Taxa de adesão plano de saúde: como funciona e o que diz a ANS

Mulher assina contrato e paga a taxa de adesão plano de saúde
Mulher assina contrato e paga a taxa de adesão plano de saúde
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Antes de tomar qualquer decisão sobre a contratação de um plano de saúde, é necessário estar ciente da possibilidade de haver uma taxa de adesão plano de saúde envolvida. Essa taxa, muitas vezes negligenciada, pode se revelar uma surpresa desagradável se não for cuidadosamente considerada durante o processo de seleção do plano adequado.

Neste artigo, vamos explicar o que exatamente constitui essa taxa, como ela é cobrada e o que as normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) têm a dizer sobre o assunto. 

Entender esses aspectos não apenas ajuda a evitar contratempos financeiros, mas também assegura uma escolha informada e consciente do plano de saúde mais adequado às necessidades individuais ou familiares. Confira os detalhes no post!

O que é taxa de adesão de plano de saúde?

A taxa de adesão em um plano de saúde é um valor adicional que as operadoras cobram no momento em que o indivíduo ou grupo familiar decide aderir ao plano. Essa taxa não está diretamente relacionada ao custo mensal do plano e, portanto, não deve ser confundida com a mensalidade regular. 

Em vez disso, é uma cobrança única que ocorre no início do contrato, no momento em que o cliente se torna oficialmente parte do plano de saúde.

Essa taxa pode variar significativamente entre diferentes operadoras e até mesmo entre os diferentes planos oferecidos pela mesma operadora. Geralmente, seu valor é determinado com base em uma variedade de fatores, como o tipo de plano escolhido, a cobertura oferecida, a faixa etária do beneficiário e até mesmo a região geográfica onde o plano será utilizado.

É importante destacar que, embora a taxa de adesão represente um custo adicional no momento da contratação, ela não deve ser vista apenas como uma despesa extra. Em muitos casos, as operadoras justificam essa taxa como uma forma de cobrir os custos administrativos associados à criação do contrato e à inclusão do novo beneficiário no sistema.

Como funciona a cobrança da taxa de adesão?

A carência é o intervalo de tempo determinado em contrato que especifica quanto tempo o contratante deve aguardar para utilizar as coberturas do plano após a contratação. Em um plano de saúde empresarial com 30 ou mais beneficiários, não é necessário cumprir o período de carência, desde que os indivíduos optem pelo plano dentro dos primeiros 30 dias após a assinatura do contrato.

A inclusão da taxa de adesão no pagamento inicial é uma prática comum, visto que permite que o cliente assuma todos os custos iniciais associados à adesão ao plano de saúde de uma vez só. Dessa forma, a operadora garante que todos os encargos estejam quitados antes de começar a fornecer os serviços de saúde ao beneficiário.

Por outro lado, algumas operadoras podem oferecer a opção de parcelar a taxa de adesão, permitindo que o cliente divida o valor em pagamentos menores ao longo de um determinado período de tempo. Isso pode ser especialmente útil para pessoas que preferem distribuir seus gastos de forma mais equilibrada ao longo do tempo.

Independentemente da forma de pagamento escolhida, é fundamental que todos os detalhes relacionados à taxa de adesão sejam claramente especificados no contrato, incluindo o valor total a ser pago, o método de pagamento e quaisquer condições ou restrições associadas. Isso garante transparência e evita mal-entendidos entre o cliente e a operadora do plano de saúde.

Como a taxa de adesão é definida pelos planos de saúde?

A definição da taxa de adesão plano de saúde é uma responsabilidade exclusiva das operadoras. Essa taxa pode variar consideravelmente dependendo de uma série de fatores, refletindo a complexidade e diversidade do mercado de planos de saúde.

Um dos principais fatores que influenciam a determinação da taxa de adesão é o tipo de plano escolhido. Planos com coberturas mais abrangentes e uma ampla rede de prestadores de serviços de saúde podem ter taxa de adesão plano de saúde mais altas, uma vez que envolvem custos administrativos e operacionais mais elevados por parte da operadora.

Além disso, a cobertura oferecida pelo plano também pode impactar diretamente o valor da taxa de adesão. Planos que incluem serviços adicionais, como cobertura odontológica, atendimento em hospitais de alto padrão ou acesso a uma ampla gama de especialidades médicas, podem ter taxas de adesão mais elevadas para compensar esses benefícios extras.

O perfil do cliente também é importante na definição da taxa de adesão. Fatores como idade, histórico médico e condições de saúde pré-existentes podem influenciar significativamente o risco percebido pela operadora, o que pode se refletir em uma taxa de adesão plano de saúde mais alta para determinados perfis de clientes.

Outros aspectos, como a região geográfica em que o plano será utilizado e as políticas específicas da operadora, também podem contribuir para a variação da taxa de adesão entre diferentes planos de saúde. 

Em última análise, a taxa de adesão é determinada pela interação complexa de todos esses fatores e reflete a estratégia de precificação e posicionamento da operadora no mercado de planos de saúde.

O que dizem as Normas da ANS sobre a taxa de adesão?

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regula o setor de planos de saúde no Brasil e estabelece diretrizes para a cobrança de taxa de adesão. Segundo a ANS, essa taxa de adesão plano de saúde deve ser claramente informada ao consumidor no momento da contratação, de forma transparente e sem causar surpresas.

Quais alternativas o consumidor possui?

O consumidor que se depara com uma taxa de adesão elevada ou considerada abusiva tem algumas alternativas. Ele pode negociar com a operadora, buscar outras empresas que ofereçam condições mais vantajosas ou até mesmo recorrer aos órgãos de defesa do consumidor.

O que fazer em caso de cobrança indevida?

Caso o consumidor identifique uma cobrança indevida de taxa de adesão, ele deve entrar em contato imediatamente com a operadora do plano de saúde para esclarecer a situação. Se não houver solução, pode-se recorrer aos órgãos de defesa do consumidor ou à ANS.

Taxa de adesão plano de saúde e taxa de agravo: qual a diferença?

É importante não confundir a taxa de adesão plano de saúde com a taxa de agravo. Enquanto a primeira é cobrada no momento da contratação do plano, a taxa de agravo é um valor adicional aplicado caso o cliente possua algum fator de risco, como idade avançada ou histórico médico preexistente.

Assim, para encontrar o plano de saúde adequado às suas necessidades, conte com a Valem. Somos especialistas em ajudar você a encontrar as melhores opções de planos de saúde, com transparência, qualidade e compromisso com o seu bem-estar.

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Autorização de exames pelo plano de saúde: quais precisam?

Mão de profissional da saúde carimbando documentos médicos para a autorização de exames.
Mão de profissional da saúde carimbando documentos médicos para a autorização de exames.
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Entender quais exames precisam ou não de autorização em um plano de saúde é fundamental para garantir acesso adequado aos serviços médicos. Este texto explora esse tema, abordando o conceito de autorização de exames, quais procedimentos demandam essa permissão, sua importância e como o processo é regido pela legislação.

Além disso, serão discutidos os meios de obter essa autorização, os prazos envolvidos e como a Valem é uma excelente opção para encontrar o plano de saúde mais adequado às necessidades individuais. Boa leitura!

O que é autorização de exames em plano de saúde?

A Autorização de Exames em Planos de Saúde é um procedimento fundamental dentro do contexto da assistência médica privada. 

Trata-se de um processo pelo qual o beneficiário solicita permissão à operadora do plano para realizar determinados procedimentos médicos. Essa autorização prévia é uma etapa crucial, pois permite que a operadora avalie a necessidade clínica do exame solicitado, sua pertinência dentro do quadro de saúde do paciente e se está em conformidade com as coberturas previstas no contrato estabelecido entre as partes.

Imagine, por exemplo, um paciente que necessita de uma ressonância magnética para investigar uma condição médica específica. Antes de realizar o procedimento, ele precisa submeter um pedido de autorização à operadora do plano de saúde. 

Essa solicitação é analisada criteriosamente pela equipe responsável, levando em consideração aspectos como a recomendação médica, a relevância clínica do exame, e se está alinhada com as diretrizes estabelecidas pelo plano.

Dessa forma, a autorização de exames atua como um mecanismo de controle e gestão dos recursos de saúde disponíveis, garantindo que sejam direcionados de maneira adequada, conforme as necessidades individuais de cada paciente e dentro dos limites estabelecidos pelo contrato do plano de saúde

Além disso, visa assegurar que o beneficiário receba o atendimento necessário, sem surpresas relacionadas à cobertura ou aos custos adicionais.

A autorização de exames é importante para a garantia da qualidade e eficiência dos serviços de saúde oferecidos pelos planos de saúde, proporcionando uma assistência adequada e respeitando os direitos e interesses dos beneficiários.

Quais exames exigem autorização?

Exames de alta complexidade, procedimentos invasivos, cirurgias, exames genéticos, procedimentos de diagnóstico por imagem (como ressonâncias magnéticas e tomografias computadorizadas) e outros que tenham um custo mais elevado ou impacto significativo na saúde do paciente exigem autorização prévia.

Quais são os exames que não precisam de autorização?

Exames de rotina, como análises de sangue, urina e fezes, eletrocardiogramas simples e consultas médicas de acompanhamento geralmente não requerem autorização prévia. No entanto, é essencial verificar as especificidades do plano de saúde e o que está estipulado no contrato para evitar problemas de cobertura.

Por que o processo de autorização de exames é necessário?

A autorização prévia garante que os recursos do plano de saúde sejam utilizados de forma adequada e eficiente, evitando desperdícios e garantindo que o paciente receba o cuidado necessário. Além disso, ajuda a prevenir fraudes e abusos, contribuindo para a sustentabilidade do sistema de saúde.

O que diz a legislação sobre a autorização de exames?

A legislação brasileira estabelece que os planos de saúde são obrigados a cobrir uma ampla gama de procedimentos, mas também podem definir regras e restrições para garantir a sustentabilidade do sistema. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regula o setor e estabelece diretrizes para a cobertura de procedimentos pelos planos de saúde.

Como obter a autorização de exames nos planos de saúde?

Para obter a autorização de exames, o beneficiário geralmente precisa seguir os procedimentos estabelecidos pela operadora do plano, que podem incluir a solicitação por meio do médico responsável, preenchimento de formulários específicos e envio da documentação necessária. 

É importante seguir as instruções da operadora para evitar atrasos ou negativas de autorização.

Quais são os prazos de autorização depois da solicitação?

Os prazos para obtenção da autorização de exames são uma preocupação importante tanto para os pacientes quanto para os prestadores de serviços de saúde. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabelece diretrizes gerais a respeito dos prazos de autorização, porém, cada operadora de plano de saúde pode ter suas próprias políticas internas nesse aspecto.

Geralmente, as operadoras têm um prazo máximo para avaliar e responder às solicitações de autorização de exames. Esse prazo pode variar dependendo da complexidade do procedimento solicitado. Em casos de exames mais simples e de rotina, o tempo de espera pode ser relativamente curto, podendo variar de alguns dias a uma semana. 

No entanto, para procedimentos mais complexos ou de maior custo, como ressonâncias magnéticas ou cirurgias, o prazo de autorização pode ser estendido, podendo chegar a algumas semanas.

É importante ressaltar que a ANS estabelece que, em situações emergenciais ou de urgência, a autorização de exames deve ser concedida de forma imediata pela operadora do plano de saúde, visando garantir o acesso rápido e adequado ao tratamento necessário para o paciente.

Além disso, as operadoras são obrigadas a fornecer informações claras e transparentes aos beneficiários sobre os prazos de autorização de exames, bem como sobre os procedimentos necessários para solicitar essa autorização. Os pacientes têm o direito de serem informados sobre o andamento do processo de autorização e de receber uma resposta dentro dos prazos estipulados.

Portanto, é essencial que os beneficiários estejam cientes dos prazos de autorização de exames de seu plano de saúde e acompanhem de perto o andamento de suas solicitações, buscando suporte junto à operadora sempre que necessário.

Ao compreender o processo de autorização, os tipos de exames que exigem essa permissão e os prazos envolvidos, os pacientes podem tomar medidas proativas para garantir uma experiência de saúde mais fluida e satisfatória.

Quer saber mais? Conheça a Valem e tire todas suas dúvidas sobre os planos de saúde!

Fontes:

Migração de plano de saúde é possível? Saiba como fazer

Profissional da saúde mostrando contrato para homem, em alusão à migração de plano de saúde.
Profissional da saúde mostrando contrato para homem, em alusão à migração de plano de saúde.
créditos da imagem: Freepik

Na busca por aprimorar as condições e serviços de saúde, a consideração da migração de plano de saúde é uma opção pertinente. Antes de tomar tal decisão, é importante compreender os elementos essenciais relacionados a esse processo. 

Dessa forma, é necessário explorar todos os detalhes, como prazos de carência, diferenciar claramente entre portabilidade e migração, bem como avaliar a viabilidade dessa transição quando há condições de saúde preexistentes.

Esse post tem como propósito desvendar esse procedimento, destacando elementos cruciais que permeiam a migração de plano de saúde. 

O entendimento dessas questões é fundamental para embasar uma decisão informada, visando proporcionar um cuidado de saúde mais alinhado e eficaz às necessidades individuais. Confira!

O que é migração de plano de saúde?

A migração de plano de saúde ocorre quando um beneficiário opta por trocar seu plano atual por outro, buscando melhores condições, cobertura mais ampla ou benefícios mais alinhados às suas necessidades.

Essa decisão pode ser motivada por diversos fatores, como a necessidade de acesso a serviços especializados, uma rede credenciada mais abrangente ou até mesmo razões financeiras.

É possível migrar de um plano de saúde para outro?

Sim, a migração de plano de saúde é uma possibilidade viável e permitida pela legislação brasileira. Esse processo confere ao beneficiário o direito de escolher a operadora que melhor atenda às suas expectativas e necessidades, desde que esteja em dia com as obrigações contratuais junto à operadora atual.

Tem que aguardar o prazo de carência para mudar de plano?

A possibilidade de aguardar ou não o prazo de carência para mudar de plano depende de alguns fatores, como a equivalência entre os planos envolvidos. Em geral, se o novo plano oferecer cobertura similar ou superior ao anterior, é possível solicitar a dispensa ou redução do período de carência.

Qual a diferença entre portabilidade e migração de plano de saúde?

A portabilidade e a migração são conceitos distintos. A portabilidade permite que o beneficiário troque de plano dentro da mesma operadora, mantendo a carência já cumprida. Já a migração envolve a mudança para uma operadora diferente, sendo necessário avaliar as condições contratuais e possíveis períodos de carência.

Posso realizar a migração de plano de saúde mesmo quando existem condições de saúde preexistentes?

Sim, é possível migrar mesmo quando há condições de saúde preexistentes. No entanto, é fundamental informar todas as condições no momento da contratação, pois a omissão de informações pode acarretar em problemas futuros. A análise da nova operadora dependerá da política de aceitação de cada empresa.

Como realizar a migração de plano de saúde?

  • Pesquisa e comparação: avalie as opções disponíveis no mercado, considerando coberturas, valores e serviços oferecidos;
  • Entrar em contato com a nova operadora: após escolher o novo plano, entre em contato com a operadora para obter informações detalhadas sobre o processo de migração;
  • Documentação necessária: providencie a documentação exigida, que pode incluir comprovante de pagamento e cópia do contrato do plano atual;
  • Solicitar a migração: envie a documentação necessária para a nova operadora e aguarde a análise do pedido;
  • Cancelar o plano atual: após a aprovação da migração, cancele o plano atual seguindo as orientações da operadora vigente.

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Virose: sintomas, duração e tratamento

Mulher com mão no rosto e expressão de agonia, sua outra mão segura um lenço de papel, em alusão aos sintomas de uma virose.
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A virose é aquele incômodo que pega todo mundo de surpresa, seja com sintomas leves ou mais intensos. Comum em qualquer época do ano, afeta milhões de pessoas, e entender como ela funciona é o primeiro passo para se proteger e evitar que pequenos problemas se tornem algo maior.

Se você já enfrentou uma virose ou quer saber como se prevenir, este artigo vai te guiar pelos principais sintomas, explicar os tipos mais comuns e mostrar como se cuidar da forma certa. Então, fique por aqui e descubra como se manter longe dessas encrencas virais!

O que é virose?

Virose é o termo usado para infecções causadas por vírus. Esses vírus são micro-organismos bem pequenos que entram no corpo humano e usam as células para se multiplicar. 

A transmissão pode ocorrer de várias maneiras, como pelo ar, por contato direto com uma pessoa infectada ou por meio de superfícies contaminadas.

O corpo, ao detectar a presença desses vírus, ativa o sistema imunológico para combatê-los. As viroses podem variar bastante, desde aquelas que causam sintomas leves, como um resfriado, até doenças mais graves, como a dengue. No entanto, na maioria dos casos, os sintomas são leves, e a recuperação ocorre de forma espontânea.

Quais os principais tipos de virose?

Existem vários tipos de viroses, e elas podem afetar diferentes partes do corpo. Aqui, falaremos sobre as mais comuns: gastrointestinais, respiratórias e exantemáticas.

Virose gastrointestinal

A virose gastrointestinal afeta o sistema digestivo, e os principais sintomas são diarreia, náusea, vômito e dores na barriga. Um exemplo comum desse tipo de virose é a infecção pelo rotavírus, que atinge principalmente crianças pequenas. A transmissão geralmente acontece por meio de alimentos ou água contaminados.

Virose respiratória

As viroses respiratórias são aquelas que atingem o sistema respiratório, causando sintomas como tosse, dor de garganta, coriza e febre. Os exemplos mais conhecidos são o resfriado e a gripe, que costumam aparecer mais no inverno, quando o clima está mais frio e seco.

Virose exantemática

As viroses exantemáticas são conhecidas por provocarem manchas vermelhas na pele, que a gente chama de exantemas. Doenças como sarampo, rubéola e dengue são exemplos desse tipo de virose. Muitas dessas doenças podem ser prevenidas com vacinas, mas ainda existem lugares onde o número de pessoas vacinadas é baixo, o que aumenta o risco.

O que causa a virose?

As viroses são causadas por diferentes tipos de vírus, que podem entrar no corpo de várias maneiras. Muitas vezes, a transmissão acontece pelo contato direto com alguém infectado ou por tocar em superfícies contaminadas e depois levar as mãos ao rosto. Alguns vírus também podem ser transmitidos pelo ar, quando uma pessoa infectada espirra ou tosse.

Além disso, vírus presentes em alimentos ou água contaminada também podem ser a causa de muitas viroses, especialmente as gastrointestinais. Por isso, manter uma boa higiene, lavar as mãos com frequência e evitar locais mal ventilados são formas importantes de prevenir.

Quais são os sintomas da virose?

Os sintomas de virose podem variar bastante, dependendo do tipo de vírus que está causando a infecção. No geral, os sintomas mais comuns incluem:

  • Febre: é uma resposta natural do corpo para combater o vírus;
  • Cansaço: o corpo gasta muita energia tentando lutar contra a infecção, o que nos faz sentir mais fracos;
  • Dores musculares: também é uma resposta comum em muitos tipos de virose;
  • Dor de cabeça: bastante frequente, especialmente em viroses respiratórias;
  • Problemas gastrointestinais: diarreia, náusea e vômito são mais comuns nas viroses que afetam o sistema digestivo.

Esses sintomas podem aparecer de forma isolada ou combinada, e a intensidade varia de pessoa para pessoa. Geralmente, desaparecem sozinhos em alguns dias.

Como diagnosticar a virose?

O diagnóstico de uma virose é normalmente feito com base nos sintomas apresentados e na análise clínica do médico. Geralmente, não é necessário realizar exames laboratoriais para identificar o vírus específico, a não ser em casos mais graves ou em epidemias, como ocorre com a dengue ou a gripe.

Em situações mais simples, o médico pode recomendar repouso e observação dos sintomas, já que muitas viroses têm um ciclo de cura natural, sem a necessidade de tratamentos complexos.

Como tratar a virose?

O tratamento de viroses geralmente foca em aliviar os sintomas, já que os medicamentos antivirais só são usados para casos específicos. Para a maioria das viroses, os cuidados incluem:

  • Hidratação: beber bastante água é essencial para manter o corpo funcionando bem e ajudar a eliminar o vírus;
  • Repouso: o corpo precisa de energia para combater a infecção, por isso descansar é fundamental;
  • Analgésicos e antitérmicos: remédios para dor e febre podem ser usados para aliviar os sintomas, sempre sob orientação médica.

Atenção: antibióticos não são indicados para tratar viroses. Eles são eficazes apenas contra bactérias, e não vírus.

Quanto tempo dura uma virose?

A duração de uma virose pode variar conforme o tipo de vírus e a saúde da pessoa infectada. No geral, os sintomas costumam durar de 3 a 7 dias, com melhora progressiva após os primeiros dias. No entanto, algumas viroses, como a dengue ou a gripe, podem ter um tempo de recuperação um pouco mais longo, dependendo da gravidade.

Se os sintomas persistirem por mais de uma semana ou piorarem, é importante procurar um médico para avaliar se não há uma complicação ou se outro tipo de infecção, como uma bacteriana, pode estar associada.

Como prevenir a virose?

A prevenção é sempre o melhor remédio! Para evitar viroses, algumas atitudes simples fazem toda a diferença:

  • Lave as mãos regularmente com água e sabão, principalmente antes das refeições e após usar o banheiro;
  • Evite contato próximo com pessoas que estejam doentes, especialmente em épocas de surto;
  • Mantenha os ambientes bem ventilados, evitando ficar muito tempo em locais fechados e sem circulação de ar;
  • Cuide da alimentação e do sono, para manter o sistema imunológico forte.

Em casos de doenças como a gripe e o sarampo, a vacinação é uma forma eficaz de prevenir.

Em resumo, as viroses são infecções causadas por vírus que podem afetar nosso organismo de várias formas, com sintomas que vão desde febre e cansaço até complicações mais sérias. A prevenção, como lavar bem as mãos e manter uma boa higiene, é essencial para evitar a propagação. E claro, fortalecer o sistema imunológico também é super importante.

Quer cuidar da saúde de um jeito prático e fácil? Conheça a Valem! Nossa principal missão é oferecer as melhores soluções por meio de uma excelente prestação de serviços e preços vantajosos no mercado de plano de saúde.

Gordura no fígado: quais são as causas e como tratar?

Imagem raio x destacando, em vermelho, o fígado, o que representa o diagnóstico e tratamento para gordura no fígado.
Imagem raio x destacando, em vermelho, o fígado, o que representa o diagnóstico e tratamento para gordura no fígado.
créditos da imagem: Freepik

A gordura no fígado, ou esteatose hepática, é um problema que vem se tornando cada vez mais comum no mundo todo. Segundo dados da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, cerca de 25% da população global sofre com essa condição, que pode parecer inofensiva no começo, mas gera complicações sérias se não for tratada corretamente.

Neste artigo, explicaremos de forma simples o que é essa condição, suas causas, como você pode prevenir e tratar, além de tirar dúvidas sobre sintomas, diagnóstico e alimentação.

O que é gordura no fígado?

A gordura no fígado ocorre quando o órgão acumula uma quantidade excessiva de gordura, superando 5% de seu peso total. Esse acúmulo pode fazer com que o fígado aumente de tamanho e adquira uma coloração amarelada.

Isso é preocupante porque o órgão realiza mais de 500 funções vitais para o corpo, como a digestão de alimentos, a eliminação de toxinas e a produção de proteínas. Quando há excesso de gordura, o fígado fica sobrecarregado, comprometendo essas funções e, consequentemente, colocando o organismo em risco.

Graus de gordura no fígado

A classificação da esteatose hepática em graus possibilita avaliar a extensão do acúmulo de gordura no fígado e auxiliar no acompanhamento da doença. Os graus mais comuns são:

  • grau 1 (leve): nesse estágio, há um pequeno acúmulo de gordura, geralmente afetando até 30% das células do fígado;
  • grau 2 (moderado): o acúmulo de gordura é maior, podendo atingir até 60% das células do fígado;
  • grau 3 (grave): neste grau, o acúmulo de gordura é significativo, ultrapassando 60% das células do fígado.

O que causa gordura no fígado?

Existem diversas causas para essa condição, mas as principais estão relacionadas ao estilo de vida e a outros fatores de saúde.

A esteatose hepática alcoólica é causada pelo consumo excessivo de álcool, que danifica as células do fígado durante a metabolização, provocando inflamação e enfraquecendo as defesas naturais do corpo. O consumo frequente impede a regeneração do fígado, facilitando o acúmulo de gordura no órgão.

Já a esteatose hepática não alcoólica, também chamada de EHNA, afeta pessoas que consomem pouco ou nenhum álcool, sendo mais comum em indivíduos com obesidade, diabetes tipo 2 e síndrome metabólica. No entanto, pode também incluir uma combinação de fatores de risco, como:

  • Sedentarismo: a falta de atividade física pode agravar os problemas relacionados à obesidade, diabetes e dislipidemia, aumentando o risco de gordura no fígado;
  • Alimentação inadequada: uma dieta rica em gorduras saturadas, açúcar, alimentos processados e fast food sobrecarrega o fígado e contribui para o desenvolvimento da esteatose;
  • Outras causas: além dos fatores mencionados, outras condições como doenças genéticas, medicamentos e algumas infecções virais também podem contribuir para o desenvolvimento da esteatose hepática.

Como prevenir gordura no fígado?

Para evitar a esteatose hepática, é preciso focar em um estilo de vida saudável. Aqui vão algumas dicas fáceis de aplicar:

  • comer bem: dê preferência a alimentos frescos e naturais como frutas, verduras, grãos integrais e proteínas magras. Evite fast food, doces e frituras;
  • mexer o corpo: praticar exercícios como caminhar, correr ou pedalar, pelo menos 30 minutos por dia, ajuda a reduzir a gordura no corpo e no fígado;
  • perder peso: se você está acima do peso, perder entre 5% e 10% do seu peso atual já faz uma grande diferença para o fígado;
  • controlar o álcool: reduza ou evite o consumo de bebidas alcoólicas;
  • atenção ao diabetes e colesterol: mantenha essas condições sob controle com a ajuda de um médico.

Quais são os sintomas de gordura no fígado?

Muita gente pode ter gordura no fígado sem nem perceber, pois os sintomas nem sempre aparecem no começo. Quando surgem, eles podem incluir:

  • cansaço extremo;
  • dor ou desconforto no lado direito do abdômen;
  • inchaço abdominal;
  • pele e olhos amarelados (icterícia) em casos mais graves.

Como é feito o diagnóstico da gordura no fígado?

O diagnóstico da gordura no fígado costuma ser feito de forma simples, com exames de rotina. Os mais comuns são:

  • ultrassonografia ou tomografia: mostram se há gordura acumulada no fígado;
  • exames de sangue: verificam as enzimas hepáticas para identificar possíveis danos no fígado;
  • biópsia hepática: é mais rara, mas pode ser feita em casos graves para confirmar o diagnóstico.

É importante fazer esses exames regularmente, principalmente se você tem fatores de risco, como obesidade ou diabetes.

Como tratar gordura no fígado?

O tratamento da gordura no fígado foca principalmente em mudanças no estilo de vida. Veja o que você pode fazer:

  • perder peso: a perda de peso gradual, entre 7% e 10% do peso corporal, pode reduzir significativamente a gordura e inflamação no fígado;
  • controlar condições de saúde: diabetes, colesterol alto e pressão alta precisam estar sob controle;
  • acompanhamento médico: exames periódicos e consultas ajudam a monitorar o progresso;
  • medicamentos: embora não haja remédios específicos para a esteatose, medicamentos para controlar diabetes ou colesterol podem ser prescritos.

Lembrando que é importante fazer mudanças com orientação de um profissional de saúde!

Quais alimentos evitar ao ter gordura no fígado?

Se você foi diagnosticado com esteatose hepática, é bom evitar alimentos que podem piorar a situação. Veja os principais:

  • gordura trans e saturada: evite frituras, margarina, salgadinhos e embutidos;
  • açúcares refinados: refrigerantes, doces, bolos e biscoitos industrializados;
  • bebidas alcoólicas: mesmo em pequenas quantidades, o álcool pode ser prejudicial, especialmente se for a esteatose alcoólica.

Substituir esses alimentos por opções saudáveis pode ajudar seu fígado a se recuperar.

Quais as complicações possíveis da esteatose hepática não tratada?

Se não for tratada, a gordura no fígado pode levar a problemas mais graves, como:

  • cirrose: o fígado fica cheio de cicatrizes e não funciona como deveria;
  • câncer de fígado: em casos raros, a esteatose pode evoluir para câncer;
  • insuficiência hepática: em situações extremas, o fígado pode parar de funcionar, necessitando de um transplante.

Manter o seu fígado saudável é essencial para evitar o acumulo de gorduras e, consequentemente, complicações no futuro. E para garantir o cuidado que você e sua família precisam, conte com a Valem.

Nossos planos de saúde oferecem acesso aos melhores médicos e exames, ajudando você a prevenir e tratar problemas como a esteatose hepática, com total segurança. Acesse nosso site e saiba mais!

Fontes:

Pressão alta: sintomas e como controlar a hipertensão arterial

Médico atendendo paciente com pressão alta em consultório.
Médico atendendo paciente com pressão alta em consultório.
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A hipertensão arterial, ou pressão alta como é popularmente conhecida, é uma doença que se manifesta de forma incomum. Enquanto algumas pessoas podem apresentar sintomas, outras mal percebem que sofrem alterações na pressão arterial.

Por esse motivo, a doença pode tornar-se um grande risco para a saúde. Afinal, quando em níveis elevados, sobrecarrega o sistema cardiovascular e pode evoluir rapidamente para complicações graves. A seguir, você vai conhecer os principais sintomas, o que causa pressão alta, como diagnosticá-la e controlá-la.

O que é pressão alta (hipertensão arterial)?

A pressão alta ou hipertensão arterial é uma doença crônica que tem como característica o aumento da pressão que impulsiona o sangue dentro dos vasos sanguíneos. Conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), considera-se pressão alta o nível acima de 130/80 mmHg como sendo acima do normal.

A medição da pressão arterial é feita em milímetros de mercúrio (mmHg). Desse modo, o valor obtido representa a força que a corrente sanguínea tem ao ser bombeada para percorrer as artérias.

O que causa pressão alta?

Em geral, a hipertensão arterial ocorre devido a uma combinação de fatores. Conforme o Ministério da Saúde, a hereditariedade está relacionada a 90% dos casos de pressão alta. Ou seja, filhos de pais hipertensos apresentam maiores chances de desenvolver a doença. No entanto, o estilo de vida também é um fator que deve ser considerado. Assim, os fatores de risco para a hipertensão envolvem:

  • Obesidade: além do risco para a formação de placas de gordura, a obesidade altera a função hormonal, aumenta a resistência à insulina e provoca a retenção de líquidos;
  • Altos níveis de colesterol: o colesterol alto facilita a formação de placas de gordura, condição que exige mais força para o bombeamento do sangue;
  • Tabagismo e excesso de álcool: o cigarro e o excesso de bebidas alcoólicas afetam o sistema cardiovascular, aumentando o risco para a doença;
  • Estresse: passar por episódios de estresse contribui para a liberação de adrenalina e elevação da pressão arterial;
  • Dieta rica em sal: o sódio favorece a retenção de líquidos e dificulta a circulação do sangue;
  • Etnia: pessoas negras são mais acometidas pela doença;
  • Idade: a doença é mais frequente em idosos.

Quais são os sintomas da hipertensão?

Na maioria dos casos, a pressão alta pode ser silenciosa e não apresentar nenhum sintoma. Contudo, quando já em fase avançada, a hipertensão arterial provoca desconforto e manifestações que podem ser identificadas, como:

  • Dores de cabeça e na nuca;
  • Zumbido no ouvido;
  • Sangramento nasal;
  • Alterações na visão;
  • Palpitações;
  • Falta de ar;
  • Fraqueza;
  • Cansaço;
  • Tontura.

Quando a pessoa já tem diagnóstico de pressão alta, realiza tratamento e apresenta sintomas como esses, é possível que esteja passando por uma crise de hipertensão, período em que a pressão arterial se eleva rapidamente.

Em casos como esse, é importante utilizar os medicamentos já prescritos pelo médico para situações de emergência. Caso o quadro não melhore em algum tempo, é necessário procurar atendimento médico em um pronto-socorro.

Como é diagnosticada a hipertensão arterial?

O diagnóstico da hipertensão arterial é feito pelo cardiologista por meio da avaliação dos sintomas, histórico familiar, histórico médico e análise da pressão arterial, que pode ser feita com o acompanhamento e aferição da pressão por, pelo menos, 3 vezes em dias diferentes, no intervalo de uma semana.

Quando ocorre a suspeita da doença, o médico solicita exames que vão ajudar a identificar alterações na pressão, como o MAPA (Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial). Nesse exame, o paciente usa um aparelho que permite medir e registrar a pressão arterial por 24 horas.

Assim, o médico pode identificar alterações ao longo desse período. Além disso, o cardiologista pode solicitar outros exames para contribuir com o diagnóstico, como exames de sangue, exame de urina, eletrocardiograma, entre outros.

Quais são as complicações da hipertensão não tratada?

A hipertensão é uma doença que pode ser identificada e controlada. No entanto, quando isso não acontece, podem ocorrer sérios danos às veias, artérias e órgãos, resultando em complicações graves. Entre as principais estão:

  • Insuficiência cardíaca;
  • Falência dos rins;
  • Aneurisma;
  • Arritmia;
  • Angina;
  • Infarto;
  • AVC.

Outros problemas também podem estar relacionados à pressão alta, como lesões oculares, problemas de memória, dificuldade para o aprendizado ou até demência. Por isso, o controle e tratamento da pressão alta é fundamental, evitando riscos para complicações.

Como controlar e tratar a pressão alta?

A hipertensão arterial é uma doença que não tem cura. Entretanto, pode ser tratada e controlada. Somente após o diagnóstico o médico poderá determinar qual o melhor método de tratamento. Além de medicamentos disponíveis, também é aconselhada a mudança nos hábitos de vida, adotando medidas mais saudáveis, como:

  • fazer o controle de outras doenças, como o diabetes;
  • evitar alimentos gordurosos e ricos em açúcar;
  • moderar o consumo de bebidas alcoólicas;
  • praticar atividades físicas regularmente;
  • evitar excesso de sal na alimentação;
  • adotar uma alimentação equilibrada;
  • abandonar o cigarro;
  • manter o peso ideal.

Quando procurar ajuda médica?

Para identificar a hipertensão ainda no início, quando a doença ainda é assintomática, é importante realizar exames preventivos pelo menos uma vez ao ano. É importante entender que, sofrer variações na pressão não significa que o indivíduo seja hipertenso. Afinal, pode tratar-se de um episódio isolado, além de estar relacionado a outras doenças.

Para saber quando é importante buscar ajuda médica, é necessário considerar os fatores de risco, a predisposição e a presença de sintomas. Além disso, diante da pressão elevada por horas ou dias, mesmo com a ausência de sintomas, é essencial buscar o atendimento de um cardiologista.

Cuidar da sua saúde começa pelas formas de prevenção. Isso porque, você pode ter pressão alta sem saber disso. Com exames e consultas de rotina, é possível identificar essa e outras doenças, além de preveni-las

Para isso, a melhor opção é contar com um plano de saúde adequado, que esteja alinhado às suas necessidades e de sua família, como a Valem!

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Enxaqueca: sintomas, causas e como aliviar as crises

Mulher com enxaqueca colocando as mãos na cabeça.
Mulher com enxaqueca colocando as mãos na cabeça.
Crédito da imagem: Freepik

A enxaqueca é aquela dor de cabeça que vai muito além de um simples incômodo. Ela se manifesta com uma intensidade muito forte, acompanhada de outros sintomas como náuseas, vômitos e muita sensibilidade à luz e ao som.

As causas exatas ainda são um mistério, mas sabemos que fatores como genética, mudanças hormonais, estresse e até certos alimentos podem desencadear as crises. Para quem sofre com enxaqueca, descobrir maneiras de aliviar a dor é essencial para ter uma vida mais tranquila.

Se você ou alguém próximo lida com enxaqueca, não deixe de conferir o conteúdo completo. Vamos explicar os sintomas, causas e, o mais importante, como aliviar as crises e prevenir novos episódios.

O que é enxaqueca?

A enxaqueca é um tipo comum de dor de cabeça, afetando cerca de 15% da população mundial, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mas com características bem específicas e de forte intensidade.

Ela e tem um caráter pulsátil, geralmente concentrado em apenas um lado da cabeça, embora possa afetar ambos os lados de forma alternada. Além da dor intensa, ela pode vir acompanhada de outros sintomas, como náuseas, vômitos e uma sensibilidade extrema à luz, cheiros e barulhos. Isso torna as crises especialmente desconfortáveis e difíceis de lidar no dia a dia.

Uma das particularidades da enxaqueca é a duração das crises, que pode variar bastante. Em alguns casos, a dor pode durar apenas algumas horas, mas há situações em que uma crise se prolonga por até 72 horas. Para muitos, isso significa dias consecutivos de dor e incapacidade de realizar atividades rotineiras.

Qual a diferença entre dor de cabeça comum e enxaqueca?

A dor de cabeça comum é geralmente menos intensa e de fácil tratamento, enquanto a enxaqueca envolve um conjunto de sintomas que vão muito além da dor, exigindo cuidados e atenção contínuos para evitar as crises e minimizar o impacto no cotidiano.

Quais são os sintomas de enxaqueca?

  • Dor de cabeça pulsátil: a dor costuma ser intensa e latejante, como se alguém estivesse martelando na sua cabeça;
  • localização unilateral: a dor geralmente se concentra em um lado da cabeça, mas pode se espalhar para ambos os lados;
  • intensificação com atividades físicas: movimentos bruscos e atividades físicas podem piorar a dor;
  • sensibilidade à luz, som e cheiros: luzes fortes, barulhos altos e cheiros intensos podem causar muito incômodo;
  • náuseas e vômitos: muitas pessoas com enxaqueca sentem náuseas e podem vomitar;
  • aura: algumas pessoas experimentam a chamada aura, que consiste em sintomas visuais (como pontos brilhantes ou ziguezagues), sensoriais (formigamento) ou até mesmo alterações na fala;
  • fadiga: a enxaqueca pode causar um cansaço intenso, mesmo após uma boa noite de sono;
  • irritabilidade: a dor e os outros sintomas podem deixar a pessoa mais irritada e impaciente;
  • dificuldade de concentração: a enxaqueca pode atrapalhar a capacidade de se concentrar em tarefas.

O que causa enxaqueca?

As causas da enxaqueca ainda não são completamente compreendidas, mas sabemos que é uma condição neurológica complexa influenciada por vários fatores. Um dos principais aspectos é a predisposição genética — cerca de 70% dos portadores de enxaqueca apresentam familiares com os mesmos sintomas.

Além da genética, outros fatores podem desencadear uma crise de enxaqueca. Entre os mais comuns estão:

  • mudanças hormonais, especialmente durante o ciclo menstrual, gravidez ou menopausa;
  • alimentos e bebidas, como queijos envelhecidos, chocolates, embutidos e bebidas alcoólicas (especialmente vinho tinto);
  • jejum prolongado ou a falta de refeições regulares;
  • altos níveis de estresse emocional ou físico;
  • mudanças no clima, luzes brilhantes, cheiros fortes ou barulhos altos;
  • dormir pouco, dormir demais ou ter uma rotina de sono irregular.

Como é feito o diagnóstico da enxaqueca?

O diagnóstico da enxaqueca é feito principalmente por meio de uma avaliação clínica detalhada. Isso significa que o médico vai conversar para entender os sintomas, histórico de saúde e o histórico familiar, além de examinar outros possíveis fatores que podem estar relacionados às crises de dor de cabeça.

Em alguns casos, quando os sintomas não são típicos de enxaqueca ou quando há sinais de alerta, como dores de cabeça repentinas e muito intensas, pode ser necessário solicitar exames de imagem, como tomografia ou ressonância magnética, para descartar outras condições.

Qual é o tratamento para a enxaqueca?

O tratamento da enxaqueca visa tanto aliviar as crises agudas quanto prevenir futuras ocorrências. As opções de tratamento podem variar de pessoa para pessoa, dependendo da frequência e intensidade das crises, além dos gatilhos individuais.

Tratamento para as crises agudas:

  • medicamentos que agem contra a inflamação e a constrição dos vasos sanguíneos no cérebro;
  • repouso em um local escuro e silencioso para aliviar a dor e a sensibilidade à luz e ao som;
  • aplicar compressas frias na testa ou nuca pode ajudar a reduzir a dor e a inflamação;
  • beber bastante água para prevenir a desidratação, que pode piorar a enxaqueca.

Tratamento preventivo:

  • medicamentos para prevenir as enxaquecas, geralmente tomados diariamente, mesmo nos dias em que não há crise;
  • mudanças no estilo de vida.

Como prevenir crises de enxaqueca?

Pequenas mudanças no seu dia a dia podem fazer uma grande diferença para manter as crises sob controle. Aqui estão algumas dicas importantes:

Ajuste a iluminação do ambiente

Evite luzes muito fortes ou piscantes e, se possível, utilize luzes mais suaves. Durante crises, ficar em ambientes mais escuros e silenciosos pode aliviar os sintomas.

Não passe muito tempo sem comer

Uma rotina alimentar com refeições regulares e equilibradas ajuda a manter os níveis de energia estáveis e prevenir crises. Além disso, é bom evitar alimentos que possam desencadear crises, como chocolates, queijos envelhecidos e embutidos.

Controle o consumo de álcool

O álcool, especialmente o vinho tinto e bebidas destiladas, pode desencadear crises de enxaqueca em algumas pessoas. Modere o consumo ou evite essas bebidas, se perceber que estão associadas às suas crises.

Tenha um sono de qualidade

Procure uma rotina de sono regular, com horários consistentes para dormir e acordar. Evite dormir muito pouco ou em excesso, pois isso também pode desencadear crises.

Evite o excesso de cafeína

Embora a cafeína ajude a aliviar a dor em algumas pessoas, o consumo excessivo ou a abstinência repentina podem provocar crises de enxaqueca. Se você costuma consumir café, chá ou refrigerantes com cafeína, modere a quantidade e mantenha o consumo regular para evitar mudanças bruscas.

Faça exercícios regularmente

A prática regular de atividades físicas moderadas, como caminhadas, natação ou ioga, pode ajudar a prevenir enxaquecas por liberar endorfinas, que são analgésicos naturais do corpo.

No entanto, evite exageros, já que exercícios intensos podem, em alguns casos, desencadear crises.

Consuma água conforme as necessidades do seu corpo

A desidratação é um dos fatores que podem desencadear a dor. Certifique-se de beber água ao longo do dia, principalmente em dias mais quentes ou durante atividades físicas.

Quando procurar ajuda médica?

Quando as crises de enxaqueca começam a afetar seu trabalho, estudos, relacionamentos ou outras áreas da sua vida, é hora de buscar ajuda para encontrar maneiras mais eficazes de controlar as crises e melhorar sua qualidade de vida.

Em resumo, a enxaqueca é uma condição neurológica que causa dores debilitantes, podendo durar horas ou até dias. O tratamento envolve medicamentos para aliviar as crises e preventivos, além de mudanças no estilo de vida.

Para lidar com a enxaqueca de maneira eficaz e garantir o acesso aos melhores cuidados médicos, é essencial contar com um plano de saúde que ofereça um suporte abrangente. A Valem é a escolha ideal para você e sua família, proporcionando acesso a uma ampla rede de especialistas e tratamentos especializados.

Com a Valem, você pode ter a tranquilidade de estar protegido por um plano de saúde que atende às suas necessidades e oferece o melhor cuidado para enfrentar a enxaqueca e outras condições de saúde. Clique aqui para conhecer!

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O que é osteoporose, como prevenir e tratar

Médico mostrando modelo de esqueleto humano para a paciente, explicando o que é a osteoporose.
Médico mostrando modelo de esqueleto humano para a paciente, explicando o que é a osteoporose.
crédito da imagem: Freepik

A osteoporose é uma doença silenciosa e progressiva, caracterizada pela perda de densidade óssea e pelo aumento significativo do risco de fraturas. 

Embora muitas vezes seja associada ao envelhecimento, a osteoporose pode afetar pessoas de diferentes idades, especialmente aquelas com predisposição genética, alterações hormonais ou estilos de vida inadequados. 

Este artigo aborda os principais aspectos da osteoporose, desde suas causas e sintomas até as melhores formas de prevenção e tratamento, oferecendo um guia completo para quem busca entender a doença e proteger sua saúde óssea. Confira!

O que é osteoporose?

A osteoporose é uma doença que enfraquece os ossos, deixando-os mais frágeis e vulneráveis a fraturas, mesmo com impactos leves. Isso ocorre devido à redução da densidade mineral óssea, que é a quantidade de minerais, como cálcio e fósforo, presentes nos ossos. 

Com o passar dos anos, especialmente após os 50 anos, a capacidade do corpo de regenerar os ossos diminui, o que pode levar ao desenvolvimento da osteoporose.

Esse processo de perda óssea é natural à medida que envelhecemos, mas pode ser acelerado por diversos fatores.

As fraturas por osteoporose geralmente ocorrem no quadril, coluna vertebral e punho, e podem ter um impacto significativo na qualidade de vida, especialmente em idosos.

Quais são as causas e fatores de risco da osteoporose?

A osteoporose é causada por uma combinação de fatores genéticos, hormonais e de estilo de vida:

  • Fatores genéticos: a hereditariedade desempenha um papel importante na predisposição à osteoporose. Pessoas com histórico familiar da doença têm maior probabilidade de desenvolvê-la;
  • Fatores hormonais: alterações hormonais, como a redução dos níveis de estrogênio em mulheres após a menopausa e de testosterona em homens, podem acelerar a perda óssea;
  • Estilo de vida: hábitos como consumo excessivo de álcool, sedentarismo, tabagismo e dieta pobre em cálcio e vitamina D aumentam o risco;
  • Idade: o risco de desenvolver osteoporose aumenta com a idade, especialmente após os 50 anos.
  • Sexo: mulheres são mais propensas a desenvolver osteoporose devido à menor massa óssea e às mudanças hormonais associadas à menopausa.
  • Baixo peso corporal: pessoas com baixo peso têm menor massa óssea, o que as torna mais vulneráveis à osteoporose.

Quais são os sintomas e diagnóstico da osteoporose?

A osteoporose é muitas vezes chamada de “doença silenciosa” porque geralmente não apresenta sintomas evidentes até que uma fratura ocorra.

No entanto, alguns sinais podem indicar a presença da doença, como:

  • Diminuição da estatura: a perda de altura com o passar do tempo pode indicar fraturas vertebrais devido à osteoporose;
  • Dores nas costas: dores nas costas podem ser causadas por fraturas ou colapsos das vértebras devido à fragilidade óssea;
  • Perda de mobilidade: a fragilidade óssea pode limitar a capacidade de realizar atividades cotidianas.

O diagnóstico da osteoporose é normalmente feito por meio de exames de densitometria óssea, que medem a densidade mineral dos ossos e ajudam a identificar o risco de fraturas. 

Além disso, exames de sangue e urina podem ser realizados para avaliar os níveis de cálcio e outros marcadores que indicam a saúde óssea.

Como prevenir a osteoporose?

A prevenção da osteoporose envolve adotar um estilo de vida saudável e fazer escolhas que promovam a saúde dos ossos. Aqui estão algumas estratégias importantes:

Alimentação equilibrada

Garantir uma alimentação rica em cálcio e vitamina D é essencial para manter a saúde dos ossos. O cálcio é o mineral predominante na composição óssea, enquanto a vitamina D desempenha um papel crucial na sua absorção pelo corpo. 

Fontes de cálcio incluem laticínios como leite, queijo e iogurte, além de vegetais verdes como brócolis e couve. Já a vitamina D pode ser adquirida através da exposição solar e do consumo de alimentos como peixes gordurosos e ovos.

Exercícios físicos

A prática regular de exercícios físicos é uma das melhores formas de fortalecer os ossos e prevenir a osteoporose. Exercícios de resistência, como musculação, e atividades de impacto, como caminhada e corrida, estimulam a formação de massa óssea. 

Além disso, exercícios de equilíbrio, como yoga, ajudam a prevenir quedas, que são uma das principais causas de fraturas em pessoas com osteoporose.

Estilo de vida saudável

Também é fundamental evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool. O cigarro prejudica a absorção de cálcio e diminui a produção de estrogênio, acelerando a perda de massa óssea. 

O álcool, quando ingerido em grandes quantidades, desequilibra os níveis de cálcio no organismo e compromete a formação dos ossos. Adotar um estilo de vida saudável é uma maneira eficaz de preservar a saúde óssea.

Quais os tratamentos da osteoporose?

O tratamento da osteoporose pode incluir o uso de medicamentos, mudanças na dieta e aumento da atividade física. 

Os medicamentos geralmente atuam retardando a perda óssea ou aumentando a formação óssea. Alguns exemplos incluem bifosfonatos, calcitonina, terapia de reposição hormonal e medicamentos que estimulam a formação óssea, como o teriparatida.

Além dos medicamentos, pode ser indicado o uso de suplementos de cálcio e vitamina D, especialmente para aqueles que não conseguem atingir os níveis adequados desses nutrientes apenas com a alimentação.

A atividade física regular e o fortalecimento muscular também são componentes importantes do tratamento, ajudando a manter a densidade óssea e a prevenir quedas.

Como conviver com a osteoporose?

Conviver com a osteoporose requer cuidados contínuos para minimizar os riscos de fraturas e manter a qualidade de vida. Além do tratamento médico, é importante adotar medidas que ajudem a evitar quedas e a proteger os ossos.

  • Cuidados no ambiente doméstico: adaptar a casa para evitar quedas é uma medida preventiva importante. Remova tapetes soltos, instale corrimãos em escadas e banheiros, e mantenha os ambientes bem iluminados;
  • Exercícios de equilíbrio e fortalecimento: atividades que melhoram o equilíbrio, podem ajudar a prevenir quedas. Fortalecer os músculos ao redor dos ossos também contribui para a proteção contra fraturas;
  • Monitoramento da saúde óssea: realizar exames periódicos de densitometria óssea permite acompanhar a evolução da doença e ajustar o tratamento conforme necessário.

Conheça a Valem

Para garantir um acompanhamento médico de qualidade e acesso aos melhores tratamentos, é essencial contar com um plano de saúde que atenda às suas necessidades e da sua família. 

A Valem é a melhor opção para quem busca um plano de saúde completo, com coberturas que incluem exames de densitometria óssea, consultas especializadas e tratamentos de qualidade. Para saber mais sobre os planos de saúde, acesse o site da Valem!

Gastrite: sintomas, causas e tratamento

Mulher deitada de lado em uma cama com expressão de dor com as duas mãos na região abdominal, representando os sintomas da gastrite.
Mulher deitada de lado em uma cama com expressão de dor com as duas mãos na região abdominal, representando os sintomas da gastrite.
créditos da imagem: Freepik

Entender os sintomas da gastrite é vital para identificar precocemente o problema e buscar tratamento adequado. Sintomas como dor abdominal, queimação, náuseas e vômitos são comuns e conhecer esses sinais pode evitar complicações graves.

Detectar a gastrite cedo possibilita mudanças na dieta e no estilo de vida, promovendo um bem-estar geral. Com essas medidas, é possível controlar a condição e melhorar a qualidade de vida.

Convidamos você a ler este artigo completo para saber mais sobre a gastrite e como lidar com seus sintomas de forma eficaz. Confira!

O que é gastrite?

Gastrite é uma inflamação na mucosa do estômago, resultante de diversos fatores como uso de medicamentos agressivos, infecções por vírus e bactérias, ou a presença da bactéria H. pylori. Esse processo inflamatório pode provocar erosões na parede estomacal, causando desconforto.

Existem diferentes formas de gastrite, sendo as mais comuns a aguda e a crônica. A gastrite aguda aparece subitamente e dura pouco tempo, enquanto a gastrite crônica se desenvolve lentamente e pode causar inflamação prolongada.

Quais são os tipos de gastrite?

A gastrite pode se manifestar de diversas formas, cada uma com suas particularidades. Os principais tipos de gastrite são:

  • Gastrite nervosa: causada por estresse e ansiedade, apresenta sintomas como azia e sensação de estômago cheio. Surge em momentos de tensão;
  • Gastrite crônica: inflamação prolongada que pode levar a úlceras e, em casos graves, evoluir para câncer. Desenvolve-se lentamente;
  • Gastrite aguda: surge repentinamente, frequentemente devido à infecção por H. pylori, resultando em dor abdominal e vômitos;
  • Gastrite eosinofílica: associada a alergias, é caracterizada por um aumento de células imunes no estômago, causando azia e náuseas;
  • Gastrite enantematosa: afeta camadas profundas da parede do estômago, podendo ser causada por infecções, doenças autoimunes ou uso frequente de medicamentos.

Quais são os sintomas da gastrite?

A gastrite manifesta-se com diversos sintomas, entre os mais comuns estão:

  • Dor abdominal;
  • Azia;
  • Náuseas e vômitos;
  • Perda de apetite;
  • Perda de peso;
  • Inchaço abdominal;
  • Má digestão;
  • Gases;
  • Fezes escurecidas;

A dor da gastrite normalmente começa na região epigástrica, abaixo do esterno, e pode irradiar para outras áreas, confundindo-se com outras condições. 

A azia pode se intensificar após refeições volumosas ou ricas em gorduras. Além disso, a presença de sangue nas fezes ou vômito é um indicativo de casos mais graves, exigindo atenção médica imediata.

Como é feito o diagnóstico?

Para diagnosticar a gastrite, um médico especialista avaliará o histórico clínico do paciente e realizará um exame físico detalhado, incluindo uma endoscopia digestiva. Esse processo inicial ajuda a identificar sintomas específicos e antecedentes que possam indicar a presença de gastrite que será confirmada ou descartada após os exames completos.

A endoscopia digestiva é o exame mais importante para confirmar o diagnóstico. Este procedimento minimamente invasivo permite visualizar a mucosa do estômago e detectar inflamações ou outras anormalidades.

Em alguns casos, uma biópsia da mucosa estomacal pode ser necessária. Este exame adicional ajuda a identificar a presença de bactérias como a H. pylori ou outras causas subjacentes da gastrite.

Como é o tratamento?

O tratamento da gastrite depende da causa subjacente e pode incluir medicamentos e mudanças no estilo de vida. Medicamentos como antiácidos e inibidores de bomba de prótons ajudam a reduzir a acidez estomacal, promovendo a recuperação da mucosa do estômago.

Além do uso de medicamentos, adotar uma alimentação equilibrada é fundamental. Evitar alimentos ácidos, gordurosos e bebidas alcoólicas é fundamental para aliviar os sintomas e prevenir a recorrência da gastrite.

Mudanças nos hábitos de vida, como praticar atividades físicas regularmente e controlar o estresse, também são importantes para o tratamento eficaz da gastrite.

O que causa a gastrite?

A gastrite pode ser causada por diversos fatores, incluindo infecção pela bactéria Helicobacter pylori, uso prolongado de medicamentos anti-inflamatórios, consumo excessivo de álcool, má alimentação, tabagismo, doenças autoimunes e predisposição genética.

A infecção por H. pylori é uma das principais causas, pois a bactéria inflama a mucosa do estômago, podendo levar a complicações se não tratada. Além disso, medicamentos como anti-inflamatórios podem irritar a parede do estômago.

Hábitos alimentares inadequados, como a ingestão de álcool e alimentos gordurosos, também contribuem para o desenvolvimento da gastrite, enfraquecendo a mucosa estomacal.

Quais cuidados ter na alimentação para evitá-la?

Para prevenir a gastrite, é preciso adotar hábitos alimentares saudáveis, evitando o consumo excessivo de bebidas alcoólicas e alimentos gordurosos é fundamental. 

Comer a cada três horas e preferir uma dieta rica em frutas menos ácidas, verduras e carnes magras ajuda a proteger a mucosa do estômago.

Também é importante limitar alimentos que causam fermentação, como pimentão, feijão e brócolis. Reduzir a ingestão de condimentos e temperos pode diminuir a irritação estomacal. Substituir o café por sua versão descafeinada pode ajudar a evitar a gastrite.

Além disso, mastigar corretamente os alimentos facilita a digestão e evita a produção excessiva de ácido gástrico. Esses cuidados ajudam a manter a saúde do estômago e a prevenir a gastrite.

Entender os sintomas da gastrite é um passo importante para identificar a doença, prevenir complicações e melhorar a qualidade de vida. Para garantir um tratamento adequado, é fundamental contar com um bom plano de saúde. 

A Valem, em parceria com a Unimed, oferece planos de saúde acessíveis e de qualidade, adaptados às suas necessidades específicas.

Destaca-se por sua exclusividade e comprometimento, fornecendo orientação completa e manutenção contínua dos planos de saúde. Com mais de 55 mil clientes e uma equipe especializada, a Valem é a maior administradora de benefícios exclusiva da Unimed no país. Conheça a Valem e saiba mais!

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Ansiedade no trabalho: quais os sintomas e como reduzir?

Mulher cabisbaixa em frente ao notebook, celular e caderno, representando a ansiedade no trabalho.
créditos da imagem: Pexels

A ansiedade no trabalho é algo muito comum. Uma pesquisa realizada em 2021 pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) mostrou que 52% dos trabalhadores entrevistados sofriam de ansiedade no ambiente laboral.

Essa condição deve ser identificada e tratada adequadamente, visto que a ansiedade pode ter efeitos negativos na saúde física e mental do indivíduo, impactando não só seu trabalho, como também a qualidade de vida. Por isso, separamos mais informações sobre este assunto.  Confira!

O que é a ansiedade no trabalho?

A ansiedade no trabalho refere-se ao estresse, nervosismo, inquietação ou tensão em relação às responsabilidades profissionais. Isso pode envolver preocupações relacionadas ao desempenho no trabalho, interações com a equipe ou questões financeiras.

O estresse no ambiente de trabalho é algo comum. Contudo, é importante reconhecer quando a ansiedade é contraproducente, persistente e prejudica a qualidade de vida. Ainda que um certo nível de estresse seja esperado, o excesso de ansiedade pode impactar negativamente a saúde emocional, física e o bem-estar, afetando a vida pessoal e profissional.

Quais os sintomas da ansiedade no trabalho?

Os sintomas da ansiedade no trabalho costumam ocorrer devido ao medo ou preocupação em excesso. Desse modo, podem aparecer de diferentes formas. Além da agitação e alteração no sono, podem estar presentes sintomas como:

  • formigamento ou queda de temperatura em mãos e pés; 
  • Respiração ofegante ou mais acelerada que o normal;
  • Medo associado ao ambiente ou atividade;
  • Pensar no problema continuamente;
  • Sensação de perigo iminente;
  • Palpitações cardíacas;
  • Tonturas ou náuseas;
  • Tensão muscular;
  • Falta de ar;
  • Boca seca;
  • Sudorese.

É importante entender que tais sintomas são comuns diante de situações específicas e passageiras, como apresentação de resultados, metas, fechamento de grandes contratos. Contudo, é alarmante quando as manifestações são recorrentes.

Quais as principais causas da ansiedade no trabalho?

As condições laborais precárias dos últimos anos desempenharam um papel relevante no aumento da incidência de transtornos de ansiedade no trabalho e estresse

Desse modo, os fatores desencadeantes dessa condição refletem na ausência de um ambiente corporativo saudável, visto que a ansiedade pode se manifestar por diferentes razões. Confira as principais.

Excesso de tarefas

Profissionais com carga de trabalho excessiva apresentam maiores chances de desenvolver transtorno de ansiedade por não conseguirem cumprir todas as tarefas designadas. Assim, é comum o desenvolvimento de medo, preocupação, insegurança, angústia com demissão e baixa autoestima.

Falta de reconhecimento

Quando não valorizado, o indivíduo torna-se apreensivo, desmotivado e insatisfeito. Sem feedbacks positivos, o profissional pode sentir que não está à altura da empresa, motivo que leva ao desenvolvimento da insegurança e ansiedade.

Preocupação demasiada

A preocupação excessiva pode surgir de cobranças em excesso feitas ao trabalhador. Ao ser pressionado para obter resultados perfeitos em curto período, o indivíduo tende a se preocupar com trabalho, prazos, entregas, e outras questões que geram ansiedade.

Excesso de responsabilidade

Os cargos de alta responsabilidade podem provocar no indivíduo a sensação de constante pressão, ansiedade e medo de errar. Essa situação pode ocorrer quando o profissional não foi escolhido adequadamente para o cargo que ocupa, ou não possui a capacitação necessária.

Prazos curtos e inadequados

Estabelecer prazos para as entregas é importante. No entanto, é essencial que o tempo exigido seja adequado à carga de trabalho. Quando são muito curtos ou não condizentes com a tarefa, podem gerar ansiedade no profissional, exigindo que ele mantenha uma produtividade elevada. Isso pode resultar em prejuízos para a qualidade das entregas e maior propensão a erros.

Má qualidade do clima organizacional

Um ambiente de trabalho com conflitos, repleto de cobranças, desorganizado, altamente competitivo e carente de comunicação pode ter um impacto significativo na qualidade de vida do profissional. Isso torna o trabalhador ansioso pelo desconforto no ambiente de trabalho.

Qual a importância de prevenir a ansiedade no trabalho?

Prevenir e tratar a ansiedade no trabalho é a melhor forma de promover um bom ambiente organizacional, protegendo a qualidade de vida e saúde da equipe. As doenças mentais afetam 33% da população no mundo, comprometendo o ambiente corporativo. Por isso preveni-las, identificá-las e tratá-las é fundamental.

Como reduzir a ansiedade no trabalho?

Para reduzir a ansiedade no trabalho é necessário gerenciar o estresse. Isso pode ser feito com pequenas mudanças progressivas que apresentam impacto positivo nos níveis de estresse ao longo do tempo. Confira algumas dicas para reduzir a ansiedade no trabalho.

Organização de agenda e prioridades

Diante de projetos importantes, comece a produzi-los com antecedência, estabelecendo mini-prazos. Essa é uma forma de preparar-se para os problemas que possam surgir ou evitá-los. Melhorando a gestão de tempo, é possível diminuir a ansiedade. Por isso, desenvolva listas de atividades, priorizando-as.

Pratique o autocuidado

Após compreender as causas da ansiedade, é mais fácil evitar situações que possam desencadeá-las. Por isso, é importante praticar o autocuidado, evitando que tais situações o atinjam facilmente. Além de ter bom ritmo de sono, procure ter uma alimentação balanceada, mantendo corpo e mente em equilíbrio.

Faça pausas

A ansiedade pode limitar o indivíduo. Por isso, quando a identificar no trabalho, faça uma pausa para clarear a mente. Se puder, deixe a tarefa de lado por alguns minutos e respire ar fresco, ou faça uma rápida caminhada, lave o rosto ou tome um copo de água. Isso vai ajudar a afastar os pensamentos dos problemas.

Técnicas de respiração

A respiração é uma importante forma de controlar a ansiedade. Por isso, ao perceber os sintomas de ansiedade, faça uma pausa e respire algumas vezes de forma consciente. Puxe o ar pelo nariz, prenda-o por alguns segundos e solte calmamente pela boca.

Meditação e Ioga

Outra forma de prevenir a ansiedade no trabalho é praticando meditação e ioga. Essas técnicas contribuem para o relaxamento e concentração, impedindo que a ansiedade torne-se um problema recorrente.

Procure um especialista

Por fim, é importante entender que a ansiedade é uma resposta natural do organismo. Contudo, crises frequentes não são normais. Desse modo, é necessário buscar ajuda especializada com um psicólogo ou psiquiatra para identificar os gatilhos e saber como evitá-los ou controlá-los.

Agora você já sabe o que é a ansiedade no trabalho, como perceber os sintomas e algumas dicas para prevenir que esse problema prejudique sua vida laboral e também pessoal. Lembre-se, ter ajuda profissional é muito importante para tratar adequadamente esse e outros problemas mentais e emocionais.

Gostou destas informações? Então, confira também como diminuir o estresse: confira 12 dicas práticas!

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