Doença de Alzheimer: quais são os sintomas e como prevenir?

doença de alzheimer: um senhor andadndo com um andador e uma médica o acompanhando.

A doença de Alzheimer é um tipo de demência que afeta a memória, o raciocínio e o comportamento de milhões de pessoas no mundo. No Brasil, estima-se que 1,2 milhão pessoas vivem com alguma forma de demência e 100 mil novos casos são diagnosticados por ano. Essa doença não tem cura, mas pode ser tratada com medicamentos e cuidados especiais.

Por isso, é importante saber como prevenir e reconhecer o Alzheimer, bem como buscar ajuda médica e apoio especializado

Neste artigo, vamos explicar quais são os fatores de risco, como é feito o diagnóstico e o tratamento, e quais são as dicas para manter a mente saudável. Continue lendo e descubra como cuidar melhor da sua saúde mental e da de quem você ama!

O que é a doença de Alzheimer?

A doença de Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo que afeta principalmente a memória, a linguagem, o raciocínio e outras funções cognitivas.

Ela ocorre quando células nervosas no cérebro se degeneram e formam proteínas anormais que causam inflamação, atrofia e perda de conexões entre os neurônios.

Essa doença é a forma mais comum de demência, representando de 60% a 80% de todos os casos. Ela é mais frequente em pessoas com mais de 65 anos, mas também pode acontecer em idades mais jovens, especialmente se houver histórico familiar da doença.

O que acontece com o cérebro?

O Alzheimer afeta diferentes áreas do cérebro, dependendo do estágio da doença. Em geral, podemos dividir a doença em três estágios: inicial, intermediário e avançado.

Estágio inicial

Nesse estágio, o Alzheimer afeta principalmente o hipocampo, o córtex entorrinal e o neocórtex, que são áreas relacionadas à formação e à recuperação da memória. 

Por isso, os sintomas mais comuns nesse estágio são a perda de memória recente, a dificuldade para aprender coisas novas, a desorientação temporal e espacial e a alteração do humor.

Estágio intermediário 

O Alzheimer se espalha para outras áreas do cérebro, como o núcleo basal, o lócus coeruleus e os núcleos da rafe, que são áreas envolvidas no controle das emoções, da atenção, da linguagem e do movimento. 

Por isso, os sintomas mais comuns nesse estágio são a perda de memória de fatos passados, a dificuldade para reconhecer pessoas e objetos, a confusão mental, a agitação, a apatia, a afasia, a apraxia e a agnosia.

Estágio avançado

No estágio avançado, o Alzheimer atinge o tronco cerebral, que é a área responsável pelas funções vitais do organismo, como a respiração, a circulação e a digestão. 

Por isso, os sintomas mais comuns nesse estágio são a perda de peso, a incontinência urinária e fecal, a dificuldade para engolir, a infecção e a desidratação.

Qual é a causa da doença de Alzheimer?

A causa exata da doença de Alzheimer ainda não é conhecida, mas existem alguns fatores que podem influenciar o seu desenvolvimento, como:

Genética

Algumas alterações nos genes podem aumentar o risco de Alzheimer, especialmente nos casos familiares que ocorrem em pessoas mais jovens. 

Por exemplo, mutações nos genes APP, PSEN1 e PSEN2 podem afetar o metabolismo de proteínas no cérebro e causar inflamação.

Acúmulo de proteínas no cérebro

As proteínas beta-amiloide e tau se acumulam entre e dentro dos neurônios, respectivamente, formando as placas amiloides e os emaranhados neurofibrilares. Essas estruturas prejudicam a comunicação e a função dos neurônios, levando à sua morte.

Diminuição do neurotransmissor acetilcolina

A acetilcolina é uma substância química que facilita a transmissão de informações entre os neurônios. Ela está envolvida em processos como aprendizado, memória e atenção. No Alzheimer, há uma diminuição da produção e da liberação de acetilcolina pelos neurônios, o que compromete essas funções cerebrais.

Fatores ambientais e de estilo de vida

Alguns fatores que podem afetar a saúde do cérebro e aumentar o risco de Alzheimer são: idade avançada, histórico familiar, depressão, surdez, tabagismo, diabetes, hipertensão, colesterol alto, obesidade, sedentarismo, baixa escolaridade, traumatismo craniano e infecção pelo vírus HSV-1.

Quais os fatores de risco?

Saber quais são os fatores de risco pode nos ajudar a entender melhor essa doença e, quem sabe, reduzir as chances de desenvolvê-la. Aqui estão alguns pontos importantes:

  • Envelhecimento: à medida que envelhecemos, especialmente depois dos 65 anos, o risco de ter Alzheimer aumenta. A partir dessa idade, a cada cinco anos, as chances dobram, afetando cerca de 40% das pessoas com mais de 85 anos.
  • Histórico familiar: se você tem familiares diretos que tiveram Alzheimer, suas chances de desenvolver a doença podem ser maiores. Isso indica que genes, como o APOE4, podem influenciar o risco.
  • Saúde vascular: manter uma boa saúde dos vasos sanguíneos é crucial. Condições como pressão alta, diabete, colesterol alto, fumar e não se exercitar podem afetar negativamente o fluxo sanguíneo para o cérebro.
  • Depressão: existe uma ligação entre a depressão, especialmente após os 50 anos, e um aumento no risco de Alzheimer. Isso pode estar relacionado a mudanças nos neurotransmissores e hormônios.

Como prevenir o Alzheimer?

Agora, você pode estar se perguntando: é possível prevenir a doença de Alzheimer? Embora não exista uma garantia de prevenção, algumas ações podem ajudar a reduzir o risco ou atrasar o aparecimento da doença:

  • Desafie sua mente: atividades que fazem você pensar, como ler, estudar ou jogar jogos de estratégia, que podem fortalecer seu cérebro.
  • Seja ativo fisicamente: exercícios, como caminhar ou dançar, não só melhoram sua saúde física, mas também beneficia seu cérebro.
  • Alimente-se bem: uma dieta rica em frutas, verduras, peixes e grãos integrais pode nutrir seu cérebro e protegê-lo.
  • Durma bem: uma boa noite de sono é essencial para a saúde do seu cérebro.
  • Mantenha-se socialmente ativo: interagir com outras pessoas pode estimular seu cérebro e seu bem-estar emocional.

Quais são os sintomas?

Os sintomas da doença de Alzheimer variam conforme o estágio da doença, mas geralmente envolvem:

  • Perda de memória: é o sintoma mais característico e inicial do Alzheimer, e se refere à dificuldade de lembrar de fatos recentes, como nomes, datas, lugares, conversas, compromissos, etc. Com o tempo, a perda de memória se agrava e afeta também fatos mais antigos, como a história pessoal, o reconhecimento de familiares e amigos, etc.
  • Problemas de linguagem: dificuldade para se expressar, compreender, ler e escrever, esquecendo palavras, trocando termos, repetindo frases, usando uma linguagem vaga ou incompreensível, etc. A comunicação se torna cada vez mais prejudicada e limitada.
  • Desorientação: se perder facilmente em ambientes conhecidos ou desconhecidos, não sabendo onde está, como chegou ou como voltar. Também pode se confundir com o tempo, não sabendo a data, o dia da semana, o mês ou o ano em que vive.
  • Dificuldade para realizar tarefas: como se vestir, se alimentar, tomar banho, usar o telefone, pagar contas, etc. Também pode ter problemas para planejar, organizar, resolver problemas e tomar decisões.
  • Alterações de comportamento e personalidade: mudanças bruscas de humor e de personalidade, ficando mais irritado, agressivo, ansioso, apático, deprimido, desconfiado, etc. Também pode ter alucinações, delírios, agitação, insônia, incontinência, etc.

Como obter o diagnóstico da doença de Alzheimer?

O diagnóstico da doença de Alzheimer é feito por meio de uma avaliação clínica, que inclui:

Entrevista médica

O médico, geralmente um neurologista ou um geriatra, faz perguntas ao paciente e aos familiares sobre os sintomas, o histórico pessoal e familiar, os medicamentos em uso, os hábitos de vida, para obter uma anamnese completa e identificar possíveis causas ou fatores de risco para o Alzheimer.

Exame físico e neurológico

O médico examina o paciente para verificar o seu estado geral de saúde, a sua pressão arterial, a sua frequência cardíaca, os seus reflexos, a sua força muscular, a sua coordenação motora, a sua sensibilidade, para descartar outras condições que afetem o cérebro.

Testes cognitivos

O psicólogo ou o médico aplica testes padronizados para avaliar as funções cognitivas do paciente, como a memória, atenção, linguagem, raciocínio e orientação. Um dos testes mais usados é o Mini Exame do Estado Mental (MEEM), que consiste em perguntas simples sobre o tempo, o espaço, o cálculo e a escrita.

Exames complementares

O médico pode solicitar exames de sangue, urina, imagem (como tomografia ou ressonância magnética) ou de liquor, para investigar outras possíveis causas de demência, como infecções, tumores, derrames, deficiências vitamínicas, alterações hormonais etc. Esses exames também podem ajudar a confirmar ou a descartar o Alzheimer, mas não são definitivos

O diagnóstico do Alzheimer é por exclusão, ou seja, é feito quando se eliminam outras possibilidades. Não há um teste específico ou um marcador biológico que identifique a doença com certeza. O único método definitivo é a análise do tecido cerebral, que só pode ser feita após a morte do paciente.

Como é feito o tratamento?

O tratamento da doença de Alzheimer é feito com medicamentos e outras abordagens não farmacológicas, que visam controlar os sintomas, retardar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida do paciente e dos cuidadores.

Ele é individualizado e deve ser orientado por uma equipe multidisciplinar, que pode incluir médicos, enfermeiros, psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, entre outros.

Se você quiser saber mais sobre a doença de Alzheimer ou outras doenças, você pode contar com a Valem. Somos sua aliada na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de diversas condições de saúde, com segurança, praticidade e conforto. Acesse o site da Valem e conheça os nossos serviços e benefícios.

Terapia infantil: como funciona e quais os benefícios?

Terapia Infantil: uma psicologa mostrando um emoji feliz para uma criança.

Assim como adultos e pessoas em outras faixas etárias, as crianças apresentam necessidades emocionais as quais não conseguem superar. Para auxiliar nessas dificuldades, a terapia infantil é indicada.

Essa modalidade de atendimento psicoterapêutico nem sempre é conhecida por pais e responsáveis, visto que seu atendimento é diferente em relação ao destinado ao adulto. A seguir, continue a leitura para conhecer mais sobre a terapia infantil, seus benefícios e quando ela é indicada.

O que é a terapia infantil?

A terapia infantil é um tratamento voltado para crianças em que o atendimento psicoterapêutico considera as necessidades emocionais e psíquicas. Visto que nos primeiros anos de vida da criança o foco é seu desenvolvimento, as novas etapas em seu crescimento contemplam a criança com consciência de si, funcionamento do corpo, relações sociais e emoções.

Dessa forma, é errôneo acreditar que a criança apresenta a mesma compreensão dos acontecimentos e sentimentos. Afinal, ela ainda não consegue discernir nem expressar o que sente. 

Considerando que o gerenciamento dessas emoções não é uma tarefa fácil, a criança se expressa por meio de choros, gritos, gargalhadas, e outras ações típicas.

Por isso, a abordagem da terapia infantil visa auxiliar na compreensão das aflições, desejos e anseios, permitindo entender e tratar as causas dos desconfortos emocionais, visto que os pequenos não apresentam capacidade de fazê-los sozinhos.

Como funciona a Terapia Infantil?

A terapia infantil utiliza a ludoterapia, abordagem que necessita de especialização para o trabalho com crianças. A partir dessa capacitação, o psicólogo é habilitado a utilizar técnicas e métodos lúdicos para auxiliar diversos campos de desenvolvimento infantil.

Dessa forma, a principal linguagem na terapia infantil é o brincar. Por meio de atividades e brincadeiras, a criança pode expressar seus pensamentos, impressões, vontades, sentimentos e medos. Dessa forma, a ludoterapia tem como foco o lúdico para auxiliar na saúde mental e emocional.

Quais são os sinais que indicam que uma criança precisa do auxílio de um psicólogo(a)?

As ocasiões e sinais em que a criança aparenta necessitar de terapia, são:

  • Gritos, choros e outras reações intensas/agressivas com o tempo;
  • Alteração nos hábitos alimentares;
  • Problemas no aprendizado;
  • Dificuldade de socialização;
  • Crises de choro frequentes;
  • Pesadelos, terrores noturno;
  • Medo irracional e frequente;
  • Adoção de uma criança;
  • Isolamento prolongado;
  • Destruição de objetos;
  • Morte de um familiar;
  • Ansiedade extrema;
  • Dificuldades na fala;
  • Divórcio.

Os pais podem procurar a terapia infantil sempre que perceberem comportamentos atípicos ou após eventos traumáticos e estressantes para os filhos. Em crianças pequenas, é natural a mudança drástica de comportamento ao longo de seu desenvolvimento.

Muitas vezes isso pode ser confundido com algo patológico. Por isso, é indicado que a criança seja levada até um especialista em terapia infantil somente a partir dos 2 anos. Contudo, em caso de dúvida, pode-se consultar um psicólogo antes desse tempo.

Quais são os benefícios da Terapia Infantil?

São muitos os benefícios da terapia infantil para o desenvolvimento da criança. Entre os principais, estão:

  • Contribui para que a criança saiba lidar com problemas familiares e de relacionamento;
  • Auxilia a criança a lidar com problemas emocionais;
  • Melhora na comunicação e as habilidades sociais;
  • Ajuda a melhorar a autoestima e autoconfiança;
  • Apoio para lidar com traumas e estresse;
  • Colabora no desempenho acadêmico.

Qual é a importância dos pais na terapia infantil?

Para o sucesso da terapia infantil, a presença dos pais é fundamental. Afinal, a família é o principal pilar emocional, psicológico e social da criança. 

Desse modo, os familiares que convivem diariamente com o pequeno devem acompanhar seu progresso no tratamento. Assim, a participação dos pais ocorre por meio de sessões com o psicólogo.

Na primeira consulta, o profissional recebe pais ou cuidadores para obter informações sobre o comportamento da criança, seus primeiros dias de vida, período gestacional, dinâmica familiar e mais.

A partir de dados como esses, o psicólogo pode desenvolver a melhor conduta junto às observações realizadas durante as sessões de terapia infantil com a criança.

Terapia online também é para crianças?

O atendimento online pode trazer muitos benefícios à criança e aos pais. Atualmente, essa modalidade tornou-se popular, diminuindo o absenteísmo diante das sessões. Isso porque, é possível ter flexibilidade nos horários de atendimento, além de evitar deslocamentos.

Essas particularidades são vantajosas especialmente para crianças em idade escolar, visto que nem sempre encontrar um horário na agenda da criança e dos pais é uma tarefa fácil. Por isso, a terapia na modalidade online facilita as sessões por sua praticidade e dinamismo.

Como escolher uma psicóloga ou um psicólogo infantil

Para escolher uma psicóloga ou psicólogo infantil, alguns cuidados devem ser seguidos. É importante certificar-se sobre as credenciais do profissional. Além disso, conhecer melhor o indivíduo e avaliar custos das sessões são questões que não podem ficar de fora da seleção.

Certifique-se sobre a formação

Para atuar na terapia infantil, o indivíduo deve ser graduado em psicologia e especializado em ludoterapia, além de possíveis outras formações para atender melhor o público pueril. Também é obrigatório o registro no Conselho Regional de Psicologia.

Conheça mais sobre o profissional

Conhecer melhor o psicólogo é indispensável. Portanto, uma boa ideia é reunir as principais dúvidas em uma lista e pedir que sejam esclarecidas no primeiro contato. Assim, é possível avaliar itens como empatia e confiabilidade durante a conversa.

Avalie o custo

Ainda que não seja o principal fator decisivo, é importante avaliar o custo das sessões. Afinal, a terapia infantil requer tempo. Por isso, os pais e responsáveis devem programar-se financeiramente para o tratamento, avaliando as melhores possibilidades diante de seu orçamento.

Como a Valem pode ajudar

Nós, da Valem, somos uma administradora de benefícios. Desse modo, visamos oferecer as melhores soluções para clientes e parceiros por meio da prestação de serviços e preços justos. 

Atualmente, temos como parceiras algumas das melhores e maiores operadoras de planos de saúde do Brasil, como a Unimed, que dispõe de profissionais especializados no atendimento psicológico para adultos e crianças.

Agora, você já conhece os benefícios da terapia infantil e como ela pode contribuir para o desenvolvimento da criança. Portanto, ao observar comportamentos atípicos, não hesite em buscar ajuda profissional, garantindo assistência de qualidade para seu filho.

Ficou interessado em obter um plano de saúde que atenda toda sua família? Então, conheça a Valem!

Como diminuir o estresse: confira 12 dicas práticas

como diminuir o estresse: uma mulher jovem com o tom de pele negro, sentada no chão com as mãos sobre a cabeça.

Já passou por aquele momento do dia em que tudo o que você quer é gritar ou descontar sua frustração em algo (ou alguém)? Pois é, todos enfrentamos esses instantes de tensão. Mas você sabe como diminuir o estresse e tornar seu dia a dia mais leve?

Viver na correria e no automático pode levar ao acúmulo de uma série de emoções negativas que afetam a saúde física e mental, e isso mexe com o bem-estar e as atividades rotineiras. Por isso, é importante adotar algumas práticas simples, mas eficazes, para evitar o excesso de estresse e manter o equilíbrio emocional.

Neste artigo, vamos compartilhar 12 dicas com pequenos ajustes e hábitos que, pode acreditar, podem mudar totalmente a sua forma de lidar com as pressões do dia a dia. Confira!

Quando o estresse não é normal?

O estresse é uma reação natural do corpo diante de situações que exigem mudança ou adaptação. Em pequenas doses, o estresse pode ser benéfico, pois nos motiva a enfrentar os desafios e a superar os obstáculos.

Porém, quando o estresse se torna crônico ou excessivo, ele pode prejudicar a nossa saúde física e mental, causando sintomas como dores de cabeça, ansiedade, depressão, irritabilidade, problemas digestivos, insônia, entre outros. Por isso, é fundamental saber como lidar com o estresse e reduzir os seus efeitos negativos.

Como diminuir o estresse?

Existem diversas estratégias que podem ajudar a diminuir o estresse. A seguir, apresentaremos algumas delas. Confira!

1. Pratique exercícios físicos

Os exercícios físicos são uma das formas mais eficazes de combater o estresse, pois eles liberam endorfinas — as substâncias químicas que nos dão uma sensação de bem-estar e prazer.

Além disso, a atividade física melhora a capacidade respiratória, a circulação sanguínea, a força muscular e a autoestima. Escolha a modalidade que mais agrada você, seja caminhar ou mesmo dançar. O importante é se movimentar regularmente, pelo menos três vezes por semana, no mínimo 30 minutos cada sessão.

2. Identifique o agente estressor

O agente estressor é o fator que desencadeia a resposta de estresse. Pode ser uma situação, uma pessoa, um objeto, um pensamento, uma emoção, entre outros.

Nem sempre é fácil identificar esse agente, por isso, preste atenção aos sinais que o corpo e a mente dão. Alguns exemplos são:

  • tensão muscular;
  • taquicardia;
  • sudorese;
  • nervosismo;
  • medo;
  • raiva.

Uma vez identificado, você pode tentar eliminá-lo, modificá-lo ou se adaptar a ele, conforme as possibilidades e limitações.

3. Evite se preocupar com o que não pode ser controlado

Muitas vezes, o estresse surge quando nos preocupamos com situações fora do nosso alcance ou que não dependem exclusivamente de nós. Por exemplo, o trânsito, o clima, a opinião dos outros, o futuro…

Essas preocupações podem consumir energia e tempo, sem trazer nenhum benefício. Por isso, é melhor focar no que pode ser controlado. Assim, você sentirá mais confiança, tranquilidade e satisfação naquilo que faz.

4. Medite

A meditação é uma prática milenar que consiste em concentrar a atenção no presente, sem julgar, analisar ou reagir aos pensamentos e sentimentos. Ela ajuda a relaxar, respirar melhor, acalmar a mente e, consequentemente, reduzir o estresse.

Existem vários tipos de meditação. Você pode experimentar diferentes técnicas e encontrar a que mais lhe convém. O ideal é meditar todos os dias, por pelo menos 10 minutos, em um ambiente silencioso e confortável.

5. Alimente-se corretamente

Você pode não perceber, mas a alimentação tem um papel fundamental na nossa saúde e bem-estar. Uma alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes, cereais integrais, proteínas magras e gorduras boas, fornece os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo.

Além disso, alguns alimentos têm propriedades que ajudam a combater o estresse. Por exemplo:

  • chocolate amargo: contém antioxidantes e estimula a produção de serotonina, o hormônio da felicidade;
  • chá-verde: contém teanina, um aminoácido que promove o relaxamento;
  • nozes: contém ômega-3, um ácido graxo que melhora o humor e a memória.

Por outro lado, deve-se evitar ou moderar o consumo de alimentos que podem aumentar o estresse, como o café, o álcool, o cigarro, o açúcar, a gordura saturada e os alimentos processados.

6. Não se cobre tanto

Muitas vezes, somos os nossos próprios inimigos, pois nos cobramos demais, nos comparamos com os outros, nos criticamos e nos culpamos. Essas atitudes podem gerar frustração, insatisfação, baixa autoestima e estresse.

Por isso, seja mais gentil e compreensivo consigo mesmo, reconhecendo seus valores, talentos, esforços e progressos. Também é importante ter metas realistas e flexíveis, que sejam coerentes com a sua capacidade e possibilidades.

7. Aprenda a dizer “não”

Saber dizer “não” é uma habilidade essencial para preservar a saúde e o bem-estar. Em alguns momentos, aceitamos fazer coisas que não queremos, gostamos ou podemos, por medo de desagradar, de magoar, de perder e errar.

Isso pode ser muito estressante. Então, aprenda a dizer “não” quando necessário, sem culpa, vergonha, mas de uma maneira passiva. Dizer “não” significa dizer “sim” para você, respeitar seus limites, prioridades e valores. Também significa respeitar os outros, pois você está sendo honesto e claro com eles.

8. Encontre um hobby de que goste

Ter um hobby pode ajudar a diminuir o estresse ao permitir que você escape da rotina, libere a criatividade e desenvolva habilidades. Escolha o hobby que mais lhe agrade, como:

  • ler;
  • escrever;
  • pintar;
  • cozinhar;
  • tocar um instrumento;
  • aprender um idioma.

O importante é dedicar um tempo para si, para fazer algo que lhe faça bem.

9. Programe pausas diárias

As pausas diárias são importantes para prevenir e aliviar o estresse. Você pode programar conforme a sua rotina, mas o ideal é que elas sejam frequentes e curtas, por exemplo, a cada hora, por 10 minutos.

Aproveite esse momento para fazer algo que lhe agrade, como comer uma fruta, ouvir uma música, conversar com um colega, brincar com o seu pet, caso trabalhe de home office etc.

10. Durma bem

Dormir bem permite restaurar o corpo e a mente. Isso diminui o estresse ao proporcionar um descanso adequado e aumento da disposição. Para melhorar a qualidade do seu sono, siga as seguintes dicas:

  • tenha uma rotina regular de horários;
  • evite estimulantes como café, álcool e cigarro;
  • não deixe as luzes e ruídos no ambiente que irá dormir;
  • faça atividades relaxantes como ler, ouvir música, meditar etc;
  • evite usar aparelhos eletrônicos antes de dormir.

11. Evite sobrecarga

A sobrecarga pode ocorrer em diferentes áreas da nossa vida, como no trabalho, nos estudos, na família, nos relacionamentos. Para evitar essa situação, não assuma mais responsabilidades do que pode cumprir.

Outra dica é planejar seu tempo, organizar suas atividades, delegar o que puder, priorizar o que é mais importante, eliminar o que é desnecessário, entre outras.

12 Procure ajuda de profissional especializado

Por fim, se perceber que seu nível de estresse está excessivamente elevado, ao ponto de impactar sua saúde, é essencial buscar o suporte de um profissional especializado, como psicólogo, psiquiatra ou terapeuta.

Esses especialistas são capacitados para compreender as origens, sintomas e impactos do seu estresse, fornecendo orientações personalizadas para o seu caso

Eles podem propor um plano de tratamento individualizado, que pode incluir terapia, medicação, técnicas de relaxamento, entre outras abordagens, visando à sua saúde e bem-estar.

Resumindo, o estresse é uma realidade que faz parte da nossa vida, mas que não precisa nos dominar. Podemos aprender como diminuir o estresse adotando hábitos saudáveis, buscando apoio e cuidando de nós mesmos

Antes de ir, confira também outro artigo do nosso blog: O que é Burnout? Entenda esse problema comum entre os jovens.

O que é carência no plano de saúde? Entenda como funciona

o que é carência: uma médica examinando um bebê no colo da mãe.

Você já precisou esperar um tempão para fazer um exame ou uma cirurgia pelo seu plano de saúde? Essa espera tem nome: carência. Mas você sabe o que é carência no plano de saúde e por que ela existe? 

Preparamos este conteúdo para tirar todas as suas dúvidas sobre o assunto. Continue a leitura para entender melhor como funciona a carência, quais são os tipos existentes e como lidar em uma situação de urgência.

O que é carência no plano de saúde

Carência é o intervalo de tempo necessário antes de começar a utilizar os serviços do plano de saúde após a contratação. Este período representa uma salvaguarda legal que as operadoras de planos de saúde possuem em relação aos beneficiários, com o objetivo de prevenir a utilização do plano apenas quando necessitam de atendimentos mais dispendiosos ou complexos.

A presença da carência visa garantir o equilíbrio financeiro do sistema, que funciona sob um modelo mutualista. Nesse contexto, diversos indivíduos contribuem para permitir que outros usufruam dos serviços oferecidos.

Os beneficiários pagam uma mensalidade fixa, determinada pelo tipo de cobertura assistencial, faixa etária e rede conveniada. Os custos associados à utilização de procedimentos pelos membros do grupo são, portanto, distribuídos entre os participantes, mantendo a sustentabilidade do sistema.

Tipos de carência no plano de saúde

Para entender o que é carência no plano de saúde, é necessário entender que ela varia conforme o tipo de plano de saúde e o tipo de procedimento que você precisa. Confira, abaixo, as peculiaridades de cada opção.

Carência por plano de saúde

Os prazos de carência podem variar conforme o tipo de plano de saúde, como os individuais ou familiares, os coletivos empresariais e os coletivos por adesão.

Veja cada opção a seguir:

Planos individuais ou familiares: são aqueles que você contrata diretamente com a operadora, sem intermediários. Nesses planos, há aplicação de carência conforme a legislação.

Planos coletivos empresariais: refere-se aos planos de saúde contratados por uma empresa para seus funcionários. Nestes planos, a carência pode ser ajustada de acordo com o porte da empresa. Caso a empresa possua até 29 beneficiários, é possível a aplicação de carência. No entanto, se a empresa contar com 30 ou mais beneficiários, há a isenção de carência, desde que o funcionário solicite a adesão ao plano em até 30 dias após a celebração do contrato ou da sua vinculação à empresa.

Planos coletivos por adesão: referem-se aos planos de saúde contratados por uma entidade de classe, como um sindicato ou uma associação profissional, para seus associados. Nestes planos, a carência pode ser aplicada, mas há isenção nos seguintes cenários: se o beneficiário aderir até 30 dias após a celebração do contrato ou se a adesão ocorrer no aniversário do contrato.

Carência por tipo de procedimento

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabelece os prazos máximos de carência que as operadoras podem aplicar no caso de procedimentos. São eles:

Urgência e emergência: 24 horas. São os casos de acidentes pessoais ou complicações no processo gestacional que colocam em risco a vida ou a saúde do beneficiário.

Consultas e exames simples: 30 dias. São os procedimentos que não exigem internação, cirurgia ou anestesia, como consultas médicas, exames de sangue, urina, fezes, raio-x, eletrocardiograma, entre outros.

Cirurgia e internação: 180 dias. São os procedimentos que exigem internação hospitalar, cirurgia ou anestesia, como angioplastia, endoscopia, laparoscopia, cesárea, entre outros.

Exames complexos: 180 dias. São os procedimentos que exigem equipamentos ou técnicas especiais, como tomografia, ressonância magnética, ultrassonografia, ecocardiograma, entre outros.

Parto: 300 dias. É o período para a realização de partos a termo, ou seja, que ocorrem após 37 semanas de gestação. Os partos prematuros ou decorrentes de complicações no processo gestacional são considerados casos de urgência e emergência e têm carência de 24 horas.

Doenças preexistentes: 24 meses. São as doenças ou lesões que o beneficiário já possuía quando contratou o plano de saúde e que ele sabia ou deveria saber. Nesses casos, a operadora pode exigir um tempo maior de carência para a cobertura de procedimentos relacionados à doença preexistente, como quimioterapia, hemodiálise, cirurgia bariátrica, entre outros.

Exceções e Isenções

Algumas situações permitem que o beneficiário de um plano de saúde use os serviços e procedimentos cobertos pelo plano sem cumprir o período de carência. Essas situações são:

Portabilidade de plano: quem já possui um plano de saúde e deseja trocar por outro, na mesma operadora ou em outra, pode pedir a portabilidade de carências, isto é, manter o tempo que já pagou no plano anterior e não precisar esperar no novo plano.

Planos coletivos empresariais: quem trabalha em uma empresa que oferece plano de saúde coletivo empresarial pode ficar isento de carência se o contrato tiver 30 ou mais beneficiários, contando os dependentes, e se pedir a entrada no plano em até 30 dias após a assinatura do contrato ou do vínculo com a empresa contratante.

Planos coletivos por adesão: quem participa de uma entidade de classe, como sindicato, associação ou conselho profissional, que oferece plano de saúde coletivo por adesão, pode ficar isento de carência se entrar no plano até 30 dias depois da assinatura do contrato ou no aniversário do contrato.

Casos de urgência e emergência: quem precisar de atendimento médico imediato devido a um acidente pessoal, uma complicação gestacional ou um risco de morte, ou lesões irreparáveis, tem direito a ser atendido pelo plano de saúde em até 24 horas após a contratação, mesmo que ainda esteja no período de carência.

Além dessas formas de isenção de carência, existem também algumas exceções que permitem ao beneficiário de um plano de saúde ter acesso a serviços e procedimentos que não estão previstos no rol de cobertura mínima obrigatória da ANS. Essas exceções são:

  • Medicamentos relacionados ao tratamento do câncer de uso ambulatorial ou hospitalar.
  • Medicamentos administrados durante internação hospitalar.
  • Terapias que não estejam no rol, mas sejam autorizadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e comprovadas cientificamente.
  • Medicamentos de uso que têm indicações diferentes das aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), se houver prescrição médica e evidências científicas de eficácia e segurança.
  • Despesas médicas dedutíveis no Imposto de Renda, como consultas, exames, cirurgias, internações, próteses, órteses e aparelhos ortopédicos, caso sejam comprovadas por meio de recibos, notas fiscais e informes de rendimentos.

Como lidar com a carência no plano de saúde

Na hora de contratar um plano de saúde, não há a opção de não ter carência, com exceção das situações que pontuamos acima. No entanto, dependendo das suas necessidades e urgências, entender o que é carência no plano de saúde e considerar algumas situações pode facilitar a decisão.

Primeiro, avalie o seu perfil de saúde, com base no seu histórico médico, nas condições pré-existentes, na frequência de consultas e no uso de medicamentos. Assim, você pode escolher um plano com a cobertura ideal.

Depois, compare as opções de operadoras e planos de saúde, verificando as coberturas, a rede credenciada, a reputação no mercado e o índice de reclamações. Você pode consultar a ANS para verificar a qualidade e a situação financeira das operadoras.

Em seguida, informe-se sobre os prazos de carência, que são os períodos máximos de espera para cada serviço ou procedimento. Você pode negociar a redução ou a isenção da carência com a operadora, dependendo do tipo de contratação e da portabilidade de carências.

Por fim, leia o contrato com atenção, antes de assinar, e tire todas as suas dúvidas. Confira se as informações estão claras e conforme o combinado. Guarde uma cópia do contrato e dos documentos que comprovem a contratação do plano.

Seguindo esses passos, você pode escolher um plano de saúde que satisfaça as suas necessidades e que não te decepcione quando você mais precisar.

Agora você sabe o que é carência no plano de saúde e entende que ela não é um empecilho, mas sim uma necessidade das operadoras para o equilíbrio financeiro da organização.

Por isso, antes de escolher uma opção, avalie bem suas necessidades, os benefícios e custos da opção desejada e decida pelo que mais se adequa às suas expectativas. Assim, você evita estresse e garante que suas necessidades serão atendidas!

Se ainda tiver dúvidas sobre o assunto, entre em contato conosco. Estamos à disposição para esclarecer todas as questões e ajudar você a tomar as melhores decisões!

Saúde mental na adolescência: o papel dos pais na prevenção

Saúde mental: uma criança sentada com a expressão facial de triste.

A saúde mental na adolescência é um assunto que merece atenção e cuidado. Entenda como os pais podem promover e proteger a saúde mental dos adolescentes.

A saúde mental na adolescência é um tema de grande relevância, pois nessa fase da vida ocorrem diversas mudanças físicas, emocionais e sociais que podem afetar o bem-estar psicológico dos jovens.

De acordo com um estudo do Instituto Cactus, 50% das condições de saúde mental começam até os 14 anos e 75% até os 24 anos. Nesse sentido, os pais têm um papel fundamental na identificação e prevenção de problemas emocionais nos seus filhos adolescentes.

Por estarem mais próximos, podem oferecer apoio, compreensão, orientação e afeto, além de estarem atentos aos sinais de alerta que indicam que algo não vai bem.

Então, se você tem um filho nessa idade, continue neste artigo. Aqui, abordaremos os principais aspectos da saúde mental na adolescência e como você pode contribuir para a promoção de uma vida saudável e feliz para os seus filhos.

Quais são as mudanças típicas da adolescência?

O período da adolescência é marcado por mudanças físicas e emocionais, que vão desde o crescimento dos seios — nas meninas —, até a acne, mudança de voz dos meninos e sentimentos intensos e variados. 

Sendo assim, é uma fase da vida que traz muitas transformações, tanto no corpo quanto na mente. É um período de adaptação, descoberta e busca de identidade, que pode gerar dúvidas, inseguranças e conflitos.

Mudanças físicas

As mudanças físicas na adolescência são causadas pelo aumento na produção de hormônios, que levam ao desenvolvimento das características sexuais secundárias, como o crescimento dos seios e dos quadris nas meninas, e da voz e dos pelos no rosto e no corpo dos meninos. Aumento da fome, acne e a necessidade de dormir por mais horas também são características físicas pelas quais passam os adolescentes. 

Além disso, ocorre o início da menstruação nas meninas e das emissões noturnas de fluido seminal nos meninos, que marcam a capacidade reprodutiva dos adolescentes.

Essas mudanças podem acontecer em ritmos diferentes para cada pessoa, o que pode causar problemas de saúde mental na adolescência, gerando comparações, ansiedade e baixa autoestima. Por isso, é importante que os adolescentes recebam informações corretas e apoio dos pais e dos profissionais de saúde sobre as transformações que ocorrem em seus corpos e que isso é normal e saudável.

Mudanças emocionais

As mudanças emocionais na adolescência são influenciadas pelos fluxos hormonais, pelo desenvolvimento cognitivo e pelas relações sociais. Os adolescentes podem experimentar sentimentos intensos e variados, que vão da tristeza à alegria, da raiva ao amor, da timidez à rebeldia. Eles também podem se preocupar muito com a sua aparência física, como os outros os veem e com a sua identidade.

Nessa fase, os adolescentes começam a se separar dos pais e a buscar mais autonomia e independência. Eles também se aproximam mais dos amigos, que se tornam um vínculo importante para o seu desenvolvimento.

Os adolescentes podem se identificar com grupos que compartilham os mesmos interesses, valores e estilos de vida, como os esportistas, os nerds, os roqueiros, etc.

Qual é o papel dos pais na promoção e proteção à saúde mental na adolescência?

Você já pensou em como os pais influenciam a saúde mental na adolescência? Eles são as primeiras pessoas a ensinar sobre a vida e os sentimentos, desenvolvendo um papel fundamental na promoção e proteção da saúde mental de seus filhos.

Por isso, é crucial criar um ambiente de apoio, acolhimento, respeito e confiança para os jovens. Dessa maneira, eles crescem de maneira saudável, se sentindo bem consigo mesmos, seguros, independentes e capazes de superar as dificuldades.

Mas como fazer isso? Uma forma é estar sempre presentes na vida deles, demonstrando interesse pelo que necessitam, sentem, pensam e desejam, sem julgamentos, críticas ou desvalorizações.

Outra maneira é incentivá-los a expressar suas emoções de maneira adequada, reconhecendo e validando seus sentimentos, sem minimizá-los ou reprimi-los. Os pais também podem ajudá-los a lidar com frustrações, conflitos e desafios da vida, ensinando-os a buscar soluções, aprender com os erros e adaptar-se às mudanças.

E, é claro, cuidar da própria saúde emocional. Se enfrentam problemas emocionais, como ansiedade, depressão, estresse ou violência, isso pode afetar negativamente o bem-estar e o comportamento dos filhos.

Importância da comunicação aberta

Comunicar-se bem com os filhos é criar um espaço seguro, livre e respeitoso para trocar ideias e emoções, sem julgar, criticar ou desvalorizar. É, também, ouvir e falar com curiosidade e interesse, reconhecendo e validando os sentimentos dos filhos, sem diminuir ou reprimir.

Uma boa comunicação entre pais e filhos traz muitos benefícios para a saúde mental na adolescência e vida familiar. Eles se sentem respeitados e valorizados, sabem que suas ideias e emoções são importantes, que podem contar com os pais em qualquer situação.

Isso aumenta a autoestima, a segurança, a autonomia e a resiliência dos jovens, que ficam mais preparados para enfrentar os desafios, se relacionar com os outros e construir seus projetos de vida.

Como os pais podem ajudar os adolescentes a desenvolverem resiliência emocional? 

Por meio da resiliência emocional, os pais podem auxiliar os filhos a cuidarem da sua saúde mental. A resiliência emocional é a capacidade de se recuperar e se adaptar diante das adversidades e dos desafios da vida. Existem diversas formas de desenvolver a resiliência emocional, como:

  • ser um exemplo de como lidar com desafios e frustrações, demonstrando habilidades de enfrentamento saudáveis;
  • cuidar da própria saúde emocional, pois os pais são modelos para os filhos;
  • proporcionar um ambiente seguro, livre e respeitoso para trocar ideias e emoções;
  • estabelecer conexões, demonstrar interesse pelos hobbies e interesses do adolescente e buscar desenvolver conversas sobre esses assuntos;
  • usar perguntas abertas, que estimulem o adolescente a expressar sua opinião e seus sentimentos, sem impor ou criticar;
  • demonstrar compreensão, empatia, paciência e respeito em todas as interações;
  • não economizar nos abraços, o contato físico e o sorriso transmitem amor, confiança e acolhimento;
  • respeitar as escolhas dos filhos, permitindo que eles expressem suas preferências, gostos, sonhos, sem impor ou ridicularizar, orientando-os quando necessário. Incentivar a autonomia, a criatividade e a cooperação.

Recursos e apoio profissional

Esteja atento aos sinais de que seus filhos podem estar sofrendo com algum problema de saúde mental, como:

  • alterações de humor, apetite, sono ou energia;
  • isolamento, tristeza, irritabilidade ou ansiedade;
  • baixa autoestima, culpa ou vergonha;
  • dificuldade de concentração, aprendizagem ou memória;
  • perda de interesse ou prazer em atividades que antes gostavam;
  • pensamentos negativos, pessimistas ou suicidas;
  • comportamentos de risco, como uso de álcool, drogas, automutilação ou violência.

Se você perceber algum desses sintomas, não hesite em procurar ajuda especializada. Existem diversos recursos e profissionais que podem oferecer apoio e tratamento adequado para a saúde mental dos adolescentes, como:

  • terapia individual e acompanhamento psicológico com um profissional da área;
  • terapias coletivas em ambientes familiares e escolares;
  • prática recorrente de atividades físicas, que já é considerada por muitos especialistas o melhor remédio para depressão e ansiedade;
  • serviços ou canais de ajuda em saúde mental, como o Pode Falar e o Topity, que oferecem acolhimento, orientação e autoestima de forma anônima e gratuita;
  • Centros de Referência em Assistência Social (Cras), Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e escolas, que podem oferecer suporte e encaminhamento para outros serviços de saúde mental.

Lembre-se que a promoção da saúde mental na adolescência e a prevenção de transtornos são fundamentais para auxiliar os adolescentes a prosperar.

Portanto, converse com seu filho, escute suas angústias, respeite suas diferenças, incentive seus sonhos e fortaleça seus vínculos afetivos. Assim, você estará contribuindo para o bem-estar e a felicidade de toda uma geração.

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Resumindo 

Quais são as mudanças típicas da adolescência?

A adolescência é marcada por mudanças físicas (crescimento, acne) e emocionais (intensidade de sentimentos). Hormônios influenciam essas transformações, variando entre indivíduos. Apoio e informações corretas são cruciais para a saúde mental. Nesse período, busca-se autonomia, amizades ganham importância, e a identificação com grupos é comum.

Qual é o papel dos pais na promoção e proteção à saúde mental na adolescência?

Os pais têm um papel crucial na saúde mental dos adolescentes, influenciando seu desenvolvimento emocional. Criar um ambiente de apoio, respeito e confiança é essencial, incentivando a expressão emocional e auxiliando os jovens a lidar com desafios. 

Como os pais podem ajudar os adolescentes a desenvolverem resiliência emocional? 

Os pais são fundamentais para desenvolver a resiliência emocional dos adolescentes, sendo exemplos de enfrentamento saudável e promovendo um ambiente de apoio. Observar sinais de problemas de saúde mental e buscar ajuda profissional são práticas essenciais para garantir o bem-estar emocional dos jovens.

Vida ativa na terceira idade: 5 dicas para manter-se saudável

Vida ativa na terceira idade: dois idosos ao ar livre práticando atividade física.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil será o sexto país no mundo com maior número de idosos até 2025. O aumento da expectativa média de vida exige mudanças para o envelhecimento ser saudável. Por isso, ter uma vida ativa na terceira idade é fundamental.

Afinal, para que esse aumento na idade seja acompanhado de qualidade de vida e bem-estar, é preciso incluir alguns hábitos à rotina. Para conhecer quais são eles e entender a importância da saúde na terceira idade, continue a leitura!

O que é ser um idoso ativo?

Ser um idoso ativo é aderir a práticas que contribuem para melhorar a qualidade de vida à medida que o indivíduo envelhece. O envelhecimento ativo permite que as pessoas notem o potencial para conquistar o bem-estar físico, social e mental. O objetivo é aumentar a expectativa de vida e ter saúde na terceira idade, inclusive para pessoas fisicamente incapacitadas, que exigem cuidados.

Qual a importância de ter uma vida ativa na terceira idade?

O processo de envelhecimento traz diversas mudanças para o organismo. É natural o surgimento de limitações que antes não existiam. Para que essas transformações não prejudiquem o bem-estar, é importante ter uma vida ativa na terceira idade.

Quando o idoso não aceita sua nova realidade e as mudanças naturais, aumenta-se a chance de isolamento, comprometimento da capacidade física, intelectual e emocional. Por isso, é indispensável a adoção de práticas que contribuam não só para seu físico, mas também para o estímulo mental e cognitivo.

5 dicas para manter-se saudável e ter saúde na terceira idade

Uma vida ativa na terceira idade permite que o envelhecimento ocorra com qualidade, mantendo o indivíduo longe de doenças. 

Entre os principais benefícios para a adoção de hábitos saudáveis estão o controle de peso, aumento da produção de energia, melhora no humor, prevenção de enfermidades, quedas, doenças incapacitantes e outros prejuízos à saúde. 

Para que você tenha uma vida ativa na terceira idade, separamos 5 dicas para manter-se saudável. Confira.

1. Pratique atividades físicas

A prática de exercícios físicos leves e regularmente ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão arterial, osteoporose, entre outras. Durante as atividades, o organismo libera a serotonina, hormônio responsável pela regulação do humor e prevenção da depressão e estresse.

Assim, é importante realizar exercícios como caminhada, alongamento, pilates, hidroginástica, natação e dança. Contudo, antes de iniciar qualquer prática é necessário consultar um médico para fazer uma avaliação. Dessa forma, pode-se identificar qual a melhor forma de se exercitar conforme o quadro.

2. Alimente-se de forma saudável

Devido ao processo de envelhecimento, é natural que o metabolismo e as funções hormonais mudem e afetem as necessidades nutricionais. Manter uma alimentação equilibrada e saudável é importante para preservar e fortalecer a musculatura afetada pelo avanço da idade.

Além disso, a ingestão de alimentos ricos em vitaminas, ferro, proteínas, carboidratos e outros nutrientes estimula a imunidade e controla doenças como a diabetes e hipertensão arterial.

Outra dica é diminuir o consumo de sal e açúcar e melhorar a ingestão de frutas, legumes, verduras, fibras e tubérculos. Assim, é possível regular o funcionamento do organismo e manter o corpo saudável.

3. Mantenha a socialização

Para ter uma vida ativa na terceira idade é preciso manter a socialização. Nessa faixa etária, transtornos mentais, como a depressão, acabam se tornando mais frequentes. Isso porque, muitas vezes, o indivíduo não aceita as mudanças naturais do envelhecimento. Dessa forma, desenvolve sentimentos como angústia, tristeza, solidão e dependência.

Para que isso seja evitado, é importante buscar atividades de socialização como forma de minimizar as consequências, evitando também o isolamento. A prática de atividades e exercícios coletivos é uma excelente alternativa.

Por isso, sempre que puder, faça viagens, visite parques, entre em aulas de dança, pintura, clubes de leitura, jogos, e outras atividades realizadas em grupos. Desse modo, quando menos se espera, é possível ter saúde e relacionamentos saudáveis e duradouros com pessoas de diferentes idades.

4. Adapte a casa para evitar quedas

Uma dica indispensável para ter saúde na terceira idade é aceitar as mudanças naturais do corpo. Dito isso, é preciso entender que o ambiente que antes era comum, agora pode apresentar riscos.

As quedas são muito comuns em pessoas com mais idade e podem causar graves complicações. Dessa forma, é necessário realizar algumas adaptações nos lugares mais frequentados pelo idoso para evitá-las. Veja algumas maneiras de tornar a casa mais segura:

  • retire tapetes dos cômodos;
  • aumente a iluminação;
  • evite pisos irregulares e escorregadios;
  • instale corrimão para apoio em banheiros;
  • use calçados fechados e evite chinelos que possam sair dos pés;
  • retire móveis que diminuam a circulação nos espaços.

5. Faça check-ups regularmente

Por fim, manter a vida ativa na terceira idade também exige realizar cuidados periódicos com a saúde. O ideal é iniciar o acompanhamento com um geriatra. Assim, o indivíduo poderá fazer as avaliações necessárias para sua faixa etária, com exames apropriados.

Esse acompanhamento é importante para a prevenção de doenças e também diagnósticos precoces, melhorando as chances de tratamento e diminuindo riscos à saúde. Uma boa alternativa é contar com um plano de saúde.

Você pôde perceber neste conteúdo que a vida ativa na terceira idade contribui para afastar doenças, diminuir limitações e riscos. Além disso, também garante a qualidade de vida e bem-estar durante o processo de envelhecimento. Se você ainda não aplicou os hábitos acima em sua rotina, coloque-os em prática e tenha os melhores anos de sua vida, com disposição e saúde na terceira idade.

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7 cuidados para a prevenção de doenças na terceira idade

prevenção de doenças na terceira idade: uma senhora negra sorrindo de blusa rosa.

Na jornada da vida, a terceira idade é uma fase que muitos almejam vivenciar com saúde, vitalidade e plenitude e, para isso, a prevenção de doenças na terceira idade é fundamental. O envelhecimento não deve ser automaticamente associado a doenças e incapacidades. Pelo contrário, pode ser um período de descobertas, realização de sonhos e novas conquistas.

Contudo, para alcançar esse objetivo, é preciso adotar uma perspectiva proativa. Envelhecer com saúde e vigor requer uma abordagem de prevenção de doenças na terceira idade, valorizando a importância de cuidar do corpo e da mente ao longo de toda a vida.

Neste artigo, entenda a importância dos cuidados preventivos na terceira idade e adotar hábitos para uma melhor qualidade de vida. Acompanhe!

Qual a importância dos cuidados preventivos com a saúde do idoso?

Os cuidados preventivos com a saúde do idoso são de extrema importância para garantir uma melhor qualidade de vida e evitar o desenvolvimento de doenças crônicas, complicações e declínio neurológico e funcional.

À medida que envelhecemos, nosso corpo passa por mudanças naturais e se torna mais suscetível a uma série de condições de saúde. Portanto, é crucial adotar abordagens proativas para manter a saúde e evitar problemas futuros.

Assim, os cuidados para prevenção de doenças na terceira idade visam permitir que os idosos desfrutem de uma vida ativa e satisfatória por mais tempo, aumentando sua qualidade de vida. Isso inclui a promoção de hábitos saudáveis, como uma dieta equilibrada, atividade física regular e a manutenção de relações sociais.

Para isso, manter a independência significa não apenas evitar doenças, mas também abordar questões de saúde mental, como depressão e isolamento social. A prevenção de problemas de saúde mental, o apoio a atividades sociais e a promoção do envolvimento em comunidades ajudam a manter a autonomia e a sensação de propósito na vida dos idosos.

Além disso, muitas doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas e osteoporose, têm maior incidência em idades avançadas. Por meio de exames de rastreamento regulares, como medição da pressão arterial, exames de sangue e densitometria óssea, é possível identificar essas condições precocemente. Isso possibilita o início do tratamento e o controle adequado das condições, minimizando complicações futuras.

Os 3 níveis de prevenção

A prevenção de doenças na terceira idade pode ser divida em três níveis:

  • Prevenção Primária: envolve a promoção da saúde e a prevenção de doenças antes que ocorram por meio da promoção de hábitos saudáveis, como dieta equilibrada, exercícios físicos, vacinação e a eliminação de fatores de risco, como o tabagismo.
  • Prevenção Secundária: concentra-se na detecção precoce de doenças e na intervenção para evitar que elas progridam. Exemplos incluem exames de rastreamento, que podem identificar doenças precocemente, e o acompanhamento de condições crônicas.
  • Prevenção Terciária: destina-se a reduzir complicações e a reabilitar pacientes que já possuem uma doença crônica ou deficiência. Envolve o tratamento adequado, gestão de condições crônicas, cuidados paliativos e reabilitação para manter ou melhorar a qualidade de vida.

Quais são as doenças mais frequentes na terceira idade?

Na terceira idade, algumas das doenças mais frequentes incluem:

  • Doenças cardiovasculares, como hipertensão e AVC;
  • Diabetes;
  • Doenças respiratórias crônicas, como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC);
  • Osteoartrite e osteoporose;
  • Doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson;
  • Câncer, especialmente de próstata, mama, pulmão e cólon;
  • Problemas de visão, como catarata e degeneração macular;
  • Depressão e outros distúrbios de saúde mental;
  • Doenças infecciosas, como gripe e pneumonia.

Quais os cuidados para a prevenção de doenças na terceira idade?

1. Hábitos alimentares saudáveis

É essencial consumir uma variedade de alimentos ricos em nutrientes, como frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras para a prevenção de doenças na terceira idade. Além de reduzir a ingestão de sal, açúcar e gorduras saturadas ajuda a controlar a pressão arterial e o peso.

Por fim, não esqueça de ingerir a quantidade de água indicada, pois a desidratação pode ter sérias consequências, como problemas renais e cognitivos.

2. Atividades físicas regulares

A prática regular de exercícios físicos é crucial para manter a força muscular, a flexibilidade e a saúde cardiovascular. Atividades aeróbicas, como caminhada, natação e ciclismo, melhoram a circulação sanguínea e a capacidade pulmonar.

Os exercícios de fortalecimento muscular ajudam a prevenir a perda de massa muscular comum com o envelhecimento, e o alongamento ajuda a manter a flexibilidade e reduz o risco de lesões.

3. Vacinação em dia

Manter as vacinas atualizadas é uma medida importante na prevenção de doenças infecciosas, como a gripe e a pneumonia. Essas doenças podem ser particularmente perigosas para os idosos, e a vacinação reduz significativamente o risco de complicações graves.

4. Manter a mente estimulada

Estimular o cérebro é essencial para prevenir doenças cognitivas, como Parkinson e doença de Alzheimer. Atividades como quebra-cabeças, jogos de tabuleiro, leitura, aprendizado de novas habilidades e a participação em grupos de discussão ou aulas ajudam a manter a mente ativa e saudável.

5. Boa rotina de sono

O sono de qualidade desempenha um papel fundamental na saúde, assim, manter uma rotina regular de sono, com horários consistentes, contribui para um sono mais reparador.

Para isso, é indicado evitar estimulantes, como cafeína e dispositivos eletrônicos, antes de dormir, além de criar um ambiente propício para uma boa noite de sono.

6. Ter convívio social

Manter conexões sociais é vital para a saúde emocional e mental na terceira idade. Por isso, interagir com amigos, familiares e participar de grupos ou clubes promove o bem-estar.

O suporte social ajuda a reduzir o risco de depressão e solidão, proporcionando um senso de pertencimento e propósito.

7. Acompanhamento médico regular e especializado

Consultar regularmente um médico é essencial para monitorar a saúde geral e identificar problemas de saúde precocemente. Além disso, idosos devem procurar especialistas de acordo com suas necessidades, como cardiologistas, geriatras, oftalmologistas e outros, para garantir um acompanhamento médico especializado e personalizado.

Adotar essas práticas de cuidados de prevenção de doenças na terceira idade pode fazer uma diferença significativa na saúde e no bem-estar, promovendo uma qualidade de vida mais elevada à medida que envelhecemos.

Agora que você já sabe algumas dicas de cuidados para prevenção de doenças, continue acompanhando conteúdos sobre cuidados com a saúde na terceira idade e durante toda a vida em nossas redes sociais. Estamos no Instagram e LinkedIn!

O que é Burnout? Entenda esse problema comum entre os jovens

O que é Burnout: uma mulher sentada em frente ao computador com as mãos no rosto.

Você sabe o que é Burnout? É um estado de cansaço, estresse e desânimo contínuo, seja com o trabalho, escola ou a vida pessoal. Isso pode fazer mal para a saúde, humor, rendimento e felicidade.

Essa condição é mais comum entre os jovens, que têm que lidar com muitas cobranças, expectativas e desafios. Mas ele não é uma exclusividade dessa faixa etária. Qualquer pessoa que se sinta sobrecarregada, desvalorizada ou sem controle sobre sua vida pode entrar em Burnout.

Por isso, é importante ficar atento aos sinais, às causas e às formas de prevenir e tratar esse problema. Neste artigo, você aprenderá mais sobre sua definição, como a síndrome afeta os jovens e o que fazer para evitar ou superar esse estado!

Definição de Burnout

Burnout é uma síndrome que atinge pessoas que sofrem com o excesso de trabalho, pressão, cobrança, competitividade e se sentem esgotadas física e emocionalmente por causa disso.

A síndrome de Burnout tem três características principais:

  • exaustão: a pessoa se sente cansada o tempo todo, sem disposição para realizar suas atividades, seja no trabalho ou na vida pessoal. Ela pode ter problemas de saúde, como insônia, má alimentação ou doenças físicas;
  • despersonalização: a pessoa se torna fria, indiferente e distante dos outros, especialmente dos colegas de trabalho, clientes ou pacientes. Ela pode tratar as pessoas com ironia, sarcasmo ou agressividade, e perder o senso de humor e a empatia;
  • falta de realização: a pessoa se sente insatisfeita, frustrada e incompetente no trabalho, e acha que não faz nada de bom ou de útil. Ela pode ter baixa autoestima, sentimentos de fracasso e de culpa, e até pensar em desistir da profissão.

O Burnout também pode causar vários sinais e sintomas, como:

  • dor de cabeça, dor muscular, dor de estômago, pressão alta, problemas cardíacos ou respiratórios;
  • ansiedade, irritabilidade, tristeza, apatia, isolamento, negatividade, pessimismo, desesperança;
  • dificuldade de concentração, de memória, de raciocínio, de criatividade, de tomada de decisão;
  • alteração no apetite, no sono, na libido, no ciclo menstrual;
  • comportamento de risco, como consumo de álcool, drogas, cigarro, ou envolvimento em acidentes, brigas, conflitos;
  • síndrome de Burnout ou tentativas de suicídio.

A síndrome pode ser diagnosticada e tratada por um psicólogo ou um psiquiatra, que podem oferecer apoio emocional, orientação, terapia e medicação, se necessário.

Causas do Burnout em Jovens

Diversos fatores podem contribuir para os jovens desenvolverem o Burnout, entre eles:

  • Carga de trabalho excessiva: quando você tem mais trabalho do que tempo para fazer. Isso pode acontecer na escola, na faculdade ou no emprego, quando você precisa entregar vários projetos, provas e trabalhos na mesma semana, ou quando você tem que cumprir metas e prazos muito apertados;
  • Falta de controle: ao experimentar uma sensação de impotência em relação ao trabalho ou ambiente. Isso pode se manifestar quando não há a possibilidade de escolher as tarefas a serem realizadas, falta autonomia para tomar decisões ou quando se percebe a ausência de voz para expressar opiniões e necessidades;
  • Expectativas irreais: quando você tem uma visão pouco realista de desempenho, de você mesmo ou dos outros. Isso pode acontecer quando você quer ser perfeito em tudo que faz, quando você se compara com os colegas ou com padrões inatingíveis, ou quando você acha que nunca é bom o suficiente;
  • Estratégias de afrontamento deficientes: quando você não sabe lidar com o estresse e a frustração de forma saudável. Isso pode acontecer quando você não tem passatempos, quando você não pratica atividades físicas, quando você não busca apoio social, ou quando você recorre a substâncias como álcool ou droga;
  • Pouca tolerância ao estresse e frustração: quando você tem dificuldade para aceitar e superar os desafios e obstáculos que surgem no caminho. Isso pode acontecer quando você se sente derrotado diante de um erro, de uma crítica ou de uma rejeição.

É importante ressaltar que essas causas variam de pessoa para pessoa e dependem de diversos fatores, como personalidade, história de vida, valores e crenças individuais.

Fatores de Risco

Existem vários fatores que podem contribuir para o surgimento do Burnout. Falaremos de alguns dos mais comuns:

Pressão acadêmica

Sabe aquela sensação de que você tem que estudar o tempo todo, fazer mil provas, trabalhos, projetos e ainda cumprir os prazos? Pois é, isso pode gerar estresse nos estudantes, que podem se sentir sufocados, nervosos e sem ânimo.

E não para por aí! Ainda tem a competição por notas, bolsas, vagas e reconhecimento, que pode mexer com a autoestima e a confiança dos alunos. Um exemplo de pressão acadêmica é o vestibular, que exige muito dos candidatos, que podem ficar frustrados se não conseguirem o que queriam.

Pressão social

Você já se pegou comparando a sua vida com a dos outros e se sentindo mal? Pois é, isso pode acontecer quando vivemos em uma sociedade que impõe padrões de beleza, sucesso, felicidade e consumo, que nem sempre são realistas ou possíveis.

A influência das redes sociais, que mostram uma versão editada da vida das pessoas, também pode aumentar a pressão social e a cobrança por ser perfeito em tudo. Um exemplo de pressão social é a busca por um corpo magro e sarado, que pode levar as pessoas a fazerem loucuras, como dietas malucas, exercícios exagerados e até cirurgias plásticas.

Pressão profissional

Você já experimentou aquela exaustão tão intensa no trabalho que simplesmente perdeu a motivação para comparecer? É compreensível, pois essa sensação muitas vezes surge quando a carga de trabalho é excessiva, somada a inúmeras responsabilidades, metas, demandas e expectativas. Esse acúmulo de pressões pode resultar em um estresse avassalador para os profissionais, levando-os a se sentirem esgotados, desmotivados e com baixa produtividade.

E não é só isso, ainda tem a falta de reconhecimento, apoio, autonomia e feedback, que pode afetar a motivação e o engajamento dos trabalhadores. Um exemplo de pressão profissional é o assédio moral, que consiste em humilhar, intimidar, ofender ou desrespeitar um funcionário, podendo causar danos à sua saúde mental e física.

Esses são alguns dos fatores de risco que podem levar ao Burnout, mas existem outros, como problemas familiares, conflitos interpessoais, falta de diversão, hobbies e descanso, entre outros.

Impacto do Burnout na vida dos jovens

O Burnout é um problema que afeta a vida de muitos jovens, causando doenças, baixa autoestima, desinteresse, baixo rendimento e dificuldade de enfrentar os problemas.

Outra coisa que pode causar Burnout nos jovens é ser chefe muito cedo. Um estudo da MetLife mostrou que os chefes da geração millenial sofrem mais de Burnout do que os chefes de outras gerações.

Isso acontece porque eles trabalham demais e têm muitas responsabilidades. Além disso, também precisam cuidar dos pais, dos filhos e de si. Isso gera muito estresse, ansiedade e frustração, que podem levar ao Burnout.

Prevenção ao Burnout

Para evitar ou superar o Burnout, é preciso se cuidar. Algumas dicas são: dormir bem, comer bem, fazer exercícios, relaxar, se divertir, ter amigos e se conhecer. Assim, eles podem ter mais saúde, felicidade e qualidade de vida. Lembre-se: você é mais do que seu trabalho ou seu estudo. Você também precisa se amar e ser feliz.

Como buscar ajuda e apoio

Para buscar ajuda e apoio para lidar com o Burnout, é importante reconhecer os sinais da doença e procurar um profissional de saúde, como um psicólogo ou psiquiatra, que faça o diagnóstico e oriente o tratamento adequado. 

O tratamento envolve terapia cognitivo-comportamental, técnicas de relaxamento, exercícios físicos, uso de medicamentos antidepressivos e mudanças no estilo de vida.

Além disso, é fundamental buscar apoio de amigos, familiares e colegas de trabalho, que consigam oferecer suporte emocional, compreensão e ajuda prática. Também é recomendado cultivar hábitos saudáveis, como se alimentar de forma equilibrada, evitar o consumo de álcool e outras drogas, definir limites e objetivos realistas, e evitar o contato com pessoas negativas ou que gerem conflitos.

Como vimos ao longo do texto, o Burnout é provocado por situações de estresse prolongado, especialmente no ambiente de trabalho, onde as pessoas enfrentam exigências excessivas, conflitos, pressão e falta de reconhecimento. 

Essas condições podem levar a um desgaste profundo, que prejudica a saúde, o bem-estar, o desempenho e as relações interpessoais das pessoas que sofrem dele.

Esse tema é muito relevante para os jovens por estarem expostos a diversas fontes de pressão e cobrança, tanto no âmbito acadêmico quanto profissional. Além disso, eles vivem em um contexto de alta competitividade, incerteza, instabilidade e mudanças constantes, que podem gerar ansiedade, frustração e desgaste.

Nesse sentido, é fundamental entender o que é Burnout, saber como identificar e lidar com ele, e buscar uma vida mais equilibrada e saudável.

Esperamos que este conteúdo tenha sido útil e esclarecedor para você. Se gostou, não deixe de seguir a Valem no Instagram, onde você encontrará mais dicas, informações e novidades sobre saúde e muito mais!

Plano de saúde individual e familiar: entenda as diferenças

Casal compreendendo sobre plano de saúde individual e familiar

Ter um plano de saúde é uma decisão correta para quem busca cuidados com a saúde. Contudo, nem sempre é fácil escolher a melhor modalidade. Afinal, você sabe as diferenças entre o plano de saúde individual e familiar?

Antes de decidir, é importante conhecer um pouco mais sobre cada um, entendendo suas características e indicações. Para isso, continue a leitura conosco e confira informações que vão ajudar a escolher entre o plano de saúde individual e familiar!

Qual a diferença entre plano de saúde individual e familiar?

O plano de saúde individual e familiar diferem pela forma de cobertura. Enquanto o modelo individual é ideal para pessoas sem dependentes ou cônjuges, o plano de saúde familiar é indicado para garantir cobertura para cônjuges e filhos.

Como funciona o plano individual?

O plano de saúde individual é destinado àqueles que precisam de assistência médica exclusiva, sendo ideal para pessoas sem dependentes para incluir na cobertura. Portanto, esta é uma opção vantajosa para pessoas solteiras, ou aquelas que não têm a possibilidade de usufruir de um plano de saúde coletivo.

Uma das principais vantagens do plano individual é sua estrutura personalizável. Ele oferece maior autonomia no controle dos aspectos do plano de saúde e permite que os custos sejam trabalhados conforme as necessidades particulares.

Em alguns contextos, esse tipo de plano pode oferecer a opção de coparticipação. Esta é uma característica que possibilita que o titular do plano contribua com uma fração dos custos dos serviços médicos prestados, tornando assim o plano de saúde individual mais acessível financeiramente.

No entanto, é importante observar que, quando comparado com outras modalidades de planos de saúde, o plano individual pode apresentar custos mais elevados.

Como funciona o plano familiar?

Ao contratar o plano familiar e tornar-se titular, a pessoa pode incluir dependentes, sendo parentes até terceiro grau consanguíneos, companheiros ou cônjuges.

Algumas das principais vantagens desse tipo de plano passam pela economia gerada por membros da família. Ou seja, ao compararmos com um plano individual, observa-se que o custo por pessoa é significativamente menor no plano familiar. 

Este tipo de plano também oferece o benefício da praticidade ao permitir que todos os membros da família sejam cobertos por um único plano de saúde.

Para famílias com crianças e dependentes, esse formato de plano de saúde se mostra útil, uma vez que ele contempla coberturas específicas para estas faixas etárias, como vacinações e consultas pediátricas. Portanto, ele permite um cuidado integrado e consistente para toda a família.

Qual plano escolher?

Escolher entre plano de saúde individual e familiar dependerá das suas necessidades. Para ajudar nessa decisão, reunimos alguns detalhes que exigem atenção antes de decidir o modelo de plano.

Entenda qual o tipo de plano para você

A primeira dica é conhecer as diferenças entre o plano individual e familiar e entender qual modelo atende melhor às suas necessidades. Considerando que esse detalhe faz diferença do ponto de vista financeiro, é importante ter atenção.

Para decidir, você deve conhecer as possibilidades de atendimento ambulatorial, hospitalar ou mesmo obstétrico. Além disso, definir se prefere que a abrangência hospitalar seja de apartamento ou enfermaria. Afinal, detalhes como esse alteram o valor.

Certifique-se também de pesquisar se a operadora está de acordo com a legislação e atende as normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Observe se a cobertura envolve serviços como:

  • consultas;
  • exames;
  • tratamentos;
  • hospitais;
  • laboratórios;
  • próteses.

Fique atento a mensalidade

A definição do valor mensal a ser pago por uma operadora de plano de saúde individual ou familiar é a idade do beneficiário. Desse modo, é importante estar atento a esses detalhes. É comum que as operadoras exijam um valor pré-determinado pela idade, independente do uso.

Entretanto, é necessário conhecer as condições dos planos com coparticipação. Afinal, com o indivíduo pagando taxas em relação às consultas, exames e procedimentos, o valor mensal desse modelo é menor.

Confira o reembolso e carência

Antes de contratar o plano de saúde, conheça o processo de reembolso e o período de carência. Verifique se o processo para reembolso é fácil, se o valor é coerente aos preços praticados de forma justa. Já em relação à carência, é o período em que o beneficiário não pode fazer uso do plano logo após a assinatura do contrato.

As operadoras costumam estabelecer um tempo para realizar a reserva de recursos e garantir que as necessidades do usuário sejam atendidas. Segundo a Agência Nacional de Saúde, o prazo máximo aguardado após a contratação de um plano de saúde individual ou familiar deve ser:

  • 24 horas em casos de urgência;
  • 300 dias para obstetrícia (partos prematuros e complicações são tratados como emergenciais);
  • 24 meses para doenças já conhecidas pelo usuário antes de contratar o plano;
  • 180 dias para demais casos.

Visto que esse é o tempo máximo previsto, as operadoras podem estipular um intervalo igual ou menor ao indicado, conforme estabelece a legislação.

Verifique a existência de alguma doença preexistente

As doenças preexistentes são aquelas que o usuário já tinha conhecimento antes de assinar o contrato. A legislação não permite que uma operadora se recuse a aceitar a contratação de um indivíduo.

No entanto, é permitido a operadora não autorizar que o contratante realize procedimentos relacionados à doença por um certo período, ou adicione um valor mensal ao plano, desde que seja proporcional ao problema de saúde.

Conheça a Valem

Nós, da Valem, somos uma administradora de benefícios. Dessa forma, visamos oferecer as melhores soluções para clientes e parceiros por meio de uma excelente prestação de serviços e preços justos e vantajosos no mercado de plano de saúde.

Por meio de orientação completa e especializada, contribuímos para a qualidade de vida de todos, sendo parceira das melhores e maiores operadoras de planos de saúde do Brasil, como a Unimed.

Agora, você já conhece as diferenças entre o plano de saúde individual e familiar. Se continua em dúvida em qual modelo escolher, conte com uma administradora especializada em identificar as necessidades e vantagens de cada adesão, como a Valem! Ficou interessado? Então, conheça os planos individuais e familiares que a Valem oferece!

Como aumentar a imunidade infantil? 7 hábitos essenciais

Menino que aprendeu como aumentar a imunidade infantil

A fragilidade da imunidade na infância pode levar a ocorrências de alergias, infecções e viroses, especialmente em momentos de mudança de estações ou quando estão cercados por outras crianças. Nesses momentos, é comum que pais e responsáveis questionem “como aumentar a imunidade infantil?”.

Neste artigo, entenda como o sistema imunológico das crianças funciona, o que faz a imunidade baixar e como aumentar a imunidade infantil. Continue a leitura!

Como a imunidade infantil funciona?

A imunidade infantil é o sistema de defesa do corpo das crianças, responsável por protegê-las contra infecções e doenças. Esse sistema imunológico é complexo e envolve componentes que trabalham juntos para defender o corpo contra patógenos, como bactérias, vírus, fungos e outros invasores.

Existem dois tipos de imunidade, a inata e a adaptativa. O inato está presente desde o nascimento e fornece defesas gerais, sendo a primeira linha de defesa do corpo. Ela inclui barreiras físicas, como a pele e as membranas mucosas, bem como células do sistema imunológico, como neutrófilos e macrófagos, que atuam rapidamente para combater infecções.

Já a imunidade adaptativa é mais específica e desenvolve-se ao longo do tempo à medida que a criança é exposta a diferentes patógenos. Ela envolve a produção de anticorpos e a criação de células de memória que podem lembrar infecções passadas e proteger contra futuras infecções do mesmo tipo.

Para isso, a vacinação é essencial, pois expõem o sistema imunológico da criança a uma forma enfraquecida ou inativa de um patógeno, permitindo que o corpo desenvolva uma resposta e crie memória imunológica. Isso ajuda a proteger a criança contra doenças perigosas.

Nos primeiros anos de vida, os anticorpos do bebê são fornecidos, majoritariamente, pelo leite materno, que garantem uma proteção temporária contra infecções — fundamental para o desenvolvimento saudável na primeira infância.

No entanto, a imunidade infantil pode variar de criança para criança, com fatores como nutrição, genética e exposição a infecções. Portanto, medidas de prevenção, como a vacinação e a boa higiene, são essenciais para manter as crianças saudáveis.

O que faz a imunidade infantil ficar baixa?

É comum que crianças na primeira infância, especialmente quando frequentam creches ou escolas, tenham infecções virais com uma certa frequência. Isso porque estão frequentemente em contato com outras crianças, o que aumenta a probabilidade de exposição a vírus e bactérias.

Essa exposição constante é uma parte natural do desenvolvimento do sistema imunológico e ajuda a criar defesas contra infecções futuras.

Entretanto, a maioria dessas infecções é classificada entre leve a moderada e geralmente envolve sintomas como febre, coriza, tosse e dor de garganta. Casos de baixa imunidade são menos frequentes, mas podem incluir infecções graves ou persistentes, atrasos no crescimento e desenvolvimento, bem como outros sintomas que requerem avaliação e diagnóstico por um médico pediatra.

Como aumentar a imunidade infantil?

A seguir, entenda como aumentar a imunidade infantil com algumas dicas!

Hábitos básicos de higiene

Ensinar e incentivar as crianças a seguirem práticas de higiene adequadas desde cedo podem prevenir infecções e baixas na imunidade. Assim, a lavagem frequente das mãos, especialmente antes de comer e após o uso do banheiro, é uma das medidas mais eficazes para prevenir a propagação de germes e infecções.

Além disso, é importante ensinar às crianças a cobrirem a boca e o nariz ao tossir ou espirrar, usando um lenço de papel ou a parte interna do cotovelo, para evitar a disseminação de gotículas que podem conter vírus ou bactérias.

Também converse sobre a higiene bucal, como a escovação regular dos dentes, banhos regulares, a troca de roupas limpas e cuidados com a higiene pessoal para prevenir a proliferação de bactérias na pele.

Vacinação em dia

Garantir que as vacinas estejam em dia é uma das melhores maneiras de aumentar a imunidade infantil e proteger seus filhos contra uma variedade de doenças graves. As vacinas têm um histórico comprovado de segurança e eficácia, devido a rigorosos testes clínicos antes de serem aprovadas para uso.

As vacinas protegem não apenas a criança vacinada, mas também contribuem para a proteção de toda a comunidade. Quando uma porcentagem significativa da população é vacinada, a disseminação da doença é interrompida, protegendo aqueles que não podem ser vacinados por razões médicas e assegurando uma saúde coletiva.

Além disso, no Brasil, a vacinação infantil é obrigatória tanto para proteger a saúde e o sistema imunológico dos pequenos quanto para assegurar a erradicação de doenças infecciosas.

Alimentação balanceada

Uma alimentação balanceada permite o fortalecimento da imunidade infantil, fornecendo as vitaminas e minerais essenciais que o sistema imunológico precisa para funcionar adequadamente, como:

  • Vitamina C: conhecida por fortalecer o sistema imunológico, ajudando na produção de células de defesa.
  • Vitamina D: importante para a saúde dos ossos, podendo ser obtida por meio da exposição ao sol.
  • Vitamina A: essencial para a saúde da pele e das mucosas.
  • Vitamina E: antioxidante que ajuda a proteger as células do sistema imunológico contra danos.
  • Vitamina B6: importante para a produção de anticorpos e para a resposta imunológica.
  • Vitamina B12: importante para a produção de glóbulos vermelhos e melhora da função imunológica.

Zelar pelo sono

O sono desempenha um papel crucial na regeneração do sistema imunológico. Durante o sono, o corpo produz proteínas essenciais para combater infecções e reparar o tecido danificado.

Certifique-se de que as crianças tenham um horário de sono consistente, adequado à sua idade. Bebês precisam de mais horas de sono do que crianças mais velhas. Crie um ambiente propício para dormir tranquilamente, com um quarto escuro e silencioso.

Estabelecer uma rotina de sono consistente ajuda as crianças a terem um sono de melhor qualidade. Isso pode incluir um horário regular de dormir, uma rotina relaxante antes de deitar e limitar dispositivos eletrônicos antes de dormir.

Banho de sol

A exposição ao sol é a principal fonte de vitamina D, que desempenha um papel importante na regulação do sistema imunológico. A vitamina D ajuda o corpo a reconhecer e combater patógenos.

É importante garantir que as crianças tenham exposição ao sol, mas sem exageros. Evite a exposição direta nos horários de pico de radiação solar e use protetor solar.

Estimular atividades ao ar livre

O exercício regular ajuda a melhorar a função do sistema imunológico, tornando-o mais eficaz na defesa contra infecções. Além disso, as atividades ao ar livre promovem a saúde mental e reduzem o estresse.

Ainda, brincar ao ar livre muitas vezes envolve interações sociais, o que é importante para o desenvolvimento emocional e psicológico das crianças.

Acompanhamento médico regular

Consultas regulares com um pediatra permitem o acompanhamento do desenvolvimento da criança e a detecção precoce de problemas de saúde. É também o momento ideal para garantir que as vacinas estejam em dia.

Cada criança é única, e um médico pode oferecer orientações específicas com base nas necessidades de saúde individuais. Isso inclui abordagens para fortalecer a imunidade, como aconselhamento sobre vacinação e suplementação, quando necessário. Agora que você já sabe como aumentar a imunidade infantil, que tal continuar acompanhando conteúdo sobre a saúde das crianças em nossas redes sociais? Estamos no Instagram e LinkedIn, te esperamos por lá!