Nutrólogo ou nutricionista? Saiba quando procurar cada um

Mulher profissional da saúde alimentar segurando uma laranja e fazendo anotações, representando o nutrólogo ou nutricionista.

A nutrologia, área que tem despertado cada vez mais o interesse de médicos, conta com uma alta demanda de pacientes. No entanto, ainda é comum a confusão entre esse profissional e o de nutrição. Afinal, devo procurar um nutrólogo ou nutricionista?

Se você faz parte das pessoas que ainda não entendem muito bem a atuação de cada um, não se preocupe. Neste conteúdo, vamos conhecer as atribuições de cada um desses profissionais e as principais diferenças entre nutrólogo e nutricionista. Confira!

O que faz o nutrólogo?

Para entender quando escolher entre nutrólogo ou nutricionista, é importante conhecer a atuação de cada um. O nutrólogo é um profissional com formação superior em medicina e especializado em nutrologia.

Desse modo, está autorizado a prescrever medicamentos, caso seja necessário. Assim, o nutrólogo pode diagnosticar doenças e seu impacto no estado nutricional, além de atuar no tratamento e prevenção dessas condições.

Por meio de avaliações e exames médicos, o profissional pode identificar doenças e distúrbios alimentares, implementando tratamento que, em conjunto com outros especialistas, visa melhorar a saúde do paciente.

Entre as doenças tratadas pelo nutrólogo estão o diabetes, hipertensão, anemia, colesterol alto, desnutrição, intolerância à lactose, neoplasias, anorexia e bulimia. Além disso, o nutrólogo contribui no acompanhamento pós-operatório de cirurgias, como a bariátrica, por exemplo, avaliando carências nutricionais.

O que faz um nutricionista?

Por sua vez, o nutricionista é o profissional com formação superior em nutrição, área voltada para a fisiologia do organismo e aspectos psicológicos e sociais relacionados aos hábitos alimentares. Desse modo, é responsável pela promoção da reeducação alimentar ao prescrever dietas que contribuam para o equilíbrio de nutrientes e calorias.

Assim, sua atuação consiste na orientação nutricional e dietética, além de suplementação quando necessário. Também contribui para a prevenção de doenças, ajudando a promover a qualidade de vida, segurança alimentar e contribuir para a prática de alimentação saudável. Veja algumas formas de atuação do nutricionista:

Dietas de emagrecimento: cardápios personalizados focados na perda de peso, considerando necessidades nutricionais, nível de atividade física e hábitos de vida.

Dietas para ganho de peso: cardápios para ganho de peso ou massa muscular, mantendo taxas equilibradas de glicose, colesterol e triglicerídeos.

Reeducação alimentar: orientação sobre necessidades nutricionais e hábitos alimentares para prevenir doenças e promover uma relação saudável com a alimentação.

Nutrição para necessidades específicas: avaliação, prescrição de suplementos e cardápios para intolerância à lactose, diabetes, hipertensão, doença celíaca, colesterol alto, idosos, atletas, entre outros.

Qual a diferença entre nutrólogos e nutricionistas?

Como vimos, a principal diferença entre nutrólogo ou nutricionista é a formação. O nutrólogo é o médico especializado em nutrologia e atua em casos mais complexos em que a condição nutricional do indivíduo apresentou falha ou foi afetada por quadros de saúde. 

Já o nutricionista é formado em nutrição, e responsável pela prescrição de dietas em casos e necessidades mais simples.

Como funciona o trabalho conjunto entre nutrólogo e nutricionista?

Ambos profissionais atuam na área da saúde e nutrição. No entanto, cada um apresenta particularidades que definem quando buscar auxílio do outro profissional. Em muitos casos, o trabalho multidisciplinar entre o nutrólogo e nutricionista ocorre, como no tratamento de distúrbios alimentares.

O médico monitora a doença, enquanto o nutricionista é responsável por acompanhar a adaptação do paciente à sua nova rotina ou condição alimentar. Em casos de obesidade, por exemplo, o médico pode diagnosticar as causas do ganho de peso enquanto o nutricionista implementa o tratamento, elaborando um plano nutricional individualizado para atender às necessidades do paciente.

Quando devo procurar um nutrólogo ou nutricionista?

Os nutricionistas atendem em consultórios e clínicas, e podem realizar o acompanhamento do indivíduo de forma semanal, quinzenal ou mensal. Por isso, devem ser procurados para o acompanhamento de dietas para perda ou ganho de peso e equilíbrio de rotina com exercícios.

Quando a alimentação e nutrição estão associadas a casos graves de saúde, é importante procurar o médico nutrólogo. Desse modo, o paciente poderá realizar exames específicos para o diagnóstico adequado e desenvolvimento da melhor conduta.

Quais são os fatores para avaliar antes de marcar uma consulta com nutrólogo ou nutricionista?

Antes de marcar consulta com um nutrólogo ou nutricionista, é importante considerar alguns fatores. Assim, você poderá entender melhor qual profissional é o mais indicado para atender às suas necessidades.

Objetivo

Avalie o seu objetivo. Se sua preocupação for perder peso, ganhar massa e melhorar a qualidade de vida comendo melhor, o nutricionista é o profissional adequado. Contudo, antes dessa consulta, é indicado realizar uma avaliação médica de rotina. 

Assim, o nutrólogo também pode ser acionado, para avaliar possíveis déficits nutricionais ou condições de saúde que exigem cuidado especializado.

Principais problemas metabólicos e tratamentos

Os exames médicos podem identificar problemas metabólicos que estão relacionados à obesidade, hiperglicemia e dislipidemia. Nesses casos, o nutrólogo realiza o diagnóstico, investiga as causas e desenvolve o tratamento individualizado. 

Associado está o nutricionista, que poderá estabelecer a dieta adequada conforme o distúrbio identificado.

Problemas hormonais

O ganho de peso é uma condição que pode estar relacionada às alterações hormonais. Em situações como essa, o endocrinologista, médico especializado no sistema endócrino, é indicado. 

Dessa forma, junto ao nutrólogo e ao nutricionista, o médico pode diagnosticar distúrbios relacionados aos hormônios e prescrever o tratamento medicamentoso, que será associado ao tratamento alimentar.

Agora que você já sabe quando procurar um nutrólogo ou nutricionista, certifique-se de que os melhores profissionais estejam à sua disposição, atendendo suas necessidades e melhorando sua saúde e qualidade de vida por meio da alimentação. Para isso, ter um plano de saúde é fundamental. 

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Gripe e resfriado: entenda as diferenças e como prevenir

Mulher doente espirrando, aludindo aos sintomas da gripe e resfriado.

A diferença entre gripe e resfriado ainda causa dúvidas em muitas pessoas. Afinal, as duas doenças apresentam bastante semelhanças, como o contágio por meio de vírus e o aumento de sua transmissão durante o inverno.

Além disso, os sintomas da gripe e resfriado são parecidos, por isso, é comum a confusão entre as doenças. Para esclarecer esse assunto, separamos algumas informações que vão ajudá-lo a conhecer as diferenças entre as doenças, assim como formas de tratamento e prevenção. Continue a leitura para conferir!

O que é a gripe?

A gripe é uma doença provocada pelo vírus influenza. O mais conhecido é o de tipo A, que engloba subtipos já conhecidos pela população, como o H1N1 e H3N2 (gripe suína). A gripe é uma infecção respiratória sazonal que surge com mais frequência em períodos mais frios do ano. Isso ocorre devido ao aumento da aglomeração em locais fechados e com pouca circulação de ar, facilitando a transmissão do vírus.

O que é o resfriado?

Já o resfriado é uma infecção que pode ser causada por mais 200 tipos de vírus. Contudo, os mais comuns ocorrem pelo rinovírus. Pela variedade em tipos e subtipos, o resfriado está entre as doenças mais comuns, que acometem grande parte da população.

Qual a diferença entre gripe e resfriado?

A principal diferença entre a gripe e resfriado está na intensidade dos sintomas. Enquanto a gripe é uma doença que pode progredir para complicações mais graves, como a pneumonia, o resfriado costuma ser mais brando.

Além disso, o resfriado surge lentamente. Já a gripe ocorre de forma repentina, deixando o indivíduo rapidamente debilitado. Outra diferença está nos sintomas. O resfriado tem como característica espirros e coriza, diferente da gripe.

Sintomas

A gripe costuma apresentar sintomas mais agudos do que os causados pelo resfriado. A febre alta é característica da doença, seguida por dor muscular, dores de garganta, coriza, dores de cabeça e tosse. No resfriado, os sintomas mais comuns são a congestão nasal, coriza, espirros, desconforto e dor de garganta leve.

Tempo de duração

Normalmente, os sintomas da gripe aparecem de forma súbita e desaparecem entre uma semana ou 10 dias, com exceção da tosse, que pode durar até duas semanas ou mais. Em relação ao resfriado, os sintomas devem passar após 4 a 5 dias.

Contágio

A transmissão de ambos têm muito em comum, ocorrendo de forma direta, por meio de secreções de vias respiratórias de alguma pessoa contaminada ao tossir, falar ou espirrar. Além disso, a transmissão das doenças pode acontecer pelas mãos contaminadas por essas secreções que carregam o vírus para boca, nariz e olhos.

Complicações

A gripe pode evoluir para graves complicações, como pneumonia, bronquite, sinusite, otite e desidratação. Do mesmo modo, pode agravar doenças crônicas já existentes. Com complicações menos severas, o resfriado também pode provocar sinusite ou otite.

Como prevenir gripe e resfriado?

Considerando que a transmissão da gripe e resfriado ocorre por meio do contato com secreções infectadas pelos vírus, a prevenção envolve medidas que evitem o contato com as gotículas de uma pessoa infectada e fortalecimento do sistema imunológico.

Vacinação

A principal forma de prevenção da gripe é por meio da vacinação. Essa é a forma mais eficaz e segura de evitar a doença, sendo indicada para toda população a partir dos 6 meses. Atualmente, a vacina pode ser encontrada no serviço público de saúde e também nas redes privadas.

Higiene

Alguns cuidados contribuem para a prevenção da gripe e resfriado. A higiene é importante para evitar o contato com o vírus. Desse modo, além de lavar as mãos com frequência, especialmente antes de comer e após cumprimentar outras pessoas, é indicado:

  • proteger o nariz e boca ao espirrar, seja com lenços descartáveis ou a parte interna do cotovelo;
  • evitar ambientes fechados, sem ventilação;
  • evitar aglomerações;
  • preferir ambientes arejados, com janelas abertas;
  • utilizar álcool gel para higienizar as mãos quando não puder lavá-las;
  • evitar tocar boca, nariz e olhos em locais públicos, antes de higienizar as mãos.

Fortalecimento do sistema imunológico

Além do fortalecimento do organismo por meio da vacina, é importante adotar outros cuidados, como beber água, manter uma alimentação saudável e praticar exercícios físicos. Assim, as chances de contaminação pelo vírus diminuem.

Qual o tratamento da gripe e do resfriado?

O tratamento para a gripe e resfriado envolve o fortalecimento do sistema imunológico e combate ao vírus. Portanto, é essencial priorizar cuidados que ajudam amenizando os sintomas e fortalecendo a imunidade.

Medicação

O uso de medicações na gripe e resfriado deve ser feito após a orientação de um médico. O profissional poderá prescrever o remédio correto após a avaliação dos sintomas. Entre os mais comuns estão descongestionantes, anti-inflamatórios, anti-histamínicos e medicamentos expectorantes.

Cuidados em casa

Associado aos cuidados acima, outras recomendações para tratar os sintomas da gripe e resfriado envolvem a ingestão de líquidos, como água, sucos, chás e sopas. Além disso, o repouso é importante, principalmente na gripe, ajudando o corpo a se recuperar mais rápido.

Quando procurar um médico

Seja diante da gripe ou resfriado, é aconselhável procurar ajuda médica ao perceber os sintomas. Assim, é possível ter o diagnóstico correto e o tratamento prescrito com os medicamentos adequados.

Os casos de gripe e resfriado são muito comuns, especialmente em estações mais frias. Por isso, é importante manter-se saudável e realizar os cuidados necessários para prevenção. Além disso, contar com um plano de saúde que atenda suas necessidades e de sua família, como a Valem, é fundamental, melhorando a saúde e qualidade de vida.

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Síndrome do Intestino Irritável: causas, sintomas e tratamento

Na imagem, vemos uma mulher loira vestindo uma camisa verde, sentada em um sofá, com as mãos na barriga, indicando um possível desconforto. Ela parece estar sentindo dores abdominais, o que pode estar relacionado a condições como a síndrome do intestino irritável, uma condição que frequentemente causa dor abdominal e desconforto digestivo. A expressão dela reflete esse desconforto enquanto está em um ambiente doméstico.

A Síndrome do Intestino Irritável (SII) consiste em um distúrbio crônico. Nessa condição, nem sempre o intestino funciona de forma correta. Apesar dos sintomas e desconforto causados, a síndrome não acarreta danos ao intestino. Contudo, pode prejudicar a qualidade de vida do indivíduo.

Esse distúrbio afeta milhões de pessoas no mundo, sendo mais comum entre as mulheres, e manifestando-se no início da vida adulta. Para entender melhor as causas, tratamento e sintomas da Síndrome do Intestino Irritável, continue a leitura conosco!

O que é a Síndrome do Intestino Irritável?

A Síndrome do Intestino Irritável é um distúrbio gastrointestinal que acomete o intestino grosso. Desse modo, a condição provoca sintomas como dores abdominais, constipação, gases e diarreia. As manifestações costumam ocorrer no final da adolescência, com surtos irregulares que podem aparecer e desaparecer em intervalos irregulares.

Quais são os sintomas de Síndrome do Intestino Irritável?

Ainda que sejam mais frequentes no início da vida adulta, os sintomas podem ocorrer na idade adulta avançada, ainda que com menor frequência.  

As dores abdominais relacionam-se à evacuação, seja pela alteração na rotina ou consistência das fezes. As dores são fortes, em forma de cólica, e localizam-se na região inferior do abdome. 

Além disso, outros sintomas presentes são:

  • sensação de esvaziamento incompleto após evacuar;
  • distensão abdominal;
  • problemas de sono;
  • dores musculares;
  • dores de cabeça;
  • muco nas fezes;
  • depressão;
  • ansiedade;
  • náusea;
  • fadiga;
  • gases.

Quais são as causas da Síndrome do Intestino Irritável?

As causas da Síndrome ainda não estão claramente definidas. Especialistas acreditam que seja uma doença multifatorial. 

Dessa forma, pode ocorrer por diferentes motivos. No entanto, sabe que alguns dos fatores que podem influenciar o distúrbio, desencadeando ou piorando os sintomas, são:

  • consumo de alguns alimentos, como lácteos, açúcar, chocolate, feijão, brócolis;
  • dieta rica em alimentos gordurosos;
  • consumo de bebidas alcoólicas;
  • ingestão de cafeína;
  • depressão;
  • ansiedade;
  • estresse.

Como é feito o diagnóstico da Síndrome do Intestino Irritável?

As pessoas que sofrem com a Síndrome do Intestino Irritável geralmente parecem saudáveis. Assim, o diagnóstico é baseado nas características dos sintomas apresentados. O médico coleta o histórico do paciente e, junto ao exame clínico, utiliza critérios baseando-se nesses sintomas para o diagnóstico.

O profissional segue critérios de ROMA, ferramenta desenvolvida para investigar a presença da síndrome. Portanto, o diagnóstico é obtido quando a pessoa apresenta dores abdominais no mínimo uma vez por semana, nos últimos 3 meses, junto com 2 ou mais sintomas como:

  • dor relacionada à evacuação;
  • dor associada à mudança na evacuação;
  • dor relacionada à alteração na consistência do alimento.

Exames

O exame físico em uma pessoa com Síndrome geralmente não revela anormalidades. O médico então solicita exames de sangue, visando diferenciar o distúrbio de doenças como a colite ulcerativa, doença de Crohn, câncer, doença celíaca e outras enfermidades e infecções que podem apresentar sintomas semelhantes.

Ademais, exames de imagem podem ser realizados em indivíduos que apresentam sintomas não tão comuns na síndrome, como febre, perda de peso e vômito. 

Além do ultrassom abdominal e radiografia do intestino, realiza-se a colonoscopia, especialmente em pessoas acima de 45 anos, de modo a descartar tumores ou pólipos no órgão.

Quais são os tratamentos?

Essa condição ainda não apresenta cura. Contudo, com o tratamento adequado, é possível ao indivíduo ter bem-estar e qualidade de vida. Assim, por meio de medicamentos, dieta e terapias, a Síndrome do Intestino Irritável pode ser controlada.

Medicamentos

Alguns Laxantes são geralmente seguros e eficazes para pessoas com constipação intestinal. Para dores abdominais, são indicados anticolinérgicos, visando bloquear espasmos musculares do intestino.

Para pessoas com diarreia, antidiarreicos, como o difenoxilato ou a loperamida, podem ser usados em casos graves, assim como a rifaximina, antibiótico indicado para aliviar os sintomas de diarreia, dor e distensão abdominal.

Ademais, em dores abdominais, antidepressivos podem ser considerados, ajudando também no alívio de problemas de sono, ansiedade e depressão. Por fim, a administração de bactérias probióticas auxilia na promoção do crescimento de bactérias benignas no intestino.

Alimentação

Já em relação à alimentação, indica-se adotar uma dieta com várias refeições menores ao longo do dia. Além disso, evitar alimentos que possam causar gases e distensão abdominal, como leguminosas. Do mesmo modo, outros sintomas podem ser controlados evitando alimentos com alto teor de açúcar e gordura, assim como produtos lácteos.

Para indivíduos com constipação, indica-se o aumento no consumo de fibras e água. Contudo, de forma moderada, visto que pode agravar a produção de gases e distensão abdominal.

Terapias

O tratamento da Síndrome do Intestino Irritável também deve contar com apoio psicológico, visto que o distúrbio pode ser agravado pela presença de problemas emocionais. Além disso, exercícios de relaxamento, como técnicas de meditação, contribuem para a melhora da ansiedade e estresse.

Como prevenir a Síndrome do Intestino Irritável?

O distúrbio não apresenta uma medida certa de prevenção. Contudo, algumas alternativas podem ajudar no controle das crises. Alimentar-se a cada 3 horas, evitar alimentos gordurosos e ultraprocessados, ingerir alimentos naturais, como frutas e verduras e aumentar o consumo de água pode ajudar. Além disso, cuidar da saúde mental e manter consultas e exames de rotina.

A Síndrome do Intestino Irritável pode ser tratada adequadamente, evitando que crises e sintomas comprometam o bem-estar e a qualidade de vida do indivíduo. Para isso, o acompanhamento médico é indispensável. Conte com Valem para encontrar um plano de saúde adequado às suas necessidades e garantir o tratamento correto da síndrome.

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Insônia: quais são as causas, tipos e tratamentos

A imagem retrata uma pessoa deitada na cama, cobrindo o rosto com as mãos, visivelmente incomodada. A iluminação suave e azulada reforça a sensação de desconforto e inquietação, típica de quem sofre com insônia. Esse distúrbio do sono pode causar noites longas e difíceis, afetando a qualidade de vida e o bem-estar geral, como ilustrado pela expressão de cansaço e frustração da pessoa na imagem.

Caracterizada pela dificuldade em adormecer ou manter o sono, a insônia pode ter várias causas que precisam ser investigadas para um tratamento eficaz.

Diversos fatores podem contribuir para essa condição, incluindo elementos biológicos como doenças preexistentes e o envelhecimento, além de hábitos e comportamentos. Ainda, ela pode se manifestar isoladamente ou se tornar crônica.

Estudos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) indicam que 72% dos brasileiros sofrem de doenças relacionadas ao sono, como a insônia. Esse dado destaca a importância de entender e tratar esse distúrbio para melhorar a qualidade de vida.

Continue lendo para entender melhor o que é a insônia, suas causas, tipos e como tratá-la.

O que é a insônia?

A insônia é a dificuldade em iniciar ou manter o sono, ou ainda, despertar antes do horário desejado e não conseguir voltar a dormir. 

Esse distúrbio resulta em um sono não restaurador, impactando negativamente a qualidade de vida e o bem-estar. 

Os sintomas comuns incluem fadiga, baixa energia, dificuldades de concentração, alterações de humor e desempenho reduzido no trabalho ou na escola.

Quais são as causas da insônia?

A insônia pode ser causada por uma variedade de fatores. Entre os mais comuns estão:

Ansiedade

A ansiedade é uma das principais causas da insônia. Pensamentos inquietantes e a incapacidade de relaxar a mente dificultam o início e a manutenção do sono. Além disso, a preocupação constante com a insônia pode criar um ciclo vicioso que agrava o problema.

Alterações hormonais

Mulheres frequentemente enfrentam mudanças nos níveis hormonais, como aquelas que ocorrem durante a menopausa ou gravidez, podendo interferir nos padrões de sono e causar insônia. Essas alterações podem afetar o ritmo circadiano do corpo, dificultando a capacidade de adormecer e permanecer dormindo.

Comer tardiamente

Refeições pesadas próximas à hora de dormir podem causar desconforto digestivo, dificultando o início do sono. Isso ocorre porque alimentos ricos em gorduras e açúcares tendem a retardar o processo digestivo, provocando indigestão e desconforto que prejudicam o sono.

Uso de telas

A exposição à luz azul emitida por dispositivos eletrônicos, como smartphones e computadores, pode suprimir a produção de melatonina, hormônio responsável pelo sono. Esse efeito é especialmente problemático quando esses dispositivos são usados antes de dormir, interferindo na capacidade de adormecer.

Estresse

O estresse, seja ele causado por problemas pessoais, profissionais ou financeiros, influencia a capacidade de relaxamento. O aumento dos níveis de cortisol, o hormônio do estresse, impacta diretamente na qualidade do sono, contribuindo para a insônia.

Cafeína

A cafeína é um estimulante encontrado em alimentos e bebidas como café, chá, refrigerantes e energéticos. Consumi-la, especialmente no final do dia, afeta o sono, pois esse estimulante pode permanecer no organismo por várias horas. Por isso, é recomendado evitar essas bebidas à noite para prevenir a insônia.

Hábitos ruins na hora de dormir

Rotinas inadequadas, como horários irregulares para dormir e ambientes não propícios ao descanso, também são causas comuns de insônia. Ambientes barulhentos, excessivamente iluminados ou desconfortáveis podem prejudicar a qualidade do sono.

Quais os tipos de insônia?

A insônia pode ser classificada em três tipos:

Insônia transiente

A insônia transiente é temporária e geralmente dura menos de uma semana. É frequentemente causada por estresse ou eventos pontuais. Situações como viagens, mudanças de fuso horário ou eventos estressantes podem desencadear esse tipo de insônia.

Insônia crônica

A insônia crônica é caracterizada por dificuldades para dormir que ocorrem pelo menos três noites por semana e duram pelo menos três meses. Pode estar associada a condições médicas ou psicológicas. 

Insônia intermitente

A insônia intermitente ocorre periodicamente e não segue um padrão regular. Pode ser desencadeada por fatores como estresse ou mudanças no estilo de vida. Esse tipo de insônia pode ser imprevisível e variar em intensidade.

Qual o mínimo de horas de sono por dia?

A quantidade de sono necessária varia de pessoa para pessoa, mas, em geral, adultos precisam de 7 a 9 horas de sono por noite para se sentirem descansados e revitalizados. 

No entanto, crianças e adolescentes necessitam de mais horas de sono devido ao crescimento e desenvolvimento. 

É importante respeitar as necessidades individuais de sono, pois a privação pode levar a uma série de problemas de saúde, incluindo a insônia crônica.

Como é feito o tratamento para insônia?

O tratamento da insônia pode incluir mudanças nos hábitos de sono, terapia comportamental e, em alguns casos, medicamentos. 

As abordagens comuns incluem:

Higiene do sono: estabelecer uma rotina de sono regular, evitar cafeína e eletrônicos antes de dormir, e criar um ambiente propício para o sono. Recomenda-se também evitar sonecas longas durante o dia e usar a cama somente para dormir.

Terapia cognitivo-comportamental (TCC): esta terapia ajuda a identificar e modificar pensamentos e comportamentos que contribuem para a insônia. Técnicas como o controle de estímulos, restrição de sono e relaxamento muscular progressivo são frequentemente utilizadas.

Medicamentos: em casos severos, medicamentos prescritos podem ser utilizados para manter o sono. No entanto, devem ser usados com prescrição e sob supervisão médica.

Existe cura para a insônia?

Sim, a insônia pode ser curada ou significativamente melhorada em muitos casos. A chave está em identificar e tratar as causas e adotar práticas que promovam um sono saudável. A persistência no tratamento e a adaptação de hábitos são fundamentais para alcançar uma melhora duradoura. 

Mudanças no estilo de vida, como a prática regular de exercícios físicos e uma alimentação equilibrada, podem contribuir para a melhora do sono. Além disso, buscar ajuda profissional para lidar com questões emocionais e psicológicas é essencial para um tratamento eficaz.

Quando é preciso procurar auxílio médico?

É aconselhável procurar auxílio médico se a insônia persiste por mais de algumas semanas, interfere significativamente nas atividades diárias ou está associada a outros sintomas, como dor, dificuldade respiratória ou problemas emocionais. 

Um profissional de saúde pode ajudar a identificar a causa subjacente e recomendar um plano de tratamento adequado. A consulta com um especialista em sono pode ser necessária para casos mais complexos.

A insônia é um distúrbio do sono comum, mas tratável. Se você está enfrentando dificuldades para dormir, considerar uma consulta com um profissional de saúde pode ser o primeiro passo para melhorar a qualidade do sono.

Como a Valem pode ajudar?

A Valem é uma administradora de benefícios comprometida em proporcionar as melhores soluções em saúde para seus clientes, oferecendo serviços de qualidade a preços acessíveis. 

Em parceria com a Unimed, uma das maiores operadoras de planos de saúde do Brasil, a Valem garante atendimento especializado para diversas necessidades de saúde. 

Se você ou alguém da sua família está enfrentando dificuldades para dormir, não hesite em buscar ajuda profissional. A Valem pode ajudar a encontrar o plano de saúde ideal que atenda às suas necessidades e da sua família!

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Imunidade baixa: como fortalecer o sistema imunológico?

A imagem mostra uma jovem mulher sentada em um sofá, coberta por uma manta, com uma expressão de desconforto evidente enquanto segura a cabeça e um lenço. Ao lado dela, sobre uma mesa, há um copo de água, comprimidos e uma fatia de limão, sugerindo que ela está cuidando de uma possível gripe ou resfriado. A cena indica que a mulher pode estar sofrendo de baixa imunidade, o que a deixou vulnerável a doenças e desconfortos físicos.

Se você está sentindo mais cansaço que o normal ou pegando resfriados com frequência, pode ser um sinal do seu corpo indicando imunidade baixa

Isso significa que algo não está bem com o sistema de defesa, e, assim, você se torna alvo fácil para uma variedade de agentes patogênicos, desde um simples resfriado até condições mais graves.

Logo, ter um sistema imunológico fortalecido não é apenas uma questão de prevenção de doenças; é também para uma vida mais saudável e feliz. 

Neste artigo, vamos te contar tudo sobre esse sistema importante do corpo, desde o que causa a baixa da imunidade até o que pode ser feito para fortalecê-la. Então, continue a leitura para manter sua saúde em dia!

O que é imunidade baixa?

A imunidade baixa, também conhecida como imunodeficiência, é uma condição médica em que o sistema imunológico não está funcionando corretamente. Isso deixa a pessoa mais vulnerável às doenças e infecções.

O sistema imunológico é composto por células e órgãos que têm a função de defender o corpo contra agentes infecciosos. Quando um patógeno, como um vírus ou bactéria, invade o corpo, o sistema imunológico é ativado para neutralizar e eliminar a ameaça, ajudando na recuperação da saúde.

No entanto, se a imunidade está baixa, o sistema imunológico não consegue produzir uma quantidade suficiente de células de defesa ou não consegue produzir as células apropriadas para combater as infecções.  

Isso pode resultar em vários problemas de saúde, incluindo:

  • infecções frequentes, que podem ser um sinal de que o sistema imunológico não está respondendo como deveria;
  • infecções graves, como pneumonia e meningite, que podem ocorrer porque o corpo não tem defesas suficientes;
  • aumento da suscetibilidade a alergias, devido à incapacidade do sistema imunológico de regular reações alérgicas;
  • risco elevado de doenças inflamatórias, como artrite, que podem ser exacerbadas por um sistema imunológico comprometido.

Quais são os sintomas de imunidade baixa?

Para saber se sua imunidade está baixa, existem alguns sinais que o seu corpo dá e que, geralmente, estão relacionados a essa condição. Alguns dos mais comuns incluem:

  • fadiga excessiva;
  • infecções de pele;
  • resfriados frequentes;
  • problemas na digestão;
  • perda de cabelo.

É claro que os sintomas podem variar de pessoa para pessoa e, quando analisados isoladamente, não determinam necessariamente uma imunidade baixa. 

Por exemplo, a fadiga pode ser causada por outros fatores, como estresse ou má alimentação, e não apenas pela imunidade baixa.

Lembre-se que somente um profissional de saúde pode realizar exames específicos para determinar a causa dos sintomas e recomendar o tratamento adequado.

O que causa imunidade baixa?

Não é incomum perceber uma baixa da imunidade na população em algumas épocas do ano específicas, como inverno ou tempo seco. Porém, alguns fatores, além dos climáticos, colaboram para a baixa da imunidade. 

Confira alguns exemplos:

  • estresse: situações de alta pressão no trabalho ou problemas pessoais podem levar a níveis elevados de cortisol, o hormônio do estresse, que afeta negativamente o sistema imunológico;
  • má alimentação: uma dieta pobre em nutrientes essenciais, como vitaminas e minerais, pode enfraquecer as defesas do corpo;
  • sedentarismo: a falta de atividade física regular pode prejudicar a capacidade do corpo de combater infecções;
  • problemas no sono: noites mal dormidas ou distúrbios do sono, como insônia, podem comprometer a produção de células imunológicas;
  • uso constante de medicamentos: os imunossupressores em especial, usados em doenças autoimunes, podem diminuir a imunidade. Por exemplo, pacientes que utilizam corticóides a longo prazo para tratar artrite reumatoide.
  • doenças crônicas: condições como diabetes e HIV/AIDS têm que gerenciar cuidadosamente sua saúde para evitar uma queda na imunidade.

Outros fatores incluem o consumo excessivo de álcool, tabagismo e obesidade, que também são conhecidos por comprometer a imunidade.

Como fortalecer o sistema imunológico?

A boa notícia é que existem algumas práticas simples que você pode fazer no dia a dia, sejam ações ou restrições, que colaboram bastante para o fortalecimento do sistema imunológico sem a necessidade de intervenções médicas mais severas. Por exemplo:

  • evite álcool e cigarro;
  • cuide do seu sono;
  • aposte no consumo dos chás;
  • pratique exercícios físicos;
  • beba água regularmente;
  • consuma mais vitaminas;
  • evite o estresse;
  • tome um pouco de sol todos os dias.

Você vai perceber que, além de uma imunidade mais forte, você também terá uma melhora em diversos outros âmbitos da vida, como disposição, memória, estresse e muito mais!

Quais vitaminas ajudam a aumentar a imunidade?

Além das práticas do dia a dia que falamos acima, algumas vitaminas aumentam a imunidade e auxiliam no funcionamento do organismo, incluindo na produção das células protetoras. Conheça alguns desses poderosos aliados da saúde:

  • Vitamina C: conhecida por sua capacidade de fortalecer o sistema imunológico, a vitamina C é um antioxidante que ajuda na proteção contra infecções e na recuperação de doenças;
  • Curcumina: encontrada no açafrão-da-terra (cúrcuma), a curcumina tem propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, que podem ajudar a modular a resposta imune;
  • Ômega 3: presente em peixes e sementes de linhaça, o ômega 3 é um tipo de gordura saudável que pode reduzir a inflamação e melhorar a função imunológica;
  • Vitamina D: essencial para a saúde dos ossos e para a resposta imune, a vitamina D pode ser obtida através da exposição solar e de alimentos como peixes gordurosos e ovos;
  • Aminoácidos: os blocos construtores das proteínas, os aminoácidos, são fundamentais para a reparação de tecidos e para a produção de células imunológicas;
  • Vitamina E: um antioxidante que ajuda na manutenção do sistema imune, especialmente em idosos, a vitamina E pode ser encontrada em nozes, sementes e óleos vegetais;
  • Zinco: mineral importante para a função imune, o zinco está presente em carnes, frutos-do-mar, legumes e grãos integrais;
  • Beta glucana: um tipo de fibra encontrada em leveduras, cogumelos e cereais, a beta glucana pode ajudar a ativar as células imunes e a melhorar as defesas do corpo.

Uma alimentação equilibrada e variada é a melhor forma de obter esses nutrientes e manter um sistema imunológico forte.

Consulte-se regularmente com um profissional de saúde

Uma dica final é super importante para manter o sistema imunológico sempre fortalecido, é estar em dia com as consultas com profissional de saúde

Essas são oportunidades valiosas para avaliar sua saúde geral e identificar quaisquer problemas que possam comprometer seu bem-estar.

Afinal, durante essas consultas, os médicos têm a capacidade de detectar problemas de saúde incipientes, como uma imunidade baixa, o que permite intervenções precoces e mais eficazes.

Além disso, escolher um plano de saúde adequado às suas necessidades é um passo importante. A Valem é uma opção de excelência, oferecendo planos de saúde que se adaptam às diferentes necessidades individuais, garantindo que você tenha sempre acesso aos melhores cuidados de saúde disponíveis. 

Não deixe para depois o que você pode fazer hoje pela sua saúde, venha conhecer a Valem!

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Confira 10 estratégias para conciliar trabalho e família

trabalho e família: A imagem mostra uma família em um ambiente doméstico. No centro da imagem, há um homem de pele negra, com expressão de concentração e preocupação, escrevendo em papéis e utilizando um notebook. Ao seu lado, uma mulher também de pele negra, com expressão atenta e acolhedora, coloca a mão no ombro dele, mostrando apoio e cuidado.

Conciliar trabalho e família nem sempre é uma tarefa fácil. Esse desafio parece ainda maior diante da rotina corrida que vivemos atualmente. Contudo, com algum planejamento e estratégias corretas, isso é possível. 

Para ajudá-lo a melhorar sua vida pessoal e profissional, reunimos algumas dicas importantes que vão contribuir para sua qualidade de vida e relacionamentos. Continue a leitura conosco para conferir!

Por que buscar o equilíbrio entre trabalho e família?

O trabalho traz sensação de utilidade, motivação, além de ser a forma de sustento. No entanto, deve ser priorizado de maneira equilibrada na vida do indivíduo. 

Além disso, conviver com quem se ama é fundamental para a felicidade, equilíbrio emocional e apoio. Por isso, saber conciliar trabalho e família é essencial.

Como conciliar trabalho e família?

Considerando as vantagens de uma vida profissional e pessoal em harmonia e uma rotina saudável, algumas estratégias contribuem para que essa relação seja equilibrada. 

Veja quais você deve aplicar para conciliar trabalho e família.

1. Distribua as funções

É comum sentir-se sobrecarregado, seja no trabalho ou em família. Falar com seu superior sobre a possibilidade de ter mais flexibilidade é uma alternativa. 

Por sua vez, se você for o responsável pelas funções, considere delegar tarefas aos colaboradores

Já na vida pessoal, é importante evitar fazer tudo sozinho. Divida as responsabilidades domésticas e familiares com seu cônjuge, irmãos ou outros familiares que possam contribuir.

2. Determine quais são as suas prioridades

É importante determinar se seus principais objetivos estão voltados para dedicar-se mais à família ou ao trabalho. Com base nessa informação, é possível orientar suas escolhas. Não há certo ou errado nessa decisão. Contudo, é uma escolha que requer cuidado.

Isso porque, o equilíbrio começa quando identificamos o que é prioridade. Assim, conseguimos dizer “não” a outras atividades naquele momento, gerenciando o tempo com base no que é essencial.

3. Conte com uma rede de apoio

Tenha uma rede de apoio para ajudá-lo a cumprir suas atividades é uma importante estratégia para conciliar família e trabalho. 

Por isso, converse com seus familiares e explique a importância do cumprimento dos horários. Do mesmo modo, tenha alguém no trabalho para quem possa delegar tarefas ou alternar horários, quando necessário.

4. Use a tecnologia a seu favor

Uma grande aliada para a organização e gestão do tempo é a tecnologia. Você pode usufruir de ferramentas desde agendas até técnicas de produtividade, contando com aplicativos para tudo.

Se necessário, mantenha seus compromissos agendados, com lembretes programados. Considere também o uso de técnicas como a Pomodoro, que divide seu tempo de trabalho e descanso, aumentando a produtividade.

Com tantas opções, vale a pena pesquisar e explorar com atenção. Afinal, isso ajudará no rendimento do trabalho, mantendo suas funções em ordem e contribuindo para ter mais tempo livre.

5. Tenha horários bem definidos

É importante ter horários estabelecidos, com divisões de período de trabalho e tempo para desfrutar da família. Considere o tempo necessário para concluir suas tarefas no trabalho, mantendo sua rotina equilibrada. 

O fundamental é respeitar esse cronograma rigorosamente, iniciando e encerrando as atividades no horário determinado.

6. Aprenda a dizer não

Para manter um equilíbrio saudável e conciliar trabalho e família é indispensável aprender a dizer não. Isso se aplica a qualquer situação. Pode ser recusando passar mais tempo em casa ou negando um projeto que consumirá seu tempo em família.

7. Organize a sua rotina

Não é porque você decidiu dedicar mais tempo ao trabalho, seja por estar começando um novo empreendimento, buscando uma promoção, ou outro motivo, que irá descuidar dos seus familiares.

A estratégia é manter uma rotina organizada, com horários rigorosamente definidos para o trabalho e também junto aos entes queridos. Desse modo, você poderá reduzir a sobrecarga de tarefas e tornar seus dias mais produtivos.

8. Tenha momentos de pausas

Momentos de descanso podem parecer simples, mas são essenciais para equilibrar trabalho e vida familiar, promovendo uma vida saudável e sucesso em todas as áreas. Isso traz mais tranquilidade durante a semana.

Muitos empreendedores acreditam que passar mais tempo trabalhando resultará em melhores resultados. No entanto, manter um equilíbrio é importante para preservar a saúde mental e ampliar as oportunidades de sucesso.

9. Cuide da sua saúde mental

Ter momentos de descanso é algo que pode auxiliar a equilibrar os setores da vida, preservando a saúde mental e física. 

Contudo, é essencial também estar atento a cada sinal visível ao longo dos dias, como dores de cabeça, dor na coluna ou alterações emocionais, por exemplo.

A síndrome de Burnout é um distúrbio causado por altos níveis de estresse e tensão relacionados ao trabalho, podendo atingir profissionais de diferentes áreas. 

Entre os sintomas estão esgotamentos físico e mental, dores musculares, enxaqueca, pressão alta, insônia e cansaço.  

Para evitar que isso aconteça, é preciso manter exames e consultas de rotina em dia, visando cuidar da saúde física e mental.

10. Pare de perseguir a perfeição

Algumas pessoas almejam perfeição em todas as áreas de sua vida. Entretanto, esse nível de exigência pode resultar em insatisfação, estresse e prolongamento das atividades

Por esse motivo, é importante diminuir a autocrítica e aceitar que nem sempre as coisas sairão como desejado. 

Respeitar os próprios limites e reconhecer as falhas é mais benéfico do que buscar a perfeição e contribuir para um equilíbrio saudável sem comprometer a produtividade.

Conciliar trabalho e família pode ser um desafio. Portanto, lembre-se de aplicar as estratégias apresentadas para garantir equilíbrio entre sua vida pessoal e profissional. Desse modo, com o planejamento adequado, você poderá gerir melhor seu tempo em casa e no trabalho.

Gostou deste conteúdo? Veja também quais são as principais doenças relacionadas ao trabalho!

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Atividades físicas para idosos: quais são indicadas?

A frase apresenta alguns pequenos erros de ortografia e gramAtividades físicas para idosos: uma mulher idosa sorrindo e muito feliz fazendo atividade física na praça com seu bambolê azul.

Praticar exercícios é importante em todas as fases da vida, mas se torna ainda mais essencial com o passar dos anos, para prevenir e combater os efeitos do envelhecimento no corpo e na mente. Nesse sentido, as atividades físicas para idosos são indispensáveis para manter a qualidade de vida, independência e, principalmente, a saúde.

Um estudo feito na USP com pessoas acima de 65 anos mostrou que a mortalidade é quase 63 vezes maior em mulheres com pouca massa magra nos membros, reforça essa teoria. Entre os homens, o aumento foi de 11,4 vezes. Esses dados foram obtidos por meio de um exame de composição corporal por densitometria.

Ou seja, ficar parado não é uma opção! Por isso, neste artigo, você vai descobrir os benefícios das atividades físicas para os idosos, quais são as mais indicadas e como praticá-las de forma segura e adequada. Continue lendo e saiba mais!

Qual a importância da atividade física para idosos?

Ter uma vida ativa é importante para a saúde e a qualidade de vida das pessoas em qualquer idade, mas especialmente para os idosos. Isso porque, com o passar dos anos, ocorrem diversas alterações no nosso organismo, como:

  • diminuição da força muscular;
  • redução da densidade óssea;
  • perda de flexibilidade;
  • menor resistência cardiovascular;
  • declínio das funções cognitivas.

Essas mudanças podem aumentar o risco de doenças crônicas, como hipertensão, diabetes, osteoporose, câncer, depressão e demência, além de comprometer a autonomia, a independência e o bem-estar dos idosos.

Quais os benefícios das atividades físicas para idosos?

As atividades físicas para idosos regulares podem proporcionar benefícios para a saúde física e mental. Dentre eles, podemos citar:

  • prevenção e controle de doenças cardiovasculares, metabólicas, ósseas e neurológicas;
  • fortalecimento muscular, ósseo e articular, melhorando a postura, o equilíbrio, a coordenação e a agilidade;
  • aumento da capacidade respiratória e da circulação sanguínea, favorecendo a oxigenação dos tecidos e a eliminação de toxinas;
  • melhora do apetite, do sono, da digestão e do funcionamento intestinal;
  • estímulo ao sistema imunológico, aumentando a defesa contra infecções e inflamações;
  • melhora da autoestima, da autoconfiança, da autoimagem e da autoaceitação, reduzindo o estresse, a ansiedade e a depressão;
  • melhora da memória, da atenção, da concentração, do raciocínio e do foco, prevenindo o declínio cognitivo e a demência;
  • ampliação dos vínculos sociais, da interação e da comunicação com outras pessoas, promovendo a integração e a participação social.

Quais são as atividades físicas recomendadas para idosos?

As atividades físicas para idosos mais recomendadas são aquelas que podem se adequar às condições físicas e limitações de cada indivíduo, visando maximizar os benefícios e minimizar os riscos.

A seguir, separamos algumas das atividades físicas para idosos mais recomendadas. Confira!

Caminhada

Caminhar é uma das atividades físicas para idosos mais simples e acessíveis. Ela pode ser feita em qualquer lugar, a qualquer hora, e sem a necessidade de equipamentos especiais.

A caminhada proporciona diversos benefícios, como o fortalecimento dos músculos e das articulações, melhora o ritmo cardíaco e a circulação sanguínea, previne a obesidade e o diabetes, reduz o estresse e a depressão, e estimula a memória e a cognição.

Mas não dá para sair andando quilômetros de uma vez. É recomendado começar por trajetos curtos e ir aumentando a distância e a duração gradativamente, até fazer caminhadas de 30 a 60 minutos, cerca de três vezes por semana.

Antes e depois das caminhadas, é muito importante alongar para aquecer e relaxar os músculos.

Musculação

Ao contrário do que muitos podem pensar, a musculação é super indicada e benéfica para os idosos, principalmente para ajuda a prevenir e combater a sarcopenia, que é a perda de massa muscular relacionada ao envelhecimento, e a osteoporose, que é a perda de densidade óssea, que aumenta o risco de fraturas.

A musculação também melhora a postura, a flexibilidade, o equilíbrio, a coordenação, a autoestima, o humor, e a capacidade funcional dos idosos, ou seja, a habilidade de realizar as atividades do cotidiano, como subir escadas, carregar sacolas, levantar objetos, entre outras.

Para praticar musculação, é indispensável ter a orientação de um profissional de educação física, que irá prescrever os exercícios, cargas, repetições, séries, e intervalos adequados para cada pessoa, segundo o seu nível de condicionamento, limitações e seus objetivos.

Ioga

A ioga é outra das atividades físicas para idosos muito indicada por promover o bem-estar físico, mental e emocional, além de prevenir e aliviar diversas doenças e problemas de saúde comuns nessa faixa etária. Entre os benefícios, podemos citar:

  • postura;
  • digestão;
  • memória;
  • equilíbrio;
  • criatividade;
  • flexibilidade;
  • coordenação;
  • concentração;
  • função cardíaca;
  • mobilidade articular;
  • circulação sanguínea;
  • capacidade respiratória;
  • melhora do sono;
  • aumento da força;
  • e muito mais.

Para praticar ioga, é recomendado procurar um instrutor qualificado, que adapte as posturas e as técnicas de acordo com as necessidades e as possibilidades de cada aluno. Ela pode ser feita diariamente, ou pelo menos duas vezes por semana, por cerca de 30 a 60 minutos por sessão.

Alongamento

Práticas regulares de alongamento são essenciais para manter a flexibilidade muscular e a amplitude de movimento das articulações, aspectos que tendem a diminuir com a idade.

Os exercícios de alongamento ajudam a prevenir lesões, reduzir dores musculares e melhorar a postura

Além disso, são uma excelente forma de relaxamento e podem ser facilmente incorporados na rotina diária. Eles podem ser feitos todos os dias, ou pelo menos três vezes por semana, de 10 a 15 minutos por sessão.

Pilates

A prática regular de Pilates ajuda a melhorar a postura, fortalecer o core (músculos do abdômen, lombar e pelve), aumentar a estabilidade articular e prevenir lesões.

Além disso, é uma das atividades físicas para idosos mais adaptáveis, atendendo às necessidades e limitações individuais. Isso a torna uma opção segura e eficaz para essa faixa etária.

Dança

A dança é uma atividade física alegre e estimulante, que oferece diversos benefícios para os idosos. Além de ser uma excelente forma de exercício cardiovascular, a dança ajuda a melhorar a coordenação, o equilíbrio e a flexibilidade.

Participar de aulas de dança também proporciona oportunidades sociais, ajudando a combater a solidão e a depressão, e promove a expressão criativa, contribuindo para o bem-estar emocional.

Por que é importante realizar atividade física para idosos com acompanhamento profissional?

Um profissional de educação física ou de saúde pode auxiliar os idosos a escolherem as atividades mais apropriadas para o seu perfil, levando em conta fatores como idade, condição física, histórico de saúde, preferências e objetivos.

Além disso, o profissional ensina a execução dos exercícios corretamente, respeitando o ritmo, a intensidade e a duração adequados, evitando movimentos que possam causar dor ou desconforto. 

Isso inclui, também, o monitoramento dos sinais vitais, como pressão arterial, frequência cardíaca e respiratória, para intervir em caso de qualquer alteração ou emergência.

Com o acompanhamento profissional, os idosos podem se sentir mais seguros, motivados e confiantes para praticar atividade física, e assim aproveitar todos os seus benefícios.

Em resumo, a inclusão de atividades físicas para idosos na rotina pode trazer significativos benefícios para a saúde. É crucial, contudo, que cada atividade seja adaptada às capacidades e limitações do indivíduo e sob acompanhamento de um profissional.

Antes de ir, confira também outro artigo 7 cuidados para a prevenção de doenças na terceira idade para cuidar bem dos idosos da sua convivência, garantindo que eles tenham uma vida mais plena e feliz!

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O que é junta médica do plano de saúde e como é formada

Junta Médica: cinco médicos reunidos conversando sobre o caso de um paciente. Sobre a mesa, há folhas, documentos e um notebook. Um dos médicos está segurando um raio-X nas mãos.coneversado sobre o caso de um paciente, sobre a mesa há folhas e documentos e um notebook. Um dos médicos está segurando um raioX nas mãos

Ao solicitar a cobertura de um tratamento, o pedido passa pela análise da junta médica do plano de saúde, comissão que avalia a indicação e viabilidade do custeamento. Essa decisão é de grande importância e pode impactar significativamente a saúde do beneficiário.

Contudo, muitos ainda não conhecem o papel e a relevância da junta médica do plano de saúde. Para isso, desenvolvemos este post com as informações que você precisa conhecer sobre o assunto. Confira!

O que é junta médica?

O termo “junta médica” refere-se a um grupo de especialistas em saúde encarregados de examinar e resolver desacordos entre um médico e uma operadora de plano de saúde

Além disso, a expressão também pode se referir ao procedimento pelo qual a comissão avalia casos médicos complexos ou disputados.

Normalmente, uma junta é composta por médicos de diversas áreas de especialização, o que permite uma visão ampla e precisa para a tomada de decisões. 

O objetivo da comissão é garantir a qualidade e eficácia do tratamento do paciente, ao mesmo tempo que protege o beneficiário de possíveis irregularidades.

São diversas situações que podem exigir a convocação da junta médica, como disputas sobre diagnóstico, plano de tratamento, cirurgias, entre outras. A comissão também é responsável por avaliar se o paciente apresenta capacidade para trabalhar quando benefícios por incapacidade são solicitados.

Como é formada a junta médica do plano de saúde?

A Resolução Normativa nº 424/2017 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabelece diretrizes para a formação da junta médica, que devem ser seguidas rigorosamente. 

Segundo essa normativa, deve ser composta por três profissionais: o médico assistente, o representante da operadora de saúde e o desempatador. A seleção do desempatador deve ser feita em consenso entre o médico assistente e o representante da operadora. 

Assim, o tempo para condução do procedimento pela junta não pode exceder os prazos máximos de garantia estabelecidos pela ANS, conforme estipulado na Resolução Normativa nº 259/2011.

Quando a Junta Médica é composta?

A comissão deve ser formada sempre que ocorrer divergência clínica sobre a recomendação realizada pelo médico do beneficiário

Isso não se aplica apenas a procedimentos que exigem autorização prévia da operadora. A junta médica também é composta em situações que requerem avaliação com cautela e precisão.

Da mesma forma, pode ser solicitada quando o profissional está em baixa médica prolongada, ou seja, por trinta dias ou mais sem atividade. Nesse caso, ele é convocado para uma avaliação de incapacidade, visando determinar se tem direito ou não ao subsídio.

Qual é a composição de uma junta médica?

A formação da junta médica envolve a participação de 3 profissionais. O médico assistente, que acompanha o caso do paciente, o médico indicado pela operadora do plano de saúde, representando a empresa.

Além disso, o médico desempatador, profissional escolhido em comum acordo pelos outros 2 médicos para atuar de forma imparcial. No entanto, quando necessário, pode-se consultar mais profissionais.

Como é feita a análise do pedido?

Quando um tratamento é solicitado, a operadora de saúde deve comunicar tanto o paciente quanto o médico sobre qualquer discordância que possa surgir, explicando a razão por meio de um laudo elaborado por outro médico. 

Dessa forma, a notificação deve incluir uma lista com quatro profissionais, caso o médico assistente não concorde com o laudo fornecido pela operadora de saúde.

Nesse cenário, o médico do paciente tem a opção de escolher um dos quatro profissionais indicados para atuar como desempatador na junta médica. Se, em até dois dias úteis, não houver uma decisão, a operadora escolherá o desempatador.

Uma vez designado, esse indivíduo receberá documentos relevantes para análise, tendo o prazo de dois dias úteis para se pronunciar caso a documentação não seja suficiente ou se a presença do beneficiário na junta for necessária.

Após esse período, não será mais aceitável alegar falta de exames ou solicitar a presença do beneficiário. Portanto, é necessário avaliar os documentos, e o desempatador é responsável por elaborar um parecer técnico com sua decisão de recomendar ou não o procedimento.

Segundo a ANS, essa decisão é final e deve ser seguida pelo médico do paciente. Se, ainda assim, o médico não aceitar a decisão, a operadora deverá encaminhar o beneficiário a outro profissional para realizar o tratamento, seguindo a decisão do desempatador.

Quando a Junta Médica não deve ser formada?

De acordo com a Norma Regulamentadora, não é admitida a formação da junta médica em casos de emergência ou urgência, visto que não há possibilidade de aguardar a definição em conjunto.

Adicionalmente, a formação da comissão não é adequada quando os procedimentos ou ações não estão contemplados no contrato, ou no rol de procedimentos e eventos em saúde. 

Da mesma maneira, não deve ocorrer quando há prescrição de órteses, próteses e materiais especiais utilizados exclusivamente em procedimentos não incluídos na cobertura, a menos que estejam expressamente previstos no contrato.

A junta médica pode entrar em contato com o beneficiário?

Sim, a junta médica pode entrar em contato com o beneficiário em algumas situações específicas. Desse modo, a comunicação pode ocorrer diante de divergências técnico-assistenciais, para informar a necessidade da entrega de exames novos, já realizados ou complementares.

Da mesma forma, a comissão deve contatar o paciente diante da comunicação da junta presencial, em que o beneficiário deverá se apresentar, e para comunicação do resultado da junta.

Qual é o prazo para a conclusão da junta médica?

De acordo com a ANS, a avaliação pela junta médica deve ser concluída em até 21 dias após a solicitação. No entanto, esse prazo pode ser estendido dependendo da complexidade do caso.

Caso a avaliação não seja concluída dentro do prazo estabelecido, a operadora de plano de saúde deve atender à solicitação inicial do médico assistente para garantir que o paciente receba o tratamento sem atrasos desnecessários.

Uma junta médica apresenta um papel essencial na resolução de divergências e tomada de decisões clínicas complexas. Assim, garante o melhor tratamento para o paciente, visando assegurar o cuidado adequado com decisões fundamentadas. Dessa forma, entender o funcionamento e a formação de uma junta médica é indispensável.

Gostou destas informações? Confira também as diferenças entre os planos de saúde individual e familiar!

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Pressão no trabalho: quais são os tipos e como lidar

Pressão no trabalho: uma mulher com a mão no rosto com a expressão de cansada.

Conforme um estudo feito pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), a pressão no trabalho é a terceira principal causa de afastamento de profissionais. Afinal, é comum o enfrentamento de diferentes tipos de pressões no ambiente laboral atual.

Seja para alcançar metas, cumprir prazos ou atender expectativas, a pressão no trabalho quando não enfrentada corretamente pode causar desequilíbrio na vida pessoal e profissional, gerando impactos negativos ao indivíduo. 

Por isso, a seguir você vai conhecer mais sobre o assunto e conferir algumas dicas sobre como lidar com a pressão no trabalho. Acompanhe.

O que significa pressão no trabalho?

A pressão no trabalho consiste em tudo o que excede o normal, resultando em situações de pressão e tensão ao profissional. As cobranças exageradas são exemplos, assim como prazos curtos demais, metas inatingíveis, entre outros.

Tais problemas afetam a saúde e segurança dos trabalhadores, aumentando risco para doenças, transtornos psíquicos e acidentes de trabalho. 

O Instituto de Pesquisa e Orientação da Mente, (Ipom), aponta que cerca de 43% dos trabalhadores relacionam a pressão ao ambiente de trabalho ruim, enquanto 38% da pressão está relacionada à cobrança dos chefes.

Quais são os tipos de pressão no trabalho?

Conhecer os tipos de pressão que os colaboradores enfrentam no ambiente de trabalho é fundamental para lidar com a situação e identificar os prejuízos causados para a empresa. Conheça as 4 definições de pressão no trabalho.

Pressão do tempo

A pressão do tempo é aquela relacionada à percepção de que o período é insuficiente para atender as demandas exigidas. Isso pode levar ao estresse, ansiedade e impactar na saúde do profissional negativamente.

Auto-exigência elevada

Essa pressão psicológica resulta da autocobrança em fazer o melhor trabalho para não sofrer punição dos superiores ou de colegas caso os resultados não sejam atingidos.

Pressão de familiares e amigos

Muitas vezes, o trabalho além da jornada para atender cobranças e alcançar resultados gera ausência no âmbito familiar. Por sua vez, o colaborador se sente na obrigação de suprir essas cobranças para garantir o sustento da família.

Pressão por resultados

Nesse tipo de pressão no trabalho, o profissional fica tenso para cumprir metas e objetivos estipulados. Isso ocorre mesmo que não existam recursos humanos ou financeiros para a execução planejada.

Como lidar com pressão no trabalho?

A pressão é parte do dia a dia de grande parte dos trabalhadores. Por isso, é importante aprender a lidar com ela. Assim, é possível evitar o desenvolvimento de problemas, doenças e distúrbios ocupacionais. A seguir, confira algumas dicas para lidar com pressão no trabalho.

Identifique a fonte da pressão no trabalho

Para solucionar ou minimizar um problema, é necessário identificar sua origem. O mesmo acontece com o estresse no trabalho. É importante identificar as causas da pressão e considerar as opções para solucioná-las.

Evite levar problemas do trabalho para casa

Para aliviar a pressão no trabalho, o profissional também deve saber quando impor limites. Por isso, evitar levar os problemas do ambiente de trabalho para casa é outra forma de lidar com o problema. Algumas ressalvas podem ocorrer. Contudo, trabalhar aos finais de semana e após o expediente de forma constante pode afetar a vida pessoal, e deve ser evitado.

Saiba estabelecer limites e pedir ajuda

A pressão no trabalho pode acontecer não por meio do excesso de cobranças, como também o excesso de ajuda aos outros, ignorando o limite. Trabalhar em equipe é fundamental para o sucesso de qualquer profissão.

Contudo, é preciso saber quando estabelecer limites, evitando o esgotamento mental e físico. Além disso, saber quando pedir ajuda é importante, visto que ninguém deve lidar com algo sozinho, principalmente quando sob pressão.

Faça pausas curtas

Realizar algumas pausas ao longo do dia ajuda a manter a mente limpa e focada no trabalho. Um período curto, entre 10 a 15 minutos, já é suficiente.

Contudo, para suprir a demanda e evitar maiores atrasos, muitos profissionais pulam esse momento de autocuidado. Dessa forma, o esgotamento torna-se inevitável.

Desenvolva sua inteligência emocional

A Inteligência emocional implica em reconhecer os sentimentos dos outros e de si, visando desenvolver consciência e, consequentemente, dominar suas emoções. 

Assim, a inteligência emocional se apoia em autoconhecimento, controle emocional, automotivação, relações interpessoais e reconhecimento das emoções alheias. 

Dominar essa técnica auxilia no controle da pressão no trabalho, ajudando a lidar com ansiedade, estresse, expectativas e perspectivas dos outros.

Faça exercícios, durma e coma bem

Cuidar da saúde contribui para o bem-estar e tem impacto direto na produtividade e motivação. É difícil manter-se saudável, produtivo e lidar bem com a pressão e estando esgotado.

Desse modo, alguns fatores como sedentarismo, falta de alimentação equilibrada, desidratação e sono inadequado tornam-se prejudiciais. 

A alimentação, por exemplo, oferece as vitaminas e minerais que o organismo exige para produzir energia, melhorando a concentração e disposição para o trabalho.

Peça ajuda quando necessário

Por fim, não deixe de pedir ajuda sempre que necessário. Muitas vezes, o prazo para a entrega ou conclusão de uma tarefa pode ser estendida, assim como alterada. 

Por isso, avalie o cenário e escolha a melhor forma para solucionar o que está causando a pressão no trabalho. Além disso, invista em outras formas de ajuda para cuidar da saúde mental. Não hesite em buscar ajuda profissional de um psicólogo.

Lidar com pressão no trabalho pode ser algo comum atualmente. Contudo, é indispensável evitar que esse problema seja frequente, resultando no desenvolvimento de doenças, transtornos psíquicos e até mesmo causando acidentes. 

Por isso, aplique as técnicas para o controle da pressão e busque soluções que possam contribuir para sua saúde mental e física.

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Alimentação na gravidez: guia para uma gestação saudável

alimentação na gravidez: uma mulher grávida com uma tigela de saladas.

A alimentação na gravidez garante o desenvolvimento saudável do bebê e a manutenção da saúde da mãe. Por isso, é fundamental incluir o consumo de alimentos ricos em nutrientes, como frutas, legumes, proteínas, grãos, entre outros.

Do mesmo modo, a alimentação de gestante deve evitar alimentos que representam risco para saúde durante esse período, como carnes cruas ou mal cozidas, queijos não pasteurizados, alimentos processados e peixes com alto teor de mercúrio.

Continue a leitura para conferir nosso guia para alimentação saudável na gestação!

Qual é a alimentação ideal para uma gestante

A alimentação na gestação deve incluir itens que são fonte de nutrientes. Afinal, são essenciais para o desenvolvimento saudável do bebê. Além disso, a gestante deve evitar a ingestão de processados, comida rica em açúcar e com baixo valor nutricional.

Desse modo, é indicado introduzir em sua dieta alimentos que são fonte de ácido fólico, cálcio, ferro, zinco, magnésio, vitaminas, ômega, entre outros.

Ácido fólico

Os alimentos que contêm ácido fólico são:

  • cereais integrais, como arroz, pães e massas;
  • leguminosas, como feijão, ervilha e grão-de-bico;
  • flocos de aveia;
  • flocos de milho;
  • beterraba.

Cálcio

As melhores fontes de cálcio são:

  • leite e derivados, como iogurte, queijo e tofu;
  • pão de centeio integral;
  • couve;
  • salmão;
  • quiabo;
  • brócolis;
  • gergelim.

Ferro

A suplementação de ferro muitas vezes é necessária. Mas, também deve ser feita a ingestão de alimentos como:

  • fígado;
  • carnes vermelhas;
  • ovo;
  • cereais, como aveia, trigo e quinoa;
  • espinafre;
  • rúcula;
  • brócolis.

Zinco

Os principais alimentos fontes de zinco, são:

  • carnes e peixes;
  • leites e derivados;
  • castanhas;
  • amêndoas;
  • sementes de linhaça.

Magnésio

Os alimentos ricos em magnésio, são:

  • feijão;
  • abacate;
  • espinafre;
  • castanhas;
  • cereais integrais;
  • tofu;
  • banana.

O que não deve comer durante a gravidez

Algumas comidas devem ser evitadas durante a gravidez. Porque, não contribuem para o organismo e prejudicam a saúde da mãe e do bebê. Portanto, a alimentação na gravidez deve excluir pratos crus ou mal cozidos, peixes com alto teor de mercúrio, café e bebidas cafeinadas, alimentos processados, laticínios não pasteurizados e bebidas alcoólicas.

Quais as refeições para combater náuseas e desconfortos

As principais queixas das gestantes são episódios de náuseas e constipação. Por isso, a alimentação na gravidez deve contribuir para a redução do mal-estar e desconforto. Assim, para diminuir as crises de enjoo, recomenda-se a ingestão de alimentos gelados e cítricos, visto que são mais tolerados.

A mulher deve optar pela ingestão de água gelada com limão, abacaxi gelado, picolés de frutas cítricas com água, entre outros.

Já em relação à constipação, além do aumento no consumo de água, a mulher deve consumir frutas, verduras e legumes como melancia, espinafre, pepino e abacaxi. Afinal, são ricos em líquidos.

É necessário inserir fibras, como cereais integrais, e evitar doces, massas brancas, banana, goiaba e repolho durante toda a alimentação na gravidez.

A alimentação na gravidez na gestão do ganho de peso

O ganho de peso durante a gravidez é normal devido ao crescimento da criança, do útero, placenta, aumento do líquido amniótico, volume sanguíneo e acúmulo de gordura. 

Porém, o ganho excessivo de peso pode apresentar o risco para complicações na gravidez e parto, assim como para o desenvolvimento de problemas de saúde no futuro.

Dessa forma, a mulher deve seguir as orientações do médico, adotando uma alimentação de gestante e conciliando-a com exercícios físicos. O peso adequado para uma gestante com IMC (índice de massa corporal) entre 18,5 e 24,9, deve ganhar 1,6 kg no primeiro trimestre e 0,4 kg por semana nos outros trimestres.

Como manter a hidratação adequada

A hidratação na gestação é indispensável para evitar a retenção de líquidos, auxiliar a produção de líquido amniótico, melhorar funções digestivas e intestinais, e manter a pele e mucosa hidratadas.

A alimentação na gravidez deve ser associada à ingestão de, pelo menos, oito copos de água por dia. Inclusive o consumo de frutas e verduras ricas em água e abandono de bebidas com cafeínas que provocam efeito diurético.

Planejamento de refeições e lanches

Uma forma de evitar desconfortos gastrointestinais é não se manter por longos períodos sem alimentação na gravidez. Assim, a gestante deve fracionar suas refeições ao longo do dia. Além disso, intercalar cada refeição com três pequenos lanches.

Quando a suplementação deve ocorrer

Em algumas gestantes, pode ocorrer a necessidade de suplementação para garantir desenvolvimento saudável do feto. No entanto, deve ser indicada pelo médico e feita segundo suas orientações. Afinal, nem todas as mulheres precisam dos mesmos nutrientes, e as quantidades podem variar de uma para outra.

Entre os suplementos mais comuns exigidos na gravidez estão o ácido fólico, ferro, cálcio e ômega 3. A recomendação médica é indispensável para evitar exceder doses recomendadas, tornando a suplementação prejudicial.

Exercício como complemento à alimentação saudável

Aliado à alimentação na gestação, os exercícios físicos contribuem para manter a mulher saudável. Porque, a prática de atividades permite controlar o peso, reduzir risco para pressão alta e diabete gestacional.

Da mesma forma, evita que o bebê nasça com sobrepeso. As atividades físicas recomendadas para gestantes são hidroginástica, pilates, caminhada, ioga e musculação. Entretanto, devemos lembrar que qualquer exercício deve ser feito após liberação médica.

Alimentação no pós-parto

No período pós-parto a alimentação não difere da realizada na gestação. Contudo, algumas considerações devem ser feitas. A mulher deve manter uma dieta saudável, equilibrada e variada.

Assim, deve-se introduzir alimentos que auxiliam na cicatrização, ricos em ferro, colágeno, vitaminas e proteínas. Portanto, a mãe deve incluir no cardápio carnes magras, ovos, grãos, berinjela, laranja, tomate, cenoura e abacaxi.

Considerando que a maior parte dos alimentos consumidos é ofertado ao bebê por meio da amamentação, a mulher deve ter maior cuidado com a dieta. É importante evitar o consumo de bebidas alcoólicas, cafeína, alimentos industrializados, ricos em corantes, conservantes e aromatizantes.

A alimentação na gravidez deve ser feita considerando o bem-estar da gestante e da criança. Afinal, uma dieta equilibrada e saudável ajuda a prevenir complicações durante a gestação e contribui para o desenvolvimento adequado do bebê.

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