforme o quadro do paciente. Caso não seja possível examiná-lo completamente, o profissional pode solicitar sua presença para finalizá-la. 

Teleassistência

Por meio da teleassistência, é possível acompanhar e monitorar pacientes em diferentes casos, para que não seja preciso se deslocar a uma unidade de saúde. É realizado o acompanhamento à distância de pessoas em:

  • domicílio, 
  • clínica médica especializada em dependência química; 
  • instituição de longa permanência de idosos;
  • regime de internação clínica ou domiciliar;
  • transporte até sua chegada ao estabelecimento de saúde.

Laudos e atestados à distância

Por fim, é muito comum utilizar o telediagnóstico para emissão de um laudo ou parecer médico. Por isso, essa é uma excelente alternativa para diagnosticar doenças em localidades que carecem de profissionais. Um exame que é feito em uma cidade onde não há especialistas de determinada área, por exemplo, pode ser avaliado por um profissional à distância. 

A pandemia de Covid 19 e o boom de consultas online

O uso da telemedicina atingiu seu recorde no Brasil durante a pandemia de Covid-19. Isso porque a modalidade foi adotada para evitar aglomerações e a transmissão do vírus nos hospitais. Ela cresceu mais de 15 vezes entre planos de saúde, estimulando o governo a também criar uma solução digital, o TeleSUS.

Contudo, apesar de ter se popularizado como uma adaptação à crise, ela não se mostra como uma alternativa transitória. Um estudo realizado por pesquisadores da USP, UFMA e Queen Mary University of London mostra que os variados usos da telemedicina vieram para ficar no país. 

A modalidade foi principalmente utilizada na comunicação entre profissionais, para discutir casos clínicos e elaborar diagnósticos. Por isso, ela é uma excelente alternativa para desenvolver tratamentos adequados.

Além disso, ela contribui para a gestão de atendimentos primários. Nos casos em que os pacientes não têm certeza da necessidade de ir a um pronto socorro, por exemplo, o atendimento à distância facilita a triagem. 

A pesquisa também revela o uso da modalidade para atividades educacionais à distância, para compartilhamento de informações sobre casos de urgência sanitária. Portanto, as diferentes abordagens da telemedicina se mostram favoráveis à assistência de saúde. Assim, serão cada vez mais utilizadas e adaptadas para auxiliar os atendimentos em todo o país. 

Quais as vantagens da Telemedicina?

A telemedicina reúne diversos benefícios, tanto para os profissionais de saúde quanto para seus pacientes. Em primeiro lugar, podemos citar a facilidade de acesso a diversos especialistas, que geralmente estão concentrados nos centros. 

Essa é uma grande vantagem para pacientes, que podem ser atendidos pelo profissional da área desejada. Contudo, também beneficia os especialistas, que podem se comunicar com outros médicos a qualquer momento. Assim, é possível ter mais de uma opinião em um único diagnóstico, por exemplo, de modo a aumentar a qualidade do atendimento. 

Além disso, essa modalidade facilita o atendimento primário, em que é avaliado o quadro do paciente. Assim, há uma menor circulação de pessoas nos hospitais, diminuindo a contaminação por doenças e favorecendo a rotatividade. 

É importante destacar que a telemedicina é uma ferramenta para melhorar o atendimento médico, e não uma alternativa para substituir a medicina tradicional. Existem casos em que o atendimento remoto não é viável, por isso é importante avaliar cada caso em particular. 

O que é permitido na telemedicina?

A telemedicina é uma modalidade de assistência e sempre deve seguir os padrões normativos e éticos já adotados em atendimentos presenciais. Além disso, ela deve ser utilizada para facilitar a relação entre médicos e pacientes, e não substituir tais atendimentos. 

Todo atendimento realizado por meio dessa modalidade deve ser consentido pelo paciente ou seu representante legal. Nesse sentido, eles precisam autorizar o serviço e estar cientes da transmissão de imagens e dados por meio de um documento, que deve compor seu Sistema de Registro Eletrônico de Saúde (S-RES). 

Gostou de conhecer mais sobre a telemedicina? Acesse o blog da Valem para acompanhar mais novidades relacionadas à saúde! 

Home Care: saiba o que é e como funciona

Home Care

Você já ouviu falar em assistência domiciliar? Nos últimos anos, o número de pacientes cujo tratamento é realizado em casa aumentou consideravelmente no Brasil. Pensando nisso, reunimos neste artigo tudo o que você precisa saber sobre o home care. Continue a leitura para conhecer essa modalidade e suas vantagens! 

O que é Home Care

Traduzido na língua portuguesa como “assistência domiciliar”, o termo Home Care diz respeito a uma modalidade de tratamento de saúde realizada em casa. Geralmente, ela é recomendada quando há uma necessidade de trazer mais conforto aos pacientes. 

Além disso, ela só pode ser realizada em casos estáveis e de menor complexidade. Já nos casos em que a condição clínica do paciente for complexa e instável, é necessário permanecer no ambiente hospitalar. 

Contudo, assim como o hospital possui uma assistência completa em relação a farmácia, nutrição, enfermagem, entre outros segmentos, isso também mostra-se presente no home care. 

Como funciona o Home Care

O home care é composto por uma equipe multifuncional, a qual varia de acordo com a necessidade de cada paciente. Por isso, é necessária muita experiência e capacitação para atender nessa modalidade. 

De modo geral, ela é composta por:

  • Médicos;
  • Enfermeiros;
  • Nutricionistas;
  • Fonoaudiólogos;
  • Fisioterapeutas;
  • Psicólogos;
  • Assistentes sociais. 

Além disso, ela abrange diversos tipos de serviço, incluindo consultas, administração de medicamentos, exames e internações. Para isso, é desenvolvida uma estrutura personalizada, com todos os equipamentos necessários aos cuidados rotineiros dos pacientes.

A assistência domiciliar ainda conta com monitoramento remoto nos casos de internação e que exigem maior atenção. Na modalidade ambulatorial, também é realizado o monitoramento com pacientes com doenças crônicas ou dificuldade de locomoção, de modo a auxiliar na adaptação.

Benefícios do Home Care

A assistência domiciliar apresenta diversos benefícios aos pacientes. Por isso, separamos os principais deles para você. Confira!

Conforto

A primeira grande vantagem do atendimento domiciliar é o conforto. Cuidar de si em um ambiente que traga aconchego e comodidade é uma ação aliada ao bem-estar. E com o home care, os pacientes podem cuidar da saúde em seu próprio lar, onde possuem calmaria e o apoio da família. 

Esse é um aspecto muito importante para o tratamento de diversas doenças, principalmente o câncer. Por isso, adotar essa modalidade é uma forma de evitar uma carga emocional trazida pela convivência diária no ambiente hospitalar. Assim, a assistência em casa traz uma certa tranquilidade ao paciente.   

Atendimento Humanizado

Além disso, o home care permite a realização de um atendimento humanizado. Isso porque ele é desenvolvido para se adequar às necessidades dos pacientes, que são acompanhados e acolhidos diariamente. Desse modo, o tratamento se torna mais satisfatório, com uma maior aproximação entre eles e os profissionais. 

O paciente não se sente isolado

Por fim, a assistência em domicílio afasta o sentimento de solidão. O tratamento de doenças mais graves é marcado por essa sensação, principalmente em casos de internação. 

Como essa modalidade permite que os cuidados sejam feitos em casa, além do vínculo domiciliar, há o vínculo afetivo com as pessoas amadas. Dessa forma, tem-se um contato diário com a rede de apoio

Os desafios de promover o Home Care

Apesar de apresentar diversas vantagens, o Home Care possui alguns desafios para se estabelecer. Em primeiro lugar, isso ocorre porque, apesar de ter adquirido grande espaço no mercado, essa é uma modalidade ainda desconhecida por muitas pessoas, principalmente pela falta de políticas públicas e de saúde suplementar associadas a ela.

Além disso, essa modalidade exige equipes especializadas e em grande parte das vezes fixas, além do acesso a equipamentos que devem ser levados ao ambiente domiciliar. Tudo isso gera um custo, além de demandar organização para a logística de atendimento individual. 

Diferenças entre cuidadores e o Home Care

Um aspecto muito importante a ser destacado é que o trabalho de assistência domiciliar não se equivale àquele realizado por cuidadores. Isso porque o home care exige capacitação para realizar procedimentos específicos demandados pelo quadro do paciente. Além disso, existe um conjunto de profissionais para desenvolver um tratamento de qualidade.

Os cuidadores, por outro lado, realizam apenas cuidados básicos relacionados ao dia a dia. Nesse sentido, não são exigidos conhecimentos técnicos, como é o caso dos profissionais de assistência domiciliar. 
Se você chegou até aqui, já sabe tudo sobre o home care e seus benefícios. Para mais conteúdos como esse, não deixe de acompanhar o blog da Valem. Aqui, reunimos diversas dicas sobre o mercado de plano de saúde. Vem com a gente!