Período de Carência para Dependentes no Plano de Saúde: entenda o processo

Entenda a Carência para Dependentes no Plano de Saúde

O período de carência para dependentes no plano de saúde sempre gera muitas dúvidas. Venha entender tudo sobre esse tipo de situação.

Ter um plano de saúde é sempre uma conquista a ser celebrada. Afinal, um convênio proporciona maior qualidade de vida aos segurados. E quando este benefício é estendido a outros membros da família, a celebração é ainda maior.   

Contudo, a inclusão de dependentes no plano de saúde pode gerar muitas dúvidas. Sobretudo relacionadas ao tempo de carência deste grupo. 

Por isso, separamos informações para você entender mais sobre o período de carência para dependentes no plano de saúde. Venha conferir!

O que é o período de carência

A carência é o período de tempo que o beneficiário deve esperar antes de começar a utilizar o plano de saúde. Ou seja, o intervalo antes do segurado conseguir ter acesso a todos os serviços oferecidos pelo convênio.

Na imagem observamos dois homens em uma sala de consulta. Um é médico e o outro é um paciente
O período de carência sempre gera dúvidas para os usuários de plano de saúde.

Em geral, cada procedimento possui um tempo de carência diferente. Por exemplo: atendimentos urgentes possuem um período bem mais curto do que cirurgias complexas.

As próprias operadoras determinam as regras da carência. No entanto, cabe à lei certificar que este intervalo não seja abusivo.

Além disso, o período de carência também pode ter normas diferentes de acordo com a modalidade de plano. Dessa forma, um convênio familiar não segue as mesmas especificações que um plano empresarial ou um coletivo por adesão.

Entender as regras da carência é requisito básico antes de fazer um plano de saúde. Assim como saber de qual modo estas normas se aplicam aos dependentes.

Quem pode ser considerado dependente em um plano de saúde?

Os dependentes no plano de saúde são os membros da família do titular que estão vinculados ao convênio. Deste modo, eles podem usufruir dos mesmos benefícios do contratante.

A inclusão dos dependentes no plano será determinada pelas regras da operadora de saúde e pela categoria contratada. Por isso, cada pessoa deve ficar atenta para escolher o convênio que mais atenda às suas necessidades.

Podem ser considerados dependentes cônjuges, filhos (naturais, adotivos ou enteados), pais, avós, netos e sobrinhos. Em alguns casos, até sogros conseguem ser adicionados nesta lista.

Entretanto, a maioria das operadoras só considera pais, filhos e cônjuges como dependentes. Neste caso, a inclusão dos demais familiares é vetada.

Os planos ainda estabelecem idade limite para a inclusão de filhos como dependente. Assim, maiores de 21 anos não recebem mais a cobertura. Porém, caso o filho esteja matriculado numa universidade ou curso técnico, ele é classificado como dependente até os 24 anos.

Esta regra também tem exceções quando os filhos possuem algum tipo de deficiência. Diante disso, o filho pode utilizar o plano enquanto o contrato estiver válido, independente da idade.

Como funciona o período de carência para dependentes no plano de saúde

Uma das maiores dúvidas dos beneficiários sobre a participação dos dependentes no plano de saúde está relacionada à carência.  Afinal, as regras são as mesmas para titular e dependentes?

Na foto vemos um casal e uma médica em um consultório
Nem sempre o período de carência é exigido aos dependentes do plano de saúde.

O cumprimento da carência é exigido para quase todos os dependentes que foram incluídos no plano. 

Porém, em casos de casamento não há necessidade do cônjuge cumprir a carência. Filhos recém nascidos também não precisam esperar este período para usufruírem do plano de saúde.

Contudo, a inclusão do cônjuge ou dos filhos no convênio deve ser realizada em até 30 dias contados a partir da data de casamento ou nascimento. Após este tempo, o cumprimento da carência volta a ser exigido.

Os planos de saúde empresariais também seguem estas regras. No entanto, a inclusão de dependentes pode variar conforme as normas da empresa. Visto que cada uma tem sua própria maneira de promover a saúde ocupacional dentro e fora do ambiente de trabalho.

Como uma administradora de benefícios pode te ajudar

Sabemos que contratar um plano de saúde envolve muitas questões e que a carência para dependentes é apenas uma delas. Deste modo, a Valem trabalha para simplificar este processo. 

Nossa empresa é uma administradora de benefícios que trabalha oferecendo os melhores planos de saúde para cada cliente, proporcionando mais facilidade para quem deseja adquirir um convênio individual, familiar ou empresarial.

A Valem ainda assegura os direitos dos contratantes frente às operadoras de saúde. E está sempre à disposição dos clientes, garantido uma excelente prestação de serviços.

Além disso, nosso blog tem diversas informações úteis para quem quer saber mais sobre temas relacionados à planos de saúde. Acesse agora para se manter atualizado sobre estes assuntos.

Você sabe o que é uma administradora de benefícios? Saiba tudo sobre o assunto

Administradora de benefícios: o que é e o que faz?

A administradora de benefícios está presente no mercado para auxiliar na contratação de planos de saúde coletivos, com benefícios e bom preço.

Durante muito tempo ter saúde foi definido como a ausência de doenças, porém com o passar dos anos e com as pesquisas, hoje a definição de saúde está relacionada com o bem estar físico, mental e social.

Dessa forma, a saúde tem grande influência no convívio social, nas relações e desempenho profissional e educacional. Cuidar da sua saúde e da sua família é uma prioridade para a maioria das pessoas.

Por isso, a busca e pesquisa por planos de saúde tem crescido bastante. E durante esta procura é comum se deparar com o termo administradora de benefícios.

Você quer saber o que é uma administradora de benefícios e suas vantagens? Então, continue a leitura. No Blog de hoje, preparamos um guia completo para você conhecer a administradora de benefícios.

O que é uma administradora de benefícios?

Quando se pesquisa sobre planos de saúde é comum se deparar com o termo administradora de benefícios. Mas o que isso significa?

Uma administradora de benefícios é uma empresa, regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que presta serviços de gestão de planos de saúde coletivos por adesão ou empresariais.

Contudo, a administradora de benefícios pode prestar serviços relacionados ao beneficiário, desenvolvendo atividades como:

  • Consultoria para identificar o plano de saúde e o modelo de gestão que melhor atende às necessidades da entidade e seus colaboradores;
  • Prestar apoio ao recursos humanos na gestão dos benefícios do plano de saúde;
  • Receber e analisar as propostas de adesão;
  • Prestar suporte na emissão dos boletos e pagamento das mensalidades;
  • Realizar a movimentação cadastral, como alterações, inclusões e exclusões, conforme as regras do contrato e da legislação.

Qual a diferença entre administradora e operadora?

A administradora de benefícios e a operadora de planos de saúde são empresas regulamentadas pela ANS (Agência Nacional de Saúde). Apesar de ambas pertencerem ao ramo da saúde, apresentam diferenças na sua forma de atuação.

As administradoras de benefícios, como a Valem, são empresas intermediadoras que representam grupos de pessoas na negociação de planos de saúde coletivos com as operadoras.

Já as operadoras de planos de saúde são empresas que criam e controlam os planos de saúde, determinando as características do convênio, a cobertura e abrangência, dentre outras informações e regras pertencentes aos planos.

Como trabalha a administradora de benefícios?

A administradora de benefícios faz parceria com as entidades de classe, regulamentadas, para reunir pessoas em grupos, conforme a sua área de atuação profissional.

A partir desse agrupamento, a administradora irá negociar com as operadoras de planos de saúde condições especiais do plano de saúde coletivo para atender da melhor forma as necessidades do grupo.

Depois da adesão, a administradora de benefícios irá representar o cliente e intermediar para criar uma relação próxima, duradoura e benéfica com a operadora de planos de saúde escolhida.

Portanto, a administradora fornece canais de atendimento e presta serviços que ajudam a utilizar os benefícios do plano de saúde da melhor forma.

Quais as vantagens de contratar um plano de saúde por meio de uma administradora de benefícios?

Confira algumas vantagens de contratar um plano de saúde por meio de uma administradora de benefícios:

  • Acesso a planos de saúde coletivos com qualidade, bom preço, condições especiais e cobertura mais ampla;
  • Intermediação para criar um bom relacionamento e uma boa comunicação entre entidades e operadoras de planos de saúde;
  • Canais de atendimento e serviços prestados para facilitar a utilização dos benefícios do plano;
  • Facilidade na rotina administrativa com auxílio nas atividades operacionais, como reajustes, emissão de boletos, lembrete de pagamento das mensalidades, dentre outras tarefas.

Por que a Valem é uma boa opção em administradora de benefícios?

A Valem é uma administradora de benefícios parceira das melhores e maiores operadoras de plano de saúde do Brasil.

Dessa forma, a Valem presta uma orientação completa e especializada, com o intuito de identificar as principais vantagens de adquirir um plano de saúde por adesão, de acordo com cada objetivo e necessidade. 

A Valem realiza um acompanhamento ativo e manutenção durante todo o processo contratual, garantindo uma relação sólida e benéfica entre administradora e contratante.

Confira algumas vantagens de contratar a Valem:

  • Acesso a planos de saúde por adesão com cobertura e preços diferenciados;
  • Bom relacionamento com as operadoras de planos de saúde;
  • Serviços adicionais de promoção à saúde;
  • Fonte segura de informações atualizadas sobre coberturas e leis.

Portanto, a Valem é uma administradora de benefícios referência de qualidade na comercialização de planos de saúde individuais, empresariais e por adesão. 

O que a Valem pode fazer para a sua empresa?

Os planos de saúde empresariais da Valem são recomendados para organizações profissionais que têm o interesse em cuidar da saúde de seus colaboradores, ou seja, os funcionários ou associados podem contar com um plano de saúde que atenda às suas principais necessidades.

Dessa forma, a Valem é uma administradora de benefícios que oferece planos de saúde empresariais a um bom preço que cabe no bolso.

Portanto, por ser feito por meio de apólices coletivas, os planos têm condições e preços diferentes dos individuais, podendo ser mais atrativo por ser significamente mais barato.

Confira quem pode ser beneficiado:

  • Cooperativas;
  • Fundações e seus associados;
  • Confira quem pode ser beneficiado:
  • Conselhos profissionais;
  • Caixas de assistência; 
  • Entidades de classe;
  • Sindicatos;
  • Associações profissionais.

O que é plano de saúde coletivo por adesão?

De modo geral, o plano de saúde coletivo por adesão é aquele obtido por um grupo de pessoas, ou seja, uma entidade representativa negocia um contrato com uma administradora de benefícios para fornecer planos de saúde a seus colaboradores.

Portanto, os planos de saúde coletivos por adesão são indicados para pessoas que possuem ligação com uma empresa, cooperativa, associação ou sindicato, assim como pessoas jurídicas.

Confira as categorias que podem contratar planos de saúde coletivos por adesão, segundo as regras da ANS:

  • Cooperativas e empreendedores em áreas de atuação regulamentadas;
  • Associações profissionais constituídas legalmente, com no mínimo um ano de atuação;
  • Conselhos profissionais e entidades de classe que exijam registro para o exercício da profissão;
  • Sindicatos, centrais sindicais, federações e confederações.

O que a Valem pode fazer para você e para a sua família?

A Valem é uma administradora de benefícios que prioriza a satisfação do cliente, trabalhando com planos de saúde individual/família para atender e cuidar da saúde de todos.

Cuidar da saúde e bem estar da família se tornou prioridade para a maioria das pessoas.

Dessa forma, o principal objetivo da Valem é ofertar planos de saúde de qualidade e com um ótimo custo benefício para proporcionar as melhores soluções em saúde e bem estar para cuidar de você e sua família.

Ficou interessado em contratar um plano de saúde por uma administradora de benefícios? Então, entre em contato com um consultor da Valem e simule uma adesão.

Tudo o que você precisa saber sobre sinistralidade em plano de saúde

A sinistralidade do plano de saúde é algo que sempre provoca muitas dúvidas. Afinal, este termo é desconhecido por muitos e sua definição pode ser um pouco confusa. Porém, é indispensável entender o que ela é e como pode impactar na mensalidade do plano. 

Pensando nisso, separamos todas as informações necessárias para que você entenda de vez o que é a sinistralidade. Venha conferir!

O que é sinistralidade em plano de saúde? 

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que todo procedimento realizado pelo plano de saúde tem o seu custo. Independente de ser uma consulta, exame ou cirurgia.

Isso significa que todas as utilizações do plano geram uma soma total, ou seja, um custo para o convênio. Logo, a sinistralidade é a relação entre o valor recebido e os gastos da empresa com estes procedimentos. 

Difícil entender? Então vamos a um exemplo:

Uma operadora que arrecada R$10.000 e utiliza R$8.000 para a realização de consultas, exames e cirurgias, possui uma sinistralidade de R$2.000.

Assim, por meio do cálculo da sinistralidade do plano de saúde, cabe à empresa avaliar se as contas fecham. 

Essa definição precisa estar bem clara na cabeça de quem pretende fazer um plano de saúde.

Qual a relação entre reajuste e sinistralidade em plano de saúde? 

Por meio da sinistralidade é possível avaliar se o convênio está conseguindo arcar com todas as despesas. Além de entender se a empresa está obtendo os lucros necessários. 

A quantidade de atendimentos está diretamente relacionada ao aumento das mensalidades. 

Deste modo, caso as contas estejam desequilibradas, o plano de saúde repassa um reajuste aos seus clientes. Em geral, isso indica que quando o uso do convênio é constante, os valores tendem a aumentar. Porém, outros fatores podem impactar a taxa de sinistralidade no plano de saúde.

O que impacta a sinistralidade no plano de saúde?

Como dito anteriormente, a sinistralidade é alterada por diversas razões, sendo que estas variáveis não são precisas. Logo, o reajuste pode vir a qualquer momento.

Então, vamos entender o que pode influenciar nessa questão:

Frequência dos atendimentos

Para começar, a frequência dos atendimentos costuma ser o principal motivo pela alteração na sinistralidade do plano de saúde. Visto que quanto mais procedimentos, mais despesas o convênio terá.

Na maior parte das vezes, estes atendimentos são consultas e exames de rotina. Porém, cirurgias e interações também são colocadas na conta final.

Assim, mesmo em casos de coparticipação a frequência alta ainda deve ser considerada como um fator na alteração desta taxa.

Preços do plano de saúde

Além disso, a sinistralidade ainda sofre impactos por causa dos preços do convênio.

Assim, quando a empresa apresenta valores muito baixos, a sinistralidade do plano de saúde tende a sofrer alterações. Afinal, a quantia arrecadada não é suficiente para cobrir os custos dos procedimentos realizados.

Dessa forma, as contas não fecham e será preciso um reajuste para lidar com as despesas. 

Catástrofes e pandemias

Para finalizar, eventos raros também impactam a sinistralidade do plano de saúde. Isso acontece porque nestas circunstâncias é comum o aumento no número de atendimentos. O que leva a mais gastos por parte da operadora.

No entanto, em algumas ocasiões a taxa de sinistralidade pode diminuir por conta dessas situações. Durante a pandemia de Covid-19, por exemplo, vários atendimentos foram suspensos, o que levou a redução deste índice. 

Como é feito o cálculo da sinistralidade em plano de saúde?

Apesar da matemática simples de ganhos menos gastos, não são todas as operadoras que calculam a sinistralidade desta maneira. Assim, cada empresa possui um método específico.

Para evitar desentendimentos ao escolher um plano de saúde, é essencial saber de qual modo pelo qual a sinistralidade do plano de saúde será calculada. Todas essas informações devem estar bem detalhadas no contrato. Dessa forma, caso a empresa faça reajustes abusivos, é possível que os beneficiários corram atrás dos seus direitos de reembolso.

Como reduzir a sinistralidade em planos de saúde empresariais?

Os reajustes em planos de saúde empresarial costumam pesar muito no bolso das companhias. 

Tendo isso em vista, é possível adotar algumas práticas para reduzir a sinistralidade. Gerando assim, uma redução de custos para a organização e promovendo hábitos saudáveis entre os funcionários.

Saiba como fazer isso a seguir.

Incentive exames preventivos

A realização de exames preventivos é um modo de prevenir eventuais complicações na saúde.  Assim, é sempre importante estar em dia com estes procedimentos preventivos. Pois esta é a melhor maneira de evitar custos extras no futuro relacionados à saúde dos colaboradores.

A realização de exames é uma excelente forma de prevenir doenças entre os colaboradores.

Uma empresa que entende a importância disso, incentiva seus funcionários a irem regularmente em consultas. 

Estimule boa alimentação e exercícios físicos

Incentivar a adoção de hábitos saudáveis esta diretamente relacionado a prevenção de doenças.

Assim, uma organização preocupada com seus funcionários deve sempre alertar sobre a importância de comer bem e praticar exercícios regulares.

Apoie campanhas sazonais

Outro modo de incentivar práticas saudáveis entre os colaboradores de uma organização é pondo em prática campanhas sazonais. 

Os temas de tais ações podem mudar de acordo com o que a empresa acha mais essencial no momento. Nestes eventos, a presença de profissionais qualificados é indispensável. 

Conscientize os colaboradores

Estas campanhas e incentivos devem ser realizadas com uma meta: conscientizar os trabalhadores para que eles cuidem da própria saúde. Afinal, colaboradores saudáveis trazem bons frutos à empresa. 

Logo, proporcionar bem-estar entre eles é a maneira mais eficaz de que isso dê certo a longo prazo. Sendo inclusive mais eficiente que qualquer plano ou seguro de saúde.

Entendeu o que é a sinistralidade no plano de saúde? Agora acesse o blog da Valem e tire outras dúvidas sobre este assunto.

Tudo o que você precisa saber sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)

Lei Geral da Porteção de Dados: saiba tudo sobre o assunto

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor em 2020. Essa lei determina regras para o armazenamento, tratamento e coleta de dados pelas empresas. Ou seja, ela coloca limites no uso das informações deixadas pelos visitantes. 

Essa nova lei protege o cidadão e suas informações pessoais de uso indevido. Além disso, todas as empresasdevem a cumprir essas condições. Caso contrário, as instituições podem receber multas. 

Quer mais informações sobre a LGPD e como ela afeta sua vida? Continue lendo esse artigo, pois separamos tudo que você precisa saber! 🔒

O que é a Lei Geral de Proteção de Dados?

A Lei Geral de Proteção de Dados é uma lei que decretou normas específicas para o uso dos dados pessoais deixados em sites por visitantes. Ela protege os cidadãos brasileiros quanto ao uso indiscriminado de informações pelas empresas que as possuem. 

Muitas vezes, os dados fornecidos servem para direcionar conteúdos, produtos e até mesmo prejudicar as pessoas. Inclusive, atualmente, existem empresas especialistas em compra e venda de informações

Mãos de um analista de dados utilizando um notebook e rodeado de outros monitores.
As empresas precisam da autorização dos usuários para o uso de seus dados para qualquer finalidade. 

Portanto, essa lei determinou a proibição da coleta deliberada de dados e o uso sem a permissão dos clientes. Em outras palavras, ela regulamenta e responsabiliza as empresas pela confidencialidade dos dados de pessoas físicas. 

Entre as informações que podem identificar indivíduos, estão:

  • Nome;
  • Documento;
  • E-mail;
  • IP de aparelhos eletrônicos;
  • Perfis nas redes sociais;
  • Localização;
  • Cookies de navegação;
  • Hábitos de consumo e gastos;
  • Dados sensíveis: orientação sexual, religião, condição de saúde, posição política, origem racial,etc. 

É importante saber que a lei é mais rígida quando se trata de dados sensíveis. Dessa forma, qualquer tipo de discriminação pode ser evitada. 

Para casos de saúde pública, investigações, defesa nacional e segurança, o Estado pode utilizar os dados sem a autorização dos titulares. Isso também ocorre para casos de retenção de dados acadêmicos e jornalísticos. Porém, órgãos públicos são proibidos de repassar informações de cidadãos para outras empresas. 

Qual a importância da Lei Geral de Proteção de Dados?

A Lei Geral de Proteção de Dados dá mais autonomia e proteção para os usuários. Cabe ao próprio usuário autorizar ou não o uso de seus dados por empresas, órgãos públicos e ONG ‘s. Portanto, é uma obrigação das instituições informar a finalidade do uso das informações, só podendo usá-las após a autorização do titular. 

Em resumo, essa lei permite ao usuário questionar as empresas detentoras de suas informações. Dessa forma, o cidadão tem mais controle sobre tudo que é feito com seus dados, como por exemplo:

  • Quais os dados a empresa possui;
  • Qual a finalidade da coleta;
  • Como é feita a coleta;
  • Com quem as informações serão compartilhadas;
  • Qual a duração do uso dos dados;
  • Identificação da empresa que recolhe essas informações;
  • Qual a responsabilidade da instituição no uso de dados;
  • Pedidos de correção ou exclusão de dados.

Uma instituição é obrigada a informar o usuário caso qualquer termo de uso seja alterado. Assim, o cidadão poderá escolher se autoriza ou não as novas condições. Além disso, a Lei Geral de Proteção de Dados responsabiliza totalmente a instituição por qualquer problema referente ao vazamento de dados. 

Quem fiscaliza a Lei Geral de Proteção de Dados?

A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) é o órgão responsável por fiscalizar a Lei Geral de Proteção de Dados. Entre suas funções, estão:

  • Fiscalização e punição em caso de não cumprimento da lei;
  • Garantir a proteção de dados pessoais;
  • Elaborar a Política Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade;
  • Certificar o sigilo das informações confidenciais de comércios e indústrias.

A ANPD também detalha a regulamentação da LGPD entre os diferentes setores. Afinal, cada um manuseia os dados de uma forma e a legislação pode variar. 

Ademais, o órgão de fiscalização é responsável pela orientação das empresas. Ou seja, a ANPD deve orientar em casos de problemas técnicos de proteção como o vazamento de dados.

Apesar disso, só a existência da ANDP não resolve o problema completamente. Por isso, esse órgão também garante a existência de agentes de tratamento de dados e estipula suas funções. 

Quais as punições previstas em caso do descumprimento das leis? 

As empresas que descumprem as normas da Lei Geral de Proteção de Dados sofrem punições. O valor das multas geralmente é de 2% do faturamento anual da empresa, com limite de até R$50 milhões por infração. 

Uma investigação é feita quando ocorrem problemas como o vazamento. Isso ocorre para investigar se houve negligência da empresa no tratamento de dados e se isso causou danos ao titular.  

Caso seja comprovado, a responsabilidade é total das organizações. Então, o usuário pode recorrer a medidas na justiça ou em órgãos de defesa do consumidor

Sempre que ocorrer alguma complicação, a ANPD deve ser notificada. Ela irá orientar quais protocolos de proteção devem ser seguidos. Além disso, ela será responsável por decidir se a empresa agiu de forma correta na solução do problema. 

O valor da multa tem como destinatário o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD). Essa é uma área do Ministério da Justiça que apoia projetos que reparam prejuízos ao consumidor. 

Lei Geral de Proteção de Dados no setor da saúde

A Lei Geral de Proteção de Dados no setor da saúde é ainda mais importante. As operadoras de saúde guardam grandes quantidades de dados sigilosos de beneficiários. Assim, esse setor é um dos mais afetados pela LGPD. 

A principal mudança é que agora os beneficiários de planos de saúde se tornam titulares de seus dados coletados. Além disso, eles passam a ter direitos plenos das informações coletadas. Ou seja, eles têm o direito de saber como a empresa faz o uso deles.

Profissional de saúde conferindo pressão do paciente.
No setor da saúde, a proteção do uso de dados pessoais é mais rígida por serem informações mais delicadas. 

Geralmente, os dados retidos pelas empresas de saúde permitem a personalização de tratamentos. Além disso, compõem sistemas para monitorar os pacientes e tecnologias de apoio aos profissionais da saúde. Por isso, as medidas de proteção são reforçadas para garantir a privacidade dos cidadãos. 

Como as operadoras de plano de saúde adotam a Lei Geral de Proteção de Dados?

Como dito anteriormente, as empresas são obrigadas a adotar as medidas determinadas pela Lei Geral de Proteção de Dados. Portanto, as operadoras de saúde precisam ter planos de contingência para cuidar dos acidentes como vazamentos de informações. 

Para isso, uma das novas funções dos planos de saúde é o de DPO: Data Protection Officer, ou seja, encarregado de proteger os dados dos beneficiários.  

Além disso, o ideal é que as empresas de plano de saúde façam auditorias para melhor fiscalização. O treinamento das equipes para que entendam a importância da proteção de dados também é importante. 

É de suma importância que as operadoras de plano de saúde garantam a proteção de mensagens entre médicos e pacientes. Ademais, a autorização dos pacientes quanto ao uso de seus dados é a parte principal. 

O que a Agência Nacional de Saúde fala sobre o assunto?

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vem fazendo um esforço para implementar a Lei Geral de Proteção de Dados.

Dessa forma, a ANS criou a Assessoria de Proteção de Dados e Informações (APDI) e a Coordenadoria de Apoio a Proteção de Dados (COAPD). Essas áreas são responsáveis pela implementação da LGPD na ANS. 

Por meio da APDI, a Agência realiza reuniões para esclarecer sobre o assunto e entender o que é feito para verificar a segurança dos dados. Também foi feito cartilhas para servidores contendo as normas e os conceitos da LGPD.

Além disso, a ANS está em constante contato com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Isso para que, juntas, possam auxiliar no cumprimento das regras da LGPD no setor de saúde suplementar. 

A Agência também participa do Grupo de Trabalho que é guiado pela Confederação Nacional de Saúde. Nessa ação, discute-se a elaboração de uma proposta de Código de Conduta de boas práticas da LGPD para o setor. 

Assim, o Conselho Federal de Medicina, operadoras de saúde e prestadores de serviço na saúde também participam ativamente desse grupo. 

Com a Valem seus dados ficam protegidos!

A segurança dos seus dados e da sua família é um fator importante na hora de escolher um plano de saúde. 

O bem-estar não é apenas na questão de saúde física, mas também de ter tranquilidade em saber que suas informações estão seguras.

Pai, mãe e filha reunidos no parque segurando uma lousa com a palavra "family", família em inglês.
A Valem segue todas as regras da Lei Geral de Proteção de Dados para garantir a segurança e o bem-estar de sua família. 

Por isso, a Valem se compromete em cumprir todas as normas decretadas pela Lei Geral de Proteção de Dados. Dessa forma, aqui é possível que você tenha total controle de suas informações, além de ter total transparência no uso desses dados pelos planos de saúde

Cuidaremos de você ou da sua empresa por um ótimo custo-benefício, com a garantia de sua segurança e das melhores soluções. 

Então, conseguiu compreender o que é a Lei Geral de Proteção de Dados? Para mais informações como essa, acesse agora o blog da Valem! 💚

Saiba como promover saúde ocupacional para os colaboradores da sua organização

Saúde ocupacional: saiba o que é e como promover na sua empresa

Atualmente, as empresas estão cada vez mais se importando com o bem estar dos funcionários. Afinal, colaboradores satisfeitos trazem melhores resultados para a organização. Dessa forma, a promoção da saúde ocupacional é algo muito importante nesse contexto.

Podemos dizer que prezar pela saúde dos funcionários envolve uma série de fatores. Por isso, separamos um guia completo para que você saiba como promover a saúde ocupacional na sua empresa.  

Pegue papel e caneta para anotar as partes mais importantes e para compartilhar com seus patrões ou com o RH da organização. Siga a leitura! 💚

O que é saúde ocupacional?

Em primeiro lugar, a saúde ocupacional se relaciona com a saúde do funcionário no ambiente de trabalho

Logo, cuidar da saúde ocupacional é evitar doenças que surgem a partir das atividades laborais.

Funcionários de uma organização analisando um projeto no papel.
A adoção da saúde ocupacional proporciona maior bem estar aos funcionários.

Deste modo, a prioridade é garantir a segurança, a satisfação e o bem estar, tanto físico quanto emocional, do funcionário

Assim, a ideia é que o trabalhador se mantenha saudável. Ou seja, essa é uma área da medicina mais voltada para a prevenção do que para o tratamento. 

A importância da saúde ocupacional

Dessa forma, a saúde ocupacional é extremamente importante para manter a qualidade de vida dos colaboradores. Assim, como garantir a segurança de todos na empresa.

Além disso, a organização tem muito a ganhar promovendo bem estar aos seus funcionários. Isso porque, com ela, o rendimento aumenta e as queixas diminuem.

Logo, podemos dizer que a promoção da saúde ocupacional é importante porque é um modo da empresa cuidar dos colaboradores e da própria organização. 

O que a lei diz sobre saúde ocupacional?

Contudo, a saúde ocupacional não se trata de um ato de generosidade. De acordo com a legislação brasileira, todas as organizações devem seguir normas para garantir a saúde dos funcionários.

Dessa forma, as regras mudam conforme o tipo de instituição e de atividade exercida pelos colaboradores.

é indispensável que todas as empresas cumpram as normas de segurança e eduquem seus funcionários para segui-las corretamente.

Além disso, é obrigatório permitir a fiscalização das atividades exercidas. Assim como ter uma comissão interna para prevenir acidentes.

Portanto, a lei assegura que todos os trabalhadores tenham acesso à saúde ocupacional. No entanto, compete à empresa pôr em prática essa promoção do bem estar.

Por que promover a saúde ocupacional na sua empresa?

Para começar, uma instituição é feita de pessoas reais, com problemas e limitações típicas do ser humano. Logo, não é possível lidar com os colaboradores da mesma maneira que se trabalha com máquinas. 

Dessa forma, promover a saúde ocupacional é uma forma de cuidar de quem constitui a organização, zelando pelo bem estar de cada indivíduo. 

Além disso, com esse cuidado, a empresa tem muito o que ganhar. Confira:

Redução de acidentes de trabalho 

Em primeiro lugar, os acidentes de trabalho representam uma enorme dor de cabeça para as organizações. Desse modo, reduzi-los é sempre uma meta a ser alcançada.

Assim, a saúde ocupacional tem muito a contribuir para isso. Afinal, quando o bem estar do funcionário é priorizado, ele é capacitado a evitar e saber lidar com as situações de risco.

Diminuição de doenças ocupacionais entre os colaboradores

Além de reduzir os acidentes, a saúde ocupacional também diminui as doenças causadas pelo trabalho. 

Dessa forma, cabe a organização trabalhar para evitar doenças comuns em ambientes ocupacionais. 

Como, por exemplo, lesão por esforço repetitivo, perda de algum sentido, doenças respiratórias ou até mesmo esgotamento mental.

Assim, a empresa gasta menos com o afastamento dos funcionários. Além de correr menos risco do colaborador se desligar da organização por causa de problemas de saúde.

Melhora na imagem ocupacional

Cuidar de seus funcionários é uma ótima maneira de valorizar a imagem da empresa. Afinal, organizações que prezam pelo bem estar dos colaboradores são vistas de forma positiva pelos consumidores e pelo mercado de trabalho.

Além disso, os próprios trabalhadores terão uma imagem positiva da organização. Isso passa credibilidade e compromisso para a instituição.

Aumento da produtividade dos colaboradores 

Com tanto cuidado, a produtividade dos colaboradores aumenta. Isso porque funcionários satisfeitos executam melhor seu serviço. 

Logo, a empresa ganha mais. Tanto na quantidade de trabalho, quanto na qualidade do serviço.

Como promover a saúde ocupacional na sua empresa?

Contudo, por mais que a saúde ocupacional traga benefícios perceptíveis, não é simples colocá-la em prática. Dessa forma, é algo que exige esforço por parte da empresa. Porém, essa dedicação será recompensada no futuro. 

Vamos a algumas dicas de como colocar a saúde ocupacional em prática. Assim a empresa saberá a melhor maneira de preservar a saúde mental e física de seus trabalhadores.

Entenda os riscos aos quais os colaboradores estão expostos

Cada empresa possui características diferentes. Logo, é preciso analisar ao que os colaboradores estão expostos e se existem riscos nesta prática.

Para isso é possível contratar especialistas na área da segurança no trabalho para avaliar os perigos. Assim como para analisar o que deve ser feito para diminuir esses riscos.

Promova capacitações que ensinem a trabalhar de forma segura 

Saber trabalhar do modo correto é a melhor forma de evitar acidentes. Contudo, a empresa precisa saber como capacitar os colaboradores. Afinal, não é sempre que eles saberão o modo mais correto de executar seu serviço.

Palestra no ambiente de trabalho.
É importante conscientizar o trabalhador sobre como executar o serviço com segurança.

Assim, a melhor saída é promover oficinas e palestras que ensinam os colaboradores a se manter em segurança durante o desempenho de suas atividades diárias.

Promova a Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (SIPAT)

Eventos internos também são uma forma de promover a saúde ocupacional. Para começar, é uma maneira da empresa demonstrar que se importa com seus funcionários. 

Logo, a realização de uma Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho é a melhor alternativa. Durante o SIPAT, a empresa deve oferecer atividades que conscientizem o trabalhador. 

Incentive hábitos saudáveis e exercícios físicos entre os colaboradores

Outra forma de promover a saúde ocupacional é incentivar os colaboradores a adotar hábitos mais saudáveis

Para isso, a empresa pode estimular seus funcionários a praticarem exercícios laborais. Ou seja, aqueles que podem ser realizados no próprio ambiente de trabalho. 

A realização dessas atividades é uma breve folga entre as atividades. Algo que ajuda a desestressar o colaborador.

Além disso, também é possível incentivar uma boa alimentação. Assim como idas esporádicas ao médico e a realização de exames.

A disponibilização de uma psicóloga para atender os funcionários também é uma excelente alternativa. Pois com isso eles se sentirão acolhidos pela empresa.

Estimule um bom clima organizacional

Todo mundo sabe que o ambiente corporativo muitas vezes é um local de competitividade. Entretanto, este clima pode trazer mais malefícios do que benefícios à organização.

Afinal, é mais provável que a competição traga insatisfação e estresse aos funcionários, do que motivação e aumento no desempenho.

Logo, a empresa tem mais a ganhar se estimular um bom clima entre os colaboradores.  

Tenha e estimule o uso de um plano de saúde empresarial

Para finalizar, a empresa precisa ter consciência que muitos funcionários possuem os mais variados problemas de saúde. Dessa forma, a disponibilização de um convênio empresarial é uma maneira de cuidar da saúde do colaborador.

Além de disponibilizar um bom plano de saúde, a empresa também deve incentivar o seu uso. Assim, os trabalhadores se sentem mais confiantes para usufruir do benefício

Com um plano, muitos funcionários têm um acompanhamento de saúde adequado, o que evita complicações futuras. 

Conheça a Valem

A Valem é uma administradora de benefícios que busca oferecer os melhores planos de saúde empresariais para a sua organização, com serviços de qualidade e preços que cabem no seu bolso.

Nossa empresa está pronta para orientar quem deseja encontrar um convênio ideal para o time de colaboradores de uma instituição.

Agora que você já sabe mais sobre saúde ocupacional, entre no blog da Valem e fique por dentro de temas relacionados à planos de saúde e ao bem estar do trabalhador. Venha conferir! 😄

Como funciona a portabilidade de planos de saúde?

Portabilidade de plano de saúde: saiba como funciona

A insatisfação com os serviços oferecidos faz muitos clientes desejarem a portabilidade de plano de saúde. Em alguns casos, o desagrado surge porque o convênio não supre as necessidades do segurado. Em outros, o preço é o problema.

Seja qual for a sua reclamação, saiba que é possível exigir a mudança de plano de saúde. Inclusive, a troca é bem menos burocrática do que se imagina.

No entanto, existem muitas dúvidas acerca deste tema. Assim, no blog de hoje iremos explicar todas elas. Venha conferir!

O que é portabilidade de plano de saúde?

A portabilidade de plano de saúde é um direito que todo segurado possui. Ele permite a troca de convênio para uma operadora diferente. Assim, com a mudança, os vínculos com a empresa anterior deixam de existir.

Esse processo é mais simples do que cancelar e fazer um novo plano. Além disso, os direitos do plano anterior se mantém Por isso, a portabilidade é uma alternativa muito procurada.

Qual é a diferença entre portabilidade e migração no plano de saúde?

No entanto, além da portabilidade, existe a possibilidade de fazer a migração de plano de saúde. Nesse caso a troca não será da operadora, mas sim da modalidade do plano.

Dessa forma, é possível aperfeiçoar a cobertura com a inclusão de novos serviços. Um exemplo é a adesão ao plano de saúde coletivo.

Assim, a diferença entre portabilidade e migração de plano de saúde é que a primeira é uma troca de empresa. Enquanto a segunda é a mudança de contrato dentro da mesma operadora.

Afinal, como funciona a portabilidade de plano de saúde?

É preciso seguir algumas regras específicas para a portabilidade de plano de saúde

As normas sobre portabilidade são definidas pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Dessa forma, a mudança não pode ser cobrada e nem há a necessidade de apresentar justificativa para a portabilidade. 

Homem assinando contrato.
A portabilidade é a maneira mais simples de mudar de plano de saúde.

Porém, ao realizar a troca, é necessário que o segurado se certifique que os convênios são compatíveis. Isso significa que os preços devem ser similares, mesmo que a cobertura não seja a mesma. É possível comparar os planos no site da ANS.

O cliente ainda precisa estar pelo menos dois anos no plano que deseja trocar. Também é necessário ter o contrato ativo e não estar inadimplente.

Além disso, o beneficiário já deve ter cumprido o período de carência. Mas, esse assunto iremos abordar melhor no pŕoximo tópico.

É possível trocar de plano sem cumprir carência?

A carência é o período em que o segurado deve esperar antes de começar a usufruir dos benefícios do convênio. Ela é facilmente confundida com a Cobertura Parcial Temporária (CPT). Porém, o CPT vale apenas para lesões preexistentes.

Cada procedimento possui um tempo diferente de carência. Em casos de emergência, por exemplo, ela dura no máximo 24 horas. Já para procedimentos complexos, a carência chega a até 180 dias. 

Além disso, o tempo de carência varia entre os tipos de planos também. Um plano empresarial tem regras diferentes de um plano familiar. 

Gestante fazendo ultrassom.
Com a portabilidade, não é preciso cumprir a carência para utilizar os serviços do plano.

Contudo, no caso da portabilidade de plano de saúde não é necessário realizar a carência, pois o período já foi cumprido anteriormente. Dessa forma, o segurado pode utilizar o convênio assim que realizar a mudança.

Quem tem direito à portabilidade de plano de saúde?

A portabilidade de plano de saúde é um direito garantido a todos os beneficiários. Independentemente da idade, enfermidades ou demais características.

Desde que sigam as regras estabelecidas, qualquer segurado pode solicitar a troca de plano. Assim, nenhuma operadora tem o direito de negar a portabilidade.

Como fazer a portabilidade de plano de saúde?

Em primeiro lugar, para realizaer esse processo é necessário entrar em contato com a nova seguradora. Em seguida é preciso solicitar uma proposta de adesão.

Após o envio dos documentos para o novo plano, o beneficiário deve esperar até 10 dias para uma resposta. Caso a operadora não entre em contato depois desse prazo, a proposta é aceita automaticamente.

Depois desse procedimento, é preciso cancelar o plano antigo. Desse modo, basta o segurado pedir a desvinculação. Nenhum valor adicional advém desse processo.

Como funciona a portabilidade no plano de saúde Unimed?

A Unimed é uma empresa que oferece diversos tipos de planos. Assim, o segurado que desejar usufruir desses serviços pode solicitar a portabilidade.

Esse processo segue as normas gerais citadas anteriormente. Dessa forma, para conseguir a adesão o segurado deve entrar em contato com a operadora. 

Após a aceitação, o beneficiário pode começar a utilizar os serviços da Unimed a partir de 10 dias da assinatura do contrato. 

Conheça os planos de saúde da Valem

A Valem é uma administradora de benefícios que irá te ajudar a escolher o melhor plano de saúde em parceria com a operadora Unimed: que é referência no mercado.

Entre os planos oferecidos pela Valem, estão o individual e o coletivo por adesão. Há ainda a opção de planos empresariais, adotados por empresas para os seus colaboradores.

Por meio desses serviços, a Valem está sempre oferecendo uma maior qualidade de vida para os consumidores. Além de um excelente custo benefício.

Pois agora que você já sabe como funciona o processo de portabilidade de plano de saúde, clique aqui e faça um orçamento do melhor convênio perto de você!

O que é e qual a importância da saúde emocional no trabalho?

Mais do que nunca, a saúde emocional no trabalho se tornou um assunto muito difundido entre os colaboradores, principalmente durante o período de isolamento em decorrência da pandemia, no qual os sentimentos de medo e incerteza tomaram conta da população mundial.

Isso porque as empresas estão entendendo que elas são feitas por pessoas, e sem os funcionários elas não existem. Portanto, para que a produtividade não seja afetada e o rendimento seja sempre alto, o cuidado com o capital humano é fundamental.

Dessa forma, o RH tem papel fundamental na garantia do bem-estar mental de todos os envolvidos, buscando oferecer longevidade e prosperidade para a empresa. para saber mais sobre o assunto e entender como deixar o ambiente de trabalho mais agradável, confira o texto até o final. Boa leitura!

O que é a saúde emocional?

A saúde emocional está relacionada à habilidade de controlar as reações psíquicas, ou seja, conduzir as próprias emoções. Assim, o indivíduo consegue lidar melhor com as questões do dia a dia e, consequentemente, melhorar a sensação de bem-estar. 

Alguns sentimentos são normais na rotina, como ansiedade, estresse e tristeza, afinal, situações diferentes desencadeiam sentimentos diversos, não há escapatória. O problema está na forma como eles são administrados e começam a fugir do controle, atrapalhando o desempenho na vida pessoal e profissional. 

Dessa forma, pode gerar alguns transtornos, como:

  • Ansiedade;
  • Tristeza;
  • Estresse;
  • Cansaço excessivo;
  • Insônia;
  • Baixa concentração e desempenho.

Assim, podemos dizer que a saúde emocional está relacionada com a própria percepção que a pessoa possui dela mesma e dos seus sentimentos.

Qual é a diferença entre saúde emocional e saúde mental?

Os dois conceitos podem parecer sinônimos, mas acredite, não é. A saúde emocional, como dito no parágrafo acima, se trata do estado de espírito da pessoa, enquanto a saúde mental envolve questões cerebrais e neurológicas. 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define saúde mental como “um estado de bem-estar em que o indivíduo percebe suas próprias habilidades, pode lidar com o estresse normal da vida, pode trabalhar de maneira produtiva e é capaz de fazer uma contribuição para sua comunidade”.

Assim, os sentimentos diários, como euforia, raiva e tristeza estão relacionados às emoções. Já os distúrbios desencadeados pela falta de controle desses sentimentos, como depressão e ansiedade, estão relacionados à saúde mental. 

Apesar de serem diferentes, os dois estão intimamente ligados, já que se uma não vai bem, a outra também não irá. Isso porque quem tem problemas com a saúde mental, certamente terá problemas também em controlar suas emoções. 

Em ambos os casos, os sintomas são parecidos: há desinteresse em realizar atividades que antes lhe davam prazer, assim como irritação constante e insônia. Na vida profissional, a falta de motivação é constante, além da baixa concentração para executar as atividades que fazem parte da rotina.

Qual é a importância da saúde emocional no trabalho?

Funcionários felizes e motivados são essenciais para manter um bom clima organizacional na empresa, além de preservar o rendimento acima da média. Esse é um motivo significativo para estar atento à saúde emocional no trabalho. 

Mesa com 4 funcionárias de uma organização: todas estão sorridentes e com a saúde emocional em dia!
Funcionários felizes são a peça-chave de uma organização bem sucedida!

Além disso, as pessoas passam grande parte do dia no local de trabalho, convivendo com os colegas mais do que com familiares, em algumas situações. Portanto, qualquer desconforto nesse ambiente pode afetar tanto a qualidade das atividades profissionais quanto a vida pessoal do indivíduo.

Para confirmar, é só se atentar aos dados. Somente em 2020, mais de 285 mil pessoas solicitaram o auxílio doença e foram afastadas das suas atividades pelas doenças relacionadas ao trabalho mais comuns: depressão e ansiedade.

A tendência é que esse número aumente em decorrência da pandemia. Portanto, as empresas devem estar atentas ao comportamento de seus colaboradores e precisam estar preparadas para lidar com essas situações da melhor maneira possível, demonstrando empatia e respeito em relação à saúde e qualidade de vida da equipe. 

Como as empresas podem contribuir para a saúde emocional no trabalho?

As empresas têm papel fundamental na manutenção da saúde emocional dos seus colaboradores. Para isso, existem diversas atitudes que podem ser adotadas e trarão grandes resultados. Saiba como promovê-las na sua empresa.

Ofereça benefícios corporativos

Os benefícios corporativos são indispensáveis na hora de garantir o bem-estar, qualidade de vida no trabalho e boa relação entre empresa e funcionário. O objetivo principal é dar acesso a algum serviço que impacte positivamente, facilitando o acesso a cuidados com a saúde, alimentação e lazer. 

Por isso, é importante estar atento às necessidades de cada um e oferecer benefícios que façam sentido e melhorem, de fato, a rotina de cada um. Os planos de saúde empresariais, como os da Valem, são muito bem aceitos pelos funcionários, já que em um cenário epidêmico, o cuidado com a saúde física e mental nunca foi tão necessário. 

Faça uma pesquisa de clima

Ter um clima organizacional agradável é uma peça fundamental para manter a saúde emocional no trabalho. Uma equipe que se dá bem terá um desempenho melhor, uma comunicação mais efetiva, confiança entre colegas e inexistência de conflitos. 

Para saber se o clima organizacional da sua empresa está adequado, seguir o modelo de Pesquisa de Clima da Valem é importante para:

  • Identificar problemas e pontos de melhoria;
  • Desenvolver um ambiente de trabalho agradável;
  • Medir o grau de satisfação e motivação dos colaboradores;
  • Coletar informações variadas sobre a perspectiva da equipe.

O ideal é aplicá-la duas vezes ao ano, pelo menos, e analisar as respostas com atenção e pensar em estratégias de melhorias para implementação.

A saúde física também é importante

Mesmo batendo na tecla da saúde mental a todo tempo, não podemos deixar a saúde física em segundo plano. As empresas precisam de seus colaboradores saudáveis para realizarem um bom trabalho, não é mesmo?

Para isso, existem pequenas atitudes que podem ser implementadas pela empresa para estabelecer uma cultura organizacional focada na saúde do trabalhador, como:

  • Conceder bons planos de saúde e odontológicos;
  • Incentivar a troca do elevador pela escada;
  • Estimular o consumo de água oferecendo garrafinhas de água como brinde;
  • Oferecer frutas da estação;
  • Disponibilizar um espaço para descanso e lazer;
  • Incentivar a realização de atividade física;
  • Oferecer equipamentos adequados para uma boa postura no local de trabalho e outras questões de ergonomia.

Dessa forma, podemos dizer que prevenir é sempre melhor do que remediar, certo? Então tentar minimizar qualquer problema de saúde dos funcionários com ações pode ser muito eficaz, leva menos tempo e é menos doloroso.

Incentive momentos de descontração

As empresas estão apostando mais e mais nos happy hours pelos diversos benefícios que eles proporcionam para os funcionários e para a empresa no geral. Isso porque eles são eventos importantes que aproximam o time, melhoram o clima organizacional e aumentam a motivação dos colaboradores.

Funcionários jogando video-game na sola de descontração do ambiente de trabalho.
Uma sala de descontração com vídeo-games e outras atividades pode ser uma ótima maneira de melhorar a saúde emocional dos colaboradores.

Além disso, ajudam os funcionários a desligarem do trabalho pesado e relaxar um pouco para não ficarem esgotados mentalmente, cansados e nervosos – o que pode acabar comprometendo a produtividade e o rendimento no trabalho.

Quais os benefícios de investir na saúde emocional no trabalho?

Agora não há dúvidas de que a saúde emocional no trabalho tem que estar em dia e é dever da empresa garantir um ambiente de trabalho saudável. Isso porque essa prática proporciona benefícios individuais, grupais e organizacionais. 

As vantagens não param por aí. Então, confira o motivo de ter uma equipe emocionalmente saudável:

  • Seus colaboradores terão mais consciência de suas emoções;
  • Os relacionamentos interpessoais serão construtivos e respeitosos;
  • Haverá mais flexibilidade para o diálogo, melhorando a comunicação;
  • Mais engajamento e incentivo para os resultados coletivos;
  • Aumento na produtividade.

Tanto a empresa quanto os colaboradores só ganham com o incentivo à saúde emocional no trabalho. Portanto, dê a atenção necessária para essa questão e valorize o bem mais precioso que existe na organização! 

Gostou deste conteúdo? Então, confira outros artigos no nosso blog e aprenda  como valorizar seus funcionários oferecendo o melhor benefício corporativo no segmento da saúde! 

Seguro saúde e plano de saúde são a mesma coisa?

Seguro saúde e plano de saúde: saiba as diferenças

Você conhece as diferenças entre plano de saúde e seguro de saúde?

Que a semelhança entre os dois é a prestação de assistência médica para beneficiários, você com certeza já sabia. 

Mas, calma: é comum não saber quais as diferenças entre esses 2 tipos de serviços! 

Por isso, no artigo de hoje, iremos falar sobre esse assunto. Isso vai te ajudar a escolher aquele que melhor atende às suas necessidades e a de toda a sua família! 

Separe o papel e a caneta para anotar as partes importantes e continue a sua leitura!

Como funciona um plano de saúde? 

O plano de saúde é um serviço que pode ser contratado por pessoas ou empresas no intuito de receber assistência médica e hospitalar, de forma particular ou para os colaboradores

Embora a saúde gratuita seja um direito assegurado pela Constituição Federal do Brasil, o Sistema Único de Saúde não consegue atender toda à população de forma rápida e efetiva. 

Por isso, muitos indivíduos e muitas organizações escolhem contratar uma prestação de serviço privada para ter acesso a consultas, exames e cirurgias com conforto e segurança.

Calculadora preta, notas e moedas de dinheiro e caneta laranja.
Faça as contas: você provavelmente vai perceber que vale a pena contratar um plano de saúde! São atendimentos mais rápidos, confortáveis e seguros!

Após a contratação, o beneficiário tem a possibilidade de ser atendido em qualquer hospital, clínica ou consultório que faz parte da rede conveniada sem pagar os valores estabelecidos para pessoas que não possuem plano de saúde.

Quando o beneficiário precisa de um atendimento fora da rede do plano de saúde, algumas operadoras oferecem o reembolso total ou parcial dos valores pagos pelos procedimentos realizados. 

Por fim, também existem os planos de saúde por coparticipação. Eles são mais baratos que os planos de saúde convencionais, mas exigem que os pacientes paguem uma porcentagem das consultas e exames. 

Como funciona um seguro saúde? 

Diferente do plano de saúde, o seguro de saúde não possui uma rede conveniada. Ele é, na verdade, um contrato que reembolsa os usuários pelas despesas médicas, sejam elas relativas à consultas, exames ou cirurgias.

Dessa forma, o contratante tem a liberdade de escolher o hospital, a clínica e o médico que atende às suas necessidades. 

Vale ressaltar, entretanto, que o reembolso nem sempre é total. Na verdade, essa devolução segue uma série de diretrizes que costumam ser combinadas durante a assinatura do contrato. 

Você já deve ter feito um seguro de vida ou até mesmo um seguro veicular. O seguro de saúde funciona de forma semelhante. Ou seja, o cliente paga uma mensalidade que varia conforme o risco potencial de custos em atendimentos médicos.

Dessa forma, pessoas idosas e pacientes com doenças crônicas provavelmente pagarão mais caro no seguro de saúde do que contratantes jovens e saudáveis. 

O que eles têm em comum?

É comum confundir plano de saúde e seguro de saúde. Entretanto, embora sejam diferentes, ambos possuem algumas semelhanças!

Em primeiro lugar, o plano de saúde e o seguro de saúde possuem o mesmo objetivo de fornecer assistência médica e hospitalar na rede privada para os seus beneficiários! 

Além disso, existem outras semelhanças como:

  • O período de carência;
  • A inclusão de dependentes;
  • A cobertura de diversos procedimentos: de consultas à internações.

Mais importante do que saber as semelhanças entre plano de saúde e seguro de saúde é  saber as diferenças entre os dois tipos de contrato. Ficou curioso? Falamos mais sobre isso a seguir!

Quais as principais diferenças entre plano de saúde e seguro saúde?

A primeira diferença entre plano de saúde e seguro de saúde é que enquanto o plano oferece serviços dentro de uma rede pré-determinada, o seguro permite ao segurado a escolha de profissionais e instituições de sua preferência.

Hospital cinza com cruz azul em cima.
No seguro de saúde o cliente pode escolher o hospital de sua preferência, uma vez que ele não oferece redes conveniadas.

Além disso, o valor pago pelo beneficiário de um plano de saúde garante todos os atendimentos disponibilizados no contrato sem custo adicional

Já no seguro de saúde, o segurado deve pagar pelos atendimentos e depois solicitar o reembolso.

Outra diferença está no preço. De forma geral, o seguro de saúde costuma ser mais barato. Os preços variam de acordo com a taxa de reembolso combinada no contrato. 

Qual é a melhor opção: plano de saúde ou seguro saúde?

Cada um dos serviços possuem vantagens e desvantagens. Dessa forma, é importante avaliar qual deles supre as suas necessidades e a dos seus dependentes.

Enquanto o plano de saúde oferece segurança e opções de portabilidade, por exemplo, o seguro de saúde tem um ótimo custo-benefício e uma maior flexibilidade

Por meio dos módulos de cobertura, o seguro de saúde permite a construção de um contrato adaptado às necessidades e às doenças do usuário. 

Anote: o mais importante é não ficar desprotegido. Dessa forma, independente do formato do convênio, tenha em mente que essa escolha é sinônimo de cuidado para você e sua família! 

Por isso, na hora de fazer seguro ou plano de saúde, verifique a reputação da operadora, os períodos de carência e a extensão da cobertura. 

Seu plano de saúde não precisa ser caro: conheça a Valem!

O melhor plano de saúde é aquele que atende a todas as suas necessidades! Melhor ainda é quando você encontra esse serviço uma operadora que combina qualidade e preço justo!

A Valem é uma administradora de benefícios reconhecida no mercado por seu histórico de confiança e credibilidade. Na Valem você encontra:

  • Coberturas e preços diferenciados; 
  • Todo o suporte necessário;
  • Garantia de atualização sobre coberturas e leis; 
  • Serviços adicionais de promoção à saúde.

Aqui você encontra planos de saúde da Unimed por preços acessíveis! Além disso, você ainda conta com um acompanhamento ativo da empresa durante todo o processo contratual entre a sua organização e a operadora de saúde. 

Não perca tempo! Agora que você já sabe as diferenças entre plano de saúde e seguro de saúde, entre em contato com a gente para adquirir os melhores serviços com segurança e preço justo!

Enfermaria ou apartamento: como funcionam as acomodações do plano de saúde?

Enfermaria ou apartamento: qual escolher no plano de saúde?

É muito comum nos preocuparmos com o período de carência e a inclusão de dependentes na hora de contratar um plano de saúde. Entretanto, outro fator muito importante para ficar atento é o tipo de acomodação oferecida: enfermaria ou apartamento.

Isto porque, caso você ou um de seus dependentes precise ser internado, serão acomodados em uma dessas instalações que têm diferenças consideráveis entre si.

Por isso, no blog de hoje, preparamos um guia sobre o funcionamento de cada uma dessas acomodações e o que considerar antes de escolher a melhor opção para sua família. Boa leitura!

O que são as acomodações de um plano de saúde?

De maneira geral, as acomodações de um plano de saúde são o local onde o paciente ficará hospedado durante uma internação. Essa acomodação pode ser uma enfermaria ou apartamento, dependendo do que estiver no contrato do convênio.

No entanto, vale lembrar que não são todos os planos que cobrem internações. Logo, eles não oferecem acomodações para os seus beneficiários. 

Geralmente, os planos de saúde mais completos que oferecem esse tipo de serviço são:

  • plano hospitalar (com ou sem obstetrícia);
  • ambulatorial + hospitalar (com ou sem obstetrícia);
  • plano referência, que costuma ser o mais completo das operadoras de saúde.

Isto acontece porque a inclusão e o tipo de acomodação de um plano de saúde costuma interferir no preço pago pelo serviço. Por isso, é importante conhecer o processo de cada uma das acomodações.

Como funciona a internação na enfermaria?

Na enfermaria, o beneficiário do plano de saúde compartilha a acomodação com outros pacientes. Dessa forma, essas instalações só podem receber pessoas que não possuam doenças contagiosas. 

A enfermaria tem horários mais limitados para visita. Além disso, apenas idosos, crianças, gestantes e portadores de necessidades especiais podem contar com acompanhantes nestas acomodações.

Vale lembrar que além do quarto, o banheiro das acomodações de enfermaria também é compartilhado. Por isso, estas instalações, geralmente, divididem-se entre homens e mulheres e os acompanhantes devem ser do mesmo sexo do paciente.

Como funciona a internação nos apartamentos?

Os apartamentos possuem muitos diferenciais em relação às enfermarias. O principal deles é a privacidade, já que tanto o quarto como os banheiros dessas acomodações são de uso exclusivo do beneficiário internado.

Alguns convênios permitem acompanhantes para pacientes entre 18 e 60 anos caso haja recomendação do médico especialista. Nestes casos, a pessoa também tem acesso ao banheiro. Entretanto, suas refeições não costumam estar inclusas no plano de saúde.

Alguns hospitais possuem, inclusive, apartamentos mais completos, que oferecem cozinha e sala de visitas para aumentar o conforto do beneficiário e de seus acompanhantes.

Além disso, ao contrário das enfermarias, as acomodações de apartamento oferecem horários mais longos e flexíveis para visitas durante o dia ou à noite.

Enfermaria ou apartamento: na imagem, idosa internada com a companhia e suporte de familiares.
Nos apartamentos, os pacientes têm direito a acompanhante em tempo integral em uma acomodação exclusiva.

Então, quais as diferenças entre enfermaria e apartamento?

Não há segredo: a principal diferença entre enfermaria ou apartamento é a privacidade! Afinal, enquanto em uma enfermaria você precisa compartilhar o quarto com outros pacientes, quase sempre desconhecidos, o apartamento oferece exclusividade para você e o seu acompanhante.

Além disso, como vimos, as acomodações de enfermaria permitem acompanhantes apenas para pacientes pertencentes aos chamados grupos de risco. Nestes casos, é necessário que seja uma pessoa do mesmo sexo da pessoa internada.

Já nos apartamentos, qualquer paciente tem direito à acompanhante, sendo que esta pessoa pode ser qualquer amigo ou pessoa da família.

Os horários de visita também são diferentes para cada tipo de acomodação. Nas enfermarias, existe um horário fixo para visitas por dia, que costuma durar cerca de 60 minutos; já nos apartamentos, este horário é maior e mais flexível.

Por fim, a última diferença entre os dois tipos de acomodação está no preço! Como o apartamento oferece mais vantagens e mais conforto para os beneficiários e seus acompanhantes, ele costuma ser mais caro que a enfermaria nos planos de saúde.

Por quanto tempo posso ficar internado na enfermaria ou apartamento pelo plano de saúde?

De acordo com as regulações da Agência Nacional de Saúde, não existe um tempo limite de internação na enfermaria ou apartamento de um plano de saúde. No geral, a pessoa pode ficar internada até estar totalmente recuperada de sua enfermidade.

Entretanto, vale ressaltar que em planos de saúde coparticipativos, o beneficiário precisa pagar uma taxa extra para poder ser internado em uma acomodação. Depois desse pagamento, não existe um limite de dias para desocupar a acomodação.

Então, caso você ou algum familiar esteja internado, fique tranquilo e recupere-se com calma. Pois, o número de dias que você fica internado não interfere na cobrança mensal do seu convênio de saúde.

Na imagem, a mão de uma pessoa com tubos de internação.
No geral, o número de dias internados não influencia diretamente na cobrança do plano de saúde.

Posso mudar da enfermaria para o apartamento?

Se for da vontade do paciente, é possível mudar da enfermaria para o apartamento por meio da portabilidade. Este serviço é oferecido pela maior parte das operadoras de plano de saúde. Para isso, basta entrar em contato com a prestadora e solicitar a alteração da modalidade de acomodação.

Entretanto, vale lembrar que a mudança pode interferir nos custos do contrato, já que, como vimos, as acomodações de apartamento são mais caros do que as enfermarias. Isto acontece devido ao maior número de benefícios que essas instalações oferecem aos usuários e seus acompanhantes.

É bom ressaltar também que as operadoras possuem regras diferentes, o que você já deve ter percebido na hora de fazer um plano de saúde. Dessa forma, é necessário ficar atento a todos os detalhes na hora da contratação, desde a possibilidade de inclusão de dependentes até o processo de portabilidade.

Fique atento: a ANS proíbe a adição de um novo período de carência após o processo de portabilidade no convênio de saúde. 

Qual a melhor opção: enfermaria ou apartamento?

Mesmo conhecendo as principais diferenças entre enfermaria e apartamento, a verdade é que escolher a melhor opção vai depender de quais são as suas necessidades e prioridades em um momento delicado como a internação. 

Se você preza pela privacidade e pelo conforto e acha que pode ficar incomodado em compartilhar quarto e banheiro com pessoas desconhecidas, o apartamento será a melhor opção.

Além disso, o apartamento também é interessante para pessoas muito próximas à família e que esperam receber as visitas e o conforto dos familiares durante este momento difícil.

Por outro lado, se você acredita que pode não precisar usar este serviço ou que lidaria bem com a situação sem acompanhantes em um quarto compartilhado, é possível escolher a enfermaria.

Faça uma lista de prós e contras de cada uma das possibilidades e veja qual delas melhor atende suas necessidades e de sua família.  
Seja em enfermaria ou apartamento, o importante é que você conte com um plano de saúde que possa oferecer o suporte necessário em situações difíceis. Para conferir mais informações para te ajudar a escolher o melhor convênio, conheça o blog da Valem!

O que é e como funciona a Cobertura Parcial Temporária da Unimed?

Cobertura parcial temporária Unimed: saiba como funciona!

Você já ouviu falar na Cobertura Parcial Temporária da Unimed? Também conhecida como CPT, esse termo é facilmente confundido com o período de carência. Mas é preciso estar atento, pois eles não significam a mesma coisa.

Uma pessoa portadora de uma Doença ou Lesão Preexistente (DLP) que contrata um plano de saúde, precisa aguardar determinado prazo para ter acesso à cobertura integral dos serviços. Esta restrição é a chamada Cobertura Parcial Temporária.

Entretanto, assim como acontece com a carência, existe um período máximo estabelecido pela Agência Nacional de Saúde para a CPT. Por isso, é fundamental entender como funciona este processo.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, continue a leitura! No blog de hoje, vamos conhecer o que é a Cobertura Parcial Temporária da Unimed, como funciona e quando ela pode ser aplicada.

O que é a Cobertura Parcial Temporária (CPT)?

A Cobertura Parcial Temporária é o período em que a operadora não cobre atendimentos de alta complexidade que estejam relacionados à doenças ou lesões preexistentes à contratação do plano de saúde.

A CPT não é uma prática obrigatória às operadoras de planos de saúde. Por isso, é comum que cada uma tenha um período diferente de restrição. Mas, para garantir os direitos do consumidor, a ANS limita este prazo a, no máximo, 24 meses a partir da assinatura do contrato.

O prazo máximo para a Cobertura Parcial Temporária da Unimed (CTP) é de 2 anos.
O prazo máximo para a Cobertura Parcial Temporária (CTP) é de 2 anos.

Além disso, este processo só pode abranger cirurgias, leitos de alta complexidade, como UTI, unidade coronariana ou neonatal, e procedimentos de alta complexidade diretamente relacionados à doença ou lesão preexistente.

O que são doenças ou lesões preexistentes?

As DLPs são doenças ou complicações de saúde que o beneficiário do plano já tenha conhecimento no momento da assinatura do contrato com a operadora. Como é o caso, por exemplo, das doenças crônicas.

Vale lembrar que, caso o beneficiário não saiba que possui a doença no momento da contratação, ela não pode ser considerada uma DLP, mesmo que seja descoberta logo em seguida.

Entretanto, se a pessoa conhecer a sua condição e omitir esta informação da operadora do plano de saúde, o ato pode ser considerado fraude e causar a rescisão do contrato de serviço.

Algumas das doenças que podem levar à Cobertura Parcial Temporária da Unimed são:

  • anemia;
  • hipertensão;
  • diabetes;
  • câncer;
  • doenças cardíacas, como arritmia e sopro no coração.

O que são procedimentos de alta complexidade?

De maneira geral, procedimentos de alta complexidade (PAC) são aqueles que envolvem tecnologias mais avançadas e custos mais elevados para sua realização.

Nesse sentido, alguns dos principais procedimentos que se encaixam nessa categoria são:

  • tomografia computadorizada;
  • ressonância magnética;
  • hemodiálise;
  • quimioterapia;
  • cateterismo cardíaco.
A tomografia computadorizada é um dos procedimentos considerados de alta complexidade.
A tomografia computadorizada é um dos procedimentos considerados de alta complexidade.

Qual é a diferença entre a carência do plano e a CPT? 

Tanto no período de carência quanto na Cobertura Parcial Temporária da Unimed, o beneficiário não tem acesso a uma parte da cobertura do plano contratado. Assim, o que diferencia os dois casos é a motivação e o prazo da restrição.

Isto porque a Cobertura Parcial Temporária está relacionada exclusivamente a procedimentos relacionados à doenças ou lesões preexistentes. Já a carência do plano de saúde estabelece um prazo para que o usuário possa ter acesso a qualquer serviço incluso, como:

  • 24 horas para casos de emergência;
  • 300 dias para partos a termo;
  • 180 dias para outras situações.

Assim, caso precise de exames ou consultas que não estejam relacionados a nenhuma DLP, deverá consultar o prazo de carência. Mas, se houver alguma relação, prevalece a cobertura da CPT.

Ou seja, mesmo que o beneficiário tenha cumprido o prazo de 180 dias da carência para realização de determinado exame, ele poderá não ter acesso caso seja um procedimento de alta complexidade relacionado a uma doença ou lesão preexistente.

Como funciona a Cobertura Parcial Temporária em planos empresariais?

De acordo com a ANS, no caso dos planos de saúde empresariais, a operadora não pode aplicar a Cobertura Parcial Temporária se:

  • o contrato incluir 30 colaboradores ou mais;
  • o funcionário solicitar ingresso ao plano em até 30 dias da assinatura do contrato.

Nesse sentido, as organizações devem considerar as doenças preexistentes de seus colaboradores na hora de contratar um plano de saúde empresarial.

Isto porque, com esses dados em mãos, os gestores podem encontrar um plano que tenha a cobertura e a rede de atendimento qualificada para atender à demanda de saúde dos funcionários. 

Afinal, um bom convênio de saúde é um benefício corporativo que proporciona o bem-estar dos colaboradores. Além disso, ele também pode aumentar a produtividade e melhorar o clima organizacional de uma empresa

Afinal, como funciona a Cobertura Parcial Temporária da Unimed? 

No momento da contratação de um plano de saúde Unimed, a operadora oferece, junto do contrato, uma declaração de saúde que deve ser preenchida pelo beneficiário para informar doenças ou lesões preexistentes que possam ocasionar a Cobertura Parcial Temporária da Unimed

A declaração também poderá ser preenchida por um representante legal do beneficiário. E, em ambos os casos, há o direito de uma orientação gratuita com um médico credenciado ou referenciado pela operadora.

Assim, a pessoa que preencher o formulário deve informar se o beneficiário:

  • toma medicamentos regularmente;
  • consulta médicos por problema de saúde do qual conhece o diagnóstico;
  • fez qualquer exame que identificou alguma doença ou lesão;
  • esteve internado ou submeteu-se a alguma cirurgia.

Nesse sentido, não haverá restrições de CTP para consultas médicas, internações não cirúrgicas, exames ou procedimentos que não sejam de alta complexidade, mesmo que estejam relacionados à DLPs.

Mas, caso o beneficiário omita informações sobre doenças ou lesões preexistentes na declaração, a Unimed poderá solicitar a abertura de um processo administrativo junto à ANS. 

A prática pode levar à rescisão do contrato por fraude e a responsabilização do usuário pelos custos dos procedimentos relacionados às DLP não declaradas.
Agora você já sabe tudo sobre a Cobertura Parcial Temporária da Unimed e está pronto para contratar o seu plano. Se quiser saber mais informações técnicas sobre planos e convênios de saúde, acesse o blog da Valem!