Plano de saúde após a demissão: esclareça as principais dúvidas

Medico escrevendo em papel para a paciente, representando a utilização do plano de saúde após a demissão.
Medico escrevendo em papel para a paciente, representando a utilização do plano de saúde após a demissão.
créditos da imagem: Freepik

A demissão envolve diversas incertezas — e entre elas está a continuidade do plano de saúde oferecido pela empresa. Além de questões emocionais, há preocupações práticas, como entender os direitos relacionados ao plano de saúde após a demissão

Abordar esse tema é essencial para esclarecer dúvidas sobre como manter o cuidado com a saúde durante a transição de emprego. Por isso, continue nesta leitura porque vamos explicar tudo de forma simples e direta.

A demissão do colaborador encerra o vínculo com o plano de saúde da empresa?

Quando ocorre o desligamento, o plano de saúde empresarial normalmente é descontinuado, já que estava vinculado ao contrato de trabalho. Isso acontece porque o benefício era parte das condições acordadas no momento da contratação. 

Ainda assim, a legislação brasileira prevê algumas exceções. Dependendo de fatores como o tipo de contrato e as contribuições pagas, o ex-colaborador pode ter direito, em determinados casos, à continuidade temporária do plano.

O mais importante é entender que, embora o vínculo direto com o empregador seja encerrado, nem sempre isso significa perder o acesso ao benefício de forma imediata e definitiva. Há condições que podem prolongar o uso do atendimento médico por mais tempo.

Em quais situações é possível continuar usando o plano de saúde da empresa?

Existem cenários em que o ex-colaborador pode manter o plano de saúde empresarial, mesmo após a demissão. 

A lei define que quem contribuía diretamente para o benefício — ou seja, não tinha o plano financiado exclusivamente pela empresa — pode solicitar sua manutenção por um período limitado. Esse direito é chamado de manutenção do benefício.

Há casos em que ex-colaboradores de empresas que ofereciam planos com coparticipação podem decidir pela continuidade. 

Porém, é necessário pagar integralmente o custo do plano, já que a empresa não arcará mais com nenhuma parcela ou subsidiação. Uma avaliação detalhada sobre valores e condições é essencial para decidir se a manutenção compensa financeiramente.

Quanto tempo o ex-colaborador pode usar o plano de saúde após demissão?

A legislação garante que o trabalhador demitido sem justa causa, desde que contribuísse com pagamentos mensais, pode manter o vínculo com o plano por até 24 meses. Esse período varia conforme acordos estabelecidos pela operadora e as condições do contrato.

No entanto, é fundamental ter atenção ao término dessa extensão. Durante esse tempo, o ex-colaborador deve arcar com os custos integrais do plano, somando despesas que antes eram compartilhadas ou subsidiadas pela empresa. Planejar essas despesas é recomendado para evitar surpresas financeiras.

Outro ponto que merece atenção é o prazo para solicitar a manutenção após o desligamento. Entrar com o pedido assim que receber as informações sobre a demissão garante mais agilidade e evita situações de perda do benefício.

Como fica a coparticipação em caso de demissão?

A coparticipação é um modelo em que o colaborador paga uma porcentagem pelo uso de consultas, exames ou procedimentos cobertos pelo plano de saúde empresarial.

Após a demissão, caso opte por manter o plano pelo período permitido por lei, o antigo beneficiário deverá assumir integralmente os custos mensais, incluindo eventuais taxas oriundas do uso do serviço.

Se as condições financeiras pesarem, a manutenção do plano com coparticipação talvez não seja viável. Nesse caso, é interessante buscar alternativas, como aderir a um plano individual ou coletivo por adesão, que pode oferecer benefícios comparáveis com preços mais acessíveis.

Os dependentes também perdem o direito ao plano de saúde depois da demissão?

Sim, os dependentes perdem o benefício junto ao titular, pois o vínculo com o plano está associado diretamente ao contrato de trabalho. No entanto, como opção, ao solicitar a manutenção do plano de saúde após a demissão, também é possível incluir dependentes dentro da permanência prevista por lei.

Essa inclusão depende do contrato firmado entre o ex-colaborador e a operadora de saúde. 

O importante é que os custos dos dependentes também entram na conta do pagamento integral no período estendido. Avaliar os valores gerais antes de decidir pela manutenção pode ajudar a encontrar a melhor solução para proteger a saúde da família.

É possível solicitar a portabilidade do plano de saúde após a demissão?

Para quem deseja seguir com cobertura médica, mas não quer arcar com o custo alto do antigo serviço empresarial, a portabilidade pode ser uma solução interessante. Esse processo permite migrar para outro plano de saúde, sem precisar cumprir novos períodos de carência.

A portabilidade é válida quando o colaborador demitido mantinha o antigo plano ativo e estava em dia com seus pagamentos mensais. Além disso, o plano escolhido como destino deve oferecer cobertura compatível com o anterior.

Se a ideia é buscar algo mais acessível, planos de saúde coletivos por adesão podem ser uma ótima escolha. Eles reúnem benefícios semelhantes aos empresariais, mas são vinculados a grupos como associações ou sindicatos, o que permite que o custo seja mais equilibrado.

A demissão é um momento de transição cheio de desafios e decisões importantes. O plano de saúde, no entanto, não precisa ser mais uma grande preocupação. O importante é conhecer as opções disponíveis, avaliar custos e escolher a alternativa que melhor se encaixe para você e sua família.

E claro, se quiser entender mais não só sobre plano de saúde após a demissão, mas também sobre outros cuidados com a saúde e tudo que envolve planos e direitos, continue aqui no blog da Valem e confira outros conteúdos.


Referências:

Fator moderador em plano de saúde: o que você precisa saber?

Médica mostrando papéis para casal em clínica, aludindo ao fator moderador em plano de saúde.
Médica mostrando papéis para casal em clínica, aludindo ao fator moderador em plano de saúde.
créditos da imagem: Freepik

Cuidar da saúde é essencial, mas os custos de um plano podem pesar no orçamento. E o fator moderador em plano de saúde surge como uma alternativa para quem busca flexibilidade na administração desses gastos. 

Ele permite que o valor pago esteja alinhado à frequência de uso dos serviços, para entregar um modelo de custo-benefício mais equilibrado

Entender como o fator moderador funciona é o primeiro passo para fazer uma escolha inteligente e otimizar os recursos sem comprometer a qualidade do atendimento. Siga a leitura com a gente para saber mais!

O que é fator moderador plano de saúde?

O fator moderador é um mecanismo que ajusta os valores pagos por um plano de saúde conforme o uso dos serviços. A ideia é simples: 

  • quem utiliza menos, paga menos;
  • quem precisa de mais assistência, contribui proporcionalmente. 

Esse modelo evita reajustes generalizados e distribui os custos de forma mais justa entre os beneficiários. O objetivo é manter o acesso aos serviços sem comprometer a sustentabilidade financeira do plano.

Como funciona o fator moderador em um plano de saúde?

O funcionamento do fator moderador varia conforme as regras do plano contratado. Em geral, ele se baseia na frequência de uso dos serviços médicos, como consultas, exames e procedimentos. 

A cada utilização, um valor adicional é cobrado do beneficiário, respeitando os limites definidos em contrato. Essa lógica incentiva o uso consciente da rede credenciada e reduz desperdícios, o que torna o plano mais acessível para todos os participantes.

Sem contar que algumas operadoras adotam critérios diferenciados para determinar esses valores, podendo incluir:

  • descontos progressivos para beneficiários que fazem uso consciente do plano;
  • faixas de cobrança diferenciadas para consultas, exames simples e procedimentos mais complexos. 

Assim, a cobrança se adapta ao perfil de utilização de cada pessoa para garantir maior previsibilidade financeira.

Outro aspecto importante é a transparência das informações. As operadoras devem fornecer relatórios detalhados sobre a aplicação do fator moderador, para permitir que os beneficiários acompanhem seus gastos e tomem decisões mais conscientes sobre o uso do plano. 

Esse tipo de abordagem incentiva um comportamento mais equilibrado, evitando tanto o uso reduzido quanto o uso excessivo dos serviços médicos.

A diferença em relação à coparticipação é que o fator moderador pode incluir outros critérios além do pagamento por procedimento, como um teto máximo de cobrança ou faixas de desconto com base no perfil do beneficiário.

Algumas operadoras oferecem modelos híbridos que combinam fator moderador e coparticipação para oferecer ainda mais flexibilidade aos usuários. 

Cada operadora define suas regras, por isso, é importante ler atentamente as condições antes da adesão e esclarecer eventuais dúvidas junto à empresa responsável.

Qual é o objetivo do fator moderador plano de saúde?

A proposta do fator moderador é equilibrar os custos dos planos de saúde e evitar reajustes elevados para todos os beneficiários

Como os gastos com assistência médica variam entre os indivíduos, esse mecanismo impede que aqueles que utilizam pouco paguem valores muito altos para compensar o uso frequente de outros.

Essa abordagem também busca estimular a prevenção e o uso consciente dos serviços médicos

Com um custo diretamente ligado à frequência de utilização, os beneficiários tendem a agendar exames e consultas quando realmente necessário, o que ajuda a reduzir a sobrecarga da rede credenciada e a melhorar a gestão da saúde coletiva.

O que diz a ANS sobre o fator moderador?

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regulamenta os planos de saúde e define as diretrizes para a aplicação do fator moderador. 

A norma permite que as operadoras adotem esse modelo desde que respeitem regras de transparência e informação ao consumidor — os contratos devem especificar:

  • como será feita a cobrança;
  • quais serviços estão sujeitos ao fator moderador. 

Sem contar que a ANS estabelece limites para garantir que o beneficiário não seja onerado de forma excessiva. A ideia é oferecer uma alternativa viável para quem deseja um plano mais acessível, sem comprometer a qualidade do atendimento.

Quais as vantagens de adquirir a modalidade de fator moderado de plano de saúde?

O plano de saúde com fator moderador pode ser uma alternativa interessante para quem busca equilíbrio entre custo e acesso aos serviços médicos. Esse modelo de pagamento vinculado ao uso oferece benefícios que vão além da economia e influenciam tanto a forma como os beneficiários utilizam o plano quanto a sustentabilidade do sistema. 

Entre as principais vantagens estão:

  • redução de custos fixos: ideal para quem faz poucas consultas ao longo do ano, pois a mensalidade tende a ser mais baixa em comparação a planos sem fator moderador;
  • incentivo ao uso consciente dos serviços: como o pagamento está atrelado à utilização, os beneficiários costumam buscar atendimento médico quando realmente necessário, otimizando os recursos do plano;
  • sustentabilidade do sistema: a moderação no uso dos serviços de saúde contribui para evitar desperdícios, tornando a gestão do plano mais equilibrada e eficiente;
  • previsibilidade de gastos: muitas operadoras estabelecem limites para os valores cobrados por consultas e exames, garantindo maior controle financeiro e evitando custos inesperados.

Encontre o plano de saúde ideal com a Valem

Escolher um plano de saúde adequado é uma decisão importante. A Valem simplifica esse processo ao oferecer opções que se encaixam nas necessidades de cada pessoa. Com uma equipe especializada e acesso a planos variados, fica mais fácil encontrar a alternativa que equilibra custos e benefícios.

Para quem busca um modelo mais acessível, o fator moderador de plano de saúde pode ser a solução ideal. Ele permite um controle maior dos gastos sem abrir mão da segurança de um bom atendimento médico. No site da Valem, você pode conhecer as opções disponíveis e escolher o plano que faz mais sentido para seu perfil. Descubra agora mesmo como garantir um plano de saúde alinhado às suas expectativas.

Fadiga crônica: sintomas e quando procurar ajuda

Mulher debruçada em mesa com semblante de cansaço, que é um dos sintomas da fadiga crônica.
Mulher debruçada em mesa com semblante de cansaço, que é um dos sintomas da fadiga crônica.
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Sentir-se constantemente cansado pode ir além do excesso de atividades ou noites mal dormidas. A fadiga crônica, por exemplo, é uma condição médica séria que, muitas vezes, é confundida com outras doenças. E isso dificulta o diagnóstico e a busca por tratamento adequado. 

Para entender mais sobre essa síndrome e como identificá-la, continue a leitura e descubra como cuidar da sua saúde de forma mais eficiente.

O que é a fadiga crônica?

A fadiga crônica, também conhecida como encefalomielite miálgica, é uma condição de saúde que causa cansaço extremo e prolongado, mesmo após repouso. Esse cansaço não tem explicação aparente e interfere diretamente nas atividades diárias

É importante destacar que esse problema não tem relação com esforços físicos intensos e está associado a um conjunto de sintomas que variam de caso para caso.

Ainda pouco compreendida, sua causa pode envolver fatores imunológicos, neurológicos ou desencadeantes ambientais, e até eventos estressantes como infecções virais. Apesar disso, muitas pessoas não reconhecem os sinais, o que torna a conscientização sobre a síndrome essencial para um diagnóstico precoce e preciso.

Quais são os sintomas da fadiga crônica?

A fadiga crônica vai muito além de um simples cansaço que desaparece com uma boa noite de sono. Esse quadro, que ainda intriga especialistas, pode impactar a rotina de forma significativa e influencia tanto a saúde física quanto emocional. 

Com sintomas variados e, muitas vezes, difíceis de associar à condição, é fundamental entender os sinais que podem indicar a síndrome. Aqui, apresentamos os principais sintomas, abordando cada aspecto de forma acolhedora e clara.

Cansaço persistente e exaustão

Imagine um cansaço que não passa, mesmo depois de horas de descanso. Esse é um dos principais sinais da fadiga crônica: uma sensação permanente de exaustão que parece drenar toda a energia do corpo

A pessoa pode se sentir limitada nas atividades mais simples do dia a dia, como fazer compras ou subir escadas. Esse tipo de cansaço não está relacionado ao nível de esforço físico realizado, e torna a rotina diária um verdadeiro desafio.

Dificuldade de concentração (névoa cerebral)

A mente fica confusa, como se estivesse envolta em uma névoa que dificulta lembrar informações simples ou manter o foco. Essa sensação, muitas vezes chamada de névoa cerebral, acompanha quem sofre de fadiga crônica e torna até as tarefas intelectuais mais simples um obstáculo. 

Problemas de memória ou raciocínio podem aparecer de forma súbita. Para muitos, é como se o cérebro simplesmente não estivesse funcionando como antes.

Distúrbios do sono (insônia, sono não reparador)

Mesmo após uma noite inteira de sono, a pessoa acorda sentindo-se cansada, como se não tivesse dormido. Esse sono que não revigora é outro sinal comum da síndrome. 

Sem contar que a insônia pode ser uma constante e dificultar o sono profundo e interrupto. Isso acaba criando um ciclo em que a falta de descanso adequado amplifica outros sintomas, como dores e cansaço, deixando o corpo e a mente ainda mais vulneráveis.

Dores musculares, articulares e de cabeça

A fadiga crônica pode trazer dores espalhadas pelo corpo, afetando músculos e articulações, mesmo sem origem aparente. Essas dores costumam vir acompanhadas de uma sensação de peso ou tensão muscular

As dores de cabeça também são frequentes, podendo variar de leves incômodos a fortes enxaquecas. Esses sinais físicos tornam o cotidiano ainda mais desafiador.

Problemas digestivos e outros sintomas físicos

Além do cansaço e das dores, a fadiga crônica pode afetar o sistema digestivo. É comum que pacientes relatem desconfortos como náuseas, constipação ou diarreia. 

Esse impacto no sistema digestivo é mais um reflexo do desafio que a síndrome impõe, mostrando como a condição atinge diferentes áreas do corpo. Outros sintomas incluem febre baixa, visão turva e até dor de garganta persistente.

Sensibilidade a estímulos como luz e som

Ambientes iluminados ou barulhentos podem se tornar insuportáveis para quem enfrenta a fadiga crônica. 

Muitos desenvolvem uma sensibilidade exagerada a estímulos sensoriais, como luz e som. Sons altos ou luzes intensas tendem a agravar a sensação de mal-estar e exaustão, o que leva a necessidade de buscar lugares mais calmos e escuros.

Quando procurar ajuda médica?

Permanecer por semanas ou meses apresentando os sintomas mencionados pode ser indicativo de algo mais complexo. Se, após descansar e ajustar hábitos, o cansaço persistir ou outros sintomas surgirem, é hora de buscar orientação médica. 

Quanto antes o diagnóstico for feito, maior a chance de melhorar a qualidade de vida e afastar complicações ligadas à fadiga crônica.

É importante ter atenção: sintomas que interferem consideravelmente na rotina devem ser tratados com cuidado. Não esperar demais para procurar um especialista é decisivo para prevenir o agravamento da condição.

Como é feito o diagnóstico da fadiga crônica?

Diagnosticar a síndrome envolve principalmente excluir outras doenças que podem causar sinais semelhantes, como depressão, hipotireoidismo e fibromialgia. O processo é minucioso e inclui:

O diagnóstico é baseado em critérios como a presença de fadiga persistente por pelo menos seis meses e a coexistência de outros sintomas característicos. 

O médico pode também investigar se houve desencadeantes recentes, como uma infecção viral. Esse acompanhamento cuidadoso garante mais segurança e clareza no diagnóstico.

É possível tratar a síndrome da fadiga crônica?

Embora a fadiga crônica não tenha cura definitiva, o tratamento busca reduzir sintomas e melhorar a qualidade de vida. Muitas vezes, ele é multidisciplinar, e envolve especialistas que ajudam a desenvolver estratégias personalizadas. 

Entre as abordagens estão técnicas para melhorar o sono, terapias físicas e medicamentos direcionados aos sintomas mais incapacitantes.

Mudanças no estilo de vida também podem contribuir bastante, especialmente quando o paciente passa a observar suas limitações e ajustar rotinas. O apoio psicológico é igualmente importante para lidar com alterações emocionais decorrentes da síndrome.

A fadiga crônica desafia tanto física quanto emocionalmente. Mas, com acompanhamento médico constante, é possível alcançar mais equilíbrio e melhorar o bem-estar. 

Descartar doenças que podem ser facilmente confundidas é um dos passos mais importantes para chegar ao diagnóstico correto. Quanto mais cedo se buscar orientação, mais rápido se pode viver com mais autonomia e menos desconforto.

Se você quer acesso a especialistas disponíveis 24 horas para cuidar sempre da sua saúde, conheça os planos de saúde da Valem. Com nossa parceria exclusiva com a Unimed, oferecemos qualidade e suporte contínuo para mais de 55 mil clientes espalhados pelo Brasil. Experimente simular o seu plano individual online e descubra como cuidar de você pode ser acessível.


Fontes: 

https://www.reumatologia.org.br/orientacoes-ao-paciente/sindrome-da-fadiga-cronica/

https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/sindrome-da-fadiga-cronica-encefalomielite-mialgica/

https://hospitalsiriolibanes.org.br/blog/reumatologia/fibromialgia-e-sindrome-da-fadiga-cronica

https://amb.org.br/files/_BibliotecaAntiga/fadiga-cronica-diagnostico-e-tratamento.pdf

Saúde ocular: conheça 10 dicas para proteger sua visão

Doutora examinando olhos de paciente em consultório especializado em cuidados com a saúde ocular.
Doutora examinando olhos de paciente em consultório especializado em cuidados com a saúde ocular.
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A saúde ocular merece atenção em todas as fases da vida. Nossa visão não só conecta a gente ao mundo, mas também influencia qualidade de vida, produtividade e até mesmo momentos simples, como aproveitar uma paisagem ou ler um livro. 

E manter cuidados preventivos é uma ótima maneira de evitar problemas visuais. Problemas como catarata, glaucoma e até o temido olho seco podem ser prevenidos ou tratados com alguns hábitos simples. 

Quer saber por onde começar? Confira as dicas práticas que preparei e descubra como cuidar da sua visão no dia a dia.

Por que a saúde ocular deve ser uma prioridade?

A visão é um dos sentidos mais valorizados pelas pessoas — e com razão. Imagine como seria desafiador realizar atividades do dia a dia, como dirigir, estudar ou usar o celular, sem enxergar bem. 

Mas a saúde dos olhos é muitas vezes é negligenciada, mesmo com o impacto direto que exerce sobre a nossa rotina. 

Glaucoma, por exemplo, é uma condição silenciosa que progride lentamente, e pode levar à perda irreversível de visão, se não tratada. Já a catarata, muito comum em idosos, interfere na nitidez da visão e requer cirurgia em casos avançados para recuperar a qualidade visual.

Mesmo problemas aparentemente simples, como vermelhidão, coceira ou sensação de areia nos olhos, podem esconder questões maiores, caso sejam ignorados. 

Outra preocupação crescente são os danos causados pela exposição excessiva às telas, levando a sintomas como fadiga ocular e dificuldade de foco. Por isso, a saúde ocular vai além de enxergar: é sobre proteger a independência, o conforto e o bem-estar.

Quando procurar um oftalmologista?

Às vezes, a gente nem percebe quando a visão começa a dar sinais de mudança, mas existem alguns alertas que pedem uma consulta com o oftalmologista. 

Está com a visão embaçada, dificuldade para enxergar de perto, olhos vermelhos constantemente, dores nos olhos ou até vendo flashes de luz? Pode ser que algo esteja fora do lugar e é hora de investigar.

Mesmo quem não sente nenhum incômodo aparente precisa dedicar um tempo para fazer exames regulares — principalmente depois dos 40 anos, que é quando as chances de doenças como o glaucoma aumentam. 

E olha, as crianças também merecem atenção! Problemas como olhos desalinhados, dificuldade de acompanhar a leitura na escola ou até dor de cabeça frequente podem ser sinais de algo mais sério.

Para os idosos, qualquer diferença na visão — seja central ou periférica — precisa de ainda mais cuidado, porque isso pode afetar tarefas simples do dia a dia. Quanto antes um problema é encontrado, maiores as chances de resolver bem e rápido.

10 dicas para preservar a saúde ocular

Cuidar da saúde ocular é mais simples do que você imagina! Pequenas mudanças na rotina podem fazer uma grande diferença a longo prazo. 

É hora de entender os cuidados indispensáveis para manter seus olhos protegidos e saudáveis, não importa a etapa da vida. Afinal, enxergar bem é qualidade de vida, não é mesmo?

1. Proteja os olhos contra a luz solar

Os raios UV são vilões invisíveis que podem trazer prejuízos cumulativos à sua visão. Além de aumentar o risco de catarata, a exposição sem proteção pode levar a lesões oculares graves. 

Para evitar qualquer risco, aposte em óculos escuros de alta qualidade com proteção UV certificada — vale lembrar que aquele modelo da feirinha pode não oferecer a proteção real que seus olhos precisam. 

E não subestime o poder de chapéus e bonés em dias de sol forte; eles são aliados simples e práticos!

2. Mantenha hábitos de higiene ocular

Sabia que seus olhos são super vulneráveis a bactérias e germes? Por isso, lavar bem as mãos antes de tocar nos olhos é mais do que um cuidado básico — é uma barreira importante contra infecções como conjuntivite. 

Além disso, não dormir com maquiagem deveria ser a regra número 1 quando o assunto é autocuidado. Dormir sem retirar a make não só pode piorar casos de alergia ou irritação, mas também aumentar drasticamente o risco de problemas mais sérios.

3. Cuide da alimentação

Você já ouviu aquele ditado que diz “você é o que você come?” Seus olhos acreditam fielmente nisso! Aposte em alimentos como cenoura, salmão, nozes, espinafre e ovos, ricos em nutrientes como vitamina A, ômega-3 e antioxidantes

Esses compostos têm um papel direto no fortalecimento da retina e no combate ao envelhecimento precoce das células oculares. Seu prato colorido pode ser o melhor aliado da sua visão!

4. Evite o consumo de bebida alcoólica

Exagerar no álcool não é só prejudicial para o organismo todo, mas também afeta diretamente seus olhos. A desidratação causada pelo consumo excessivo pode piorar o ressecamento ocular, deixando os olhos irritados e com sensação de areia

A longo prazo, doenças como neuropatia óptica podem surgir e trazer sérias limitações à visão. Prefira manter a hidratação com o que seus olhos amam: água!

5. Reduza o tempo de exposição a telas

Seu celular, computador ou tablet são inimigos ocultos da saúde ocular. Passar horas ininterruptas encarando telas pode levar à temida fadiga visual, além de sintomas como dor de cabeça e dificuldade de focar

Aqui vai uma dica infalível: aplique a regra 20-20-20. É simples: a cada 20 minutos de uso de tela, foque em algo a pelo menos 6 metros de distância por 20 segundos. Pequenas pausas fazem maravilhas pelos seus olhos!

6. Durma 8 horas por dia

Dormir bem é tão importante para os olhos quanto para o resto do corpo. Enquanto você descansa, os olhos se regeneram do uso intenso durante o dia

Noites bem dormidas ajudam a reduzir irritações e minimizam aquela aparência de olhos cansados ao acordar. Que tal criar um ritual relaxante antes de dormir, como evitar telas ou tomar um chá quentinho? Seus olhos vão agradecer!

7. Tenha atenção ao tempo seco

Seus olhos são sensíveis às mudanças no ambiente, e um clima seco pode ser um desafio — especialmente em épocas de baixa umidade ou com o uso constante de ar-condicionado

Caso sinta desconforto ou ressecamento, aplique lubrificantes oculares (as famosas lágrimas artificiais) e abuse da hidratação com água ao longo do dia. O cuidado é simples, mas o alívio é imediato.

8. Use óculos de grau, caso necessário

Esquecer dos óculos ou ignorar o uso deles nos momentos necessários é um grande erro. Essa falta de atenção pode sobrecarregar seus olhos e piorar problemas já existentes. 

Siga à risca as recomendações do seu oftalmologista e, se necessário, invista em armações confortáveis que se encaixem no seu estilo. Tudo pelo bem-estar dos seus olhos no dia a dia!

9. Cuidado com o uso de cosméticos na região ocular

Quem ama maquiagem sabe como é essencial escolher produtos que respeitem a delicadeza dos olhos. Opte por itens hipoalergênicos e lembre-se de checar a validade dos cosméticos. 

Máscaras de cílios e delineadores vencidos podem acumular bactérias e colocar sua saúde ocular em risco. Além disso, retire a maquiagem com atenção redobrada antes de dormir para minimizar a chance de irritação.

10. Agende consultas regulares com um oftalmologista

O check-up anual com um oftalmologista é um dos passos mais importantes para uma visão saudável. Além de identificar doenças em estágio inicial, o médico orienta sobre os cuidados mais adequados para cada fase da vida.

Mas, se a preocupação for com custos, saiba que a Valem, em parceria exclusiva com a Unimed, oferece planos de saúde acessíveis para cuidar de você e dos seus em todos os momentos. 

São opções completas, pensadas para atender às necessidades de quem busca qualidade e segurança em cada consulta.

Saúde ocular: um convite ao autocuidado

Manter a visão saudável é um compromisso diário que reflete carinho consigo mesmo. Experimente colocar em prática essas dicas e perceba como pequenas mudanças podem trazer grandes benefícios.

E, para cuidar ainda melhor da saúde de toda a família, que tal simular hoje mesmo um plano de saúde com a Valem? Acesse o site, conheça as opções disponíveis e garanta um futuro com mais qualidade e tranquilidade para os seus olhos e os de quem você ama!


Fontes: 

https://bvsms.saude.gov.br/saude-ocular/

https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2022/julho/saude-ocular-cuidados-com-olhos-podem-evitar-a-perda-da-visao

https://bvsms.saude.gov.br/7-dicas-para-manter-a-saude-ocular/

https://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/ultimas-noticias/saude-ocular-diagnostico-precoce-evita-desenvolvimento-de-problemas-de-visao/

https://www.valem.com.br/beneficios-para-voce-e-sua-familia/

Saiba como tirar cárie do dente com segurança

Mulher sendo examinada em consultório odontológico para saber como tirar a cárie do dente.
Mulher sendo examinada em consultório odontológico para saber como tirar a cárie do dente.
créditos da imagem: Freepik

A cárie dentária está entre os problemas bucais mais comuns e pode causar dor e complicações graves se não for tratada corretamente. Muitas pessoas buscam soluções caseiras para remover cáries, mas essa prática não é segura. Portanto, é necessário saber como tirar cárie do dente da maneira certa para manter a saúde bucal em dia. 

Entenda como funciona o tratamento e quais são as melhores formas de prevenção.

O que é a cárie dentária e como ela se forma?

A cárie é uma doença bucal causada pelo acúmulo de bactérias na superfície dos dentes. Quando restos de alimentos ricos em açúcar ficam na boca, as bactérias presentes no biofilme dental produzem ácidos que corroem o esmalte dentário. 

Com o tempo, surgem pequenas cavidades que podem aumentar se não houver tratamento adequado. Se não for removida, a cárie pode atingir camadas mais profundas do dente, provocando dor, infecções e até a necessidade de um tratamento de canal.

É possível tirar cárie do dente em casa?

Muitas pessoas acreditam que é possível eliminar cáries com métodos caseiros, mas isso é um mito. Aplicar substâncias como limão, bicarbonato de sódio ou óleo de coco pode causar mais danos ao esmalte dentário e agravar o problema. 

Nenhuma solução caseira é capaz de remover uma cárie já instalada, pois a estrutura do dente já foi comprometida. Somente um dentista pode diagnosticar corretamente o estágio da cárie e indicar o tratamento mais adequado para restaurar o dente de maneira segura.

Como é feito o tratamento da cárie no consultório?

O tratamento para remover a cárie deve ser realizado por um profissional, que avalia o estágio da doença e escolhe a melhor abordagem para restaurar o dente. O procedimento pode variar conforme o grau de comprometimento do dente e a profundidade da lesão, para garantir que a saúde bucal seja preservada.

Avaliação do dentista

O primeiro passo é a análise da cárie. O dentista examina o dente visualmente e pode utilizar radiografias para identificar a profundidade da lesão. Essa etapa é fundamental para determinar a extensão do problema e definir o melhor tratamento. 

O profissional também avalia a saúde gengival e verifica se há outras cáries não visíveis a olho nu. Dependendo do caso, um escaneamento digital pode ser utilizado para oferecer uma visão mais detalhada da estrutura dentária.

Remoção da cárie

Após a avaliação, o dentista remove a parte comprometida do dente. O procedimento pode ser feito com brocas odontológicas, laser ou instrumentos manuais, dependendo do caso.

Essa remoção garante que a infecção não se espalhe e permite a restauração adequada da estrutura dentária. Durante essa etapa, é essencial preservar ao máximo o tecido do dente, para evitar desgastes desnecessários. 

Alguns casos podem necessitar do uso de anestesia local para garantir conforto ao paciente durante o procedimento.

Restauração do dente

Com a cárie removida, o dentista preenche a cavidade com resina composta, amálgama ou outro material adequado. O objetivo é devolver ao dente sua forma original e garantir estética e funcionalidade.

Em casos mais avançados, pode ser necessária a instalação de uma coroa para reforçar a estrutura do dente comprometido. 

O profissional também pode recomendar tratamentos complementares, como a aplicação de selantes dentários para prevenir novas lesões ou o uso de flúor para fortalecer o esmalte dental. 

Esse processo garante que o dente restaurado tenha durabilidade e continue desempenhando sua função mastigatória sem comprometer a saúde bucal geral.

Como prevenir o aparecimento de cáries?

Agora que você já sabe como tirar cárie do dente com segurança, é importante entender também que a prevenção é a melhor estratégia para evitar cáries e manter a saúde bucal em dia

Pequenos hábitos diários fazem toda a diferença na proteção dos dentes. Cuidar da alimentação, manter a higiene bucal adequada e visitar o dentista regularmente são atitudes fundamentais para evitar problemas mais graves no futuro.

Mantenha uma boa higiene bucal

A escovação correta elimina a placa bacteriana e evita o acúmulo de restos de alimentos nos dentes. O uso do fio dental é indispensável, pois remove resíduos que a escova não alcança. 

Escolher um creme dental com flúor para reforçar o esmalte dos dentes também contribui para a prevenção da cárie. Além disso, enxaguantes bucais podem complementar a higienização, auxiliando na eliminação de bactérias e proporcionando um frescor prolongado.

Outra prática importante é evitar o uso excessivo de escovas de cerdas duras, que podem desgastar o esmalte dentário e causar retração gengival. A escovação deve ser feita após cada refeição para garantir que não haja resíduos alimentares que favoreçam o crescimento de bactérias.

Faça consultas regulares ao dentista

As visitas periódicas ao dentista ajudam a identificar e tratar problemas bucais antes que se agravem. Durante a consulta, o profissional pode realizar a profilaxia dental, procedimento que remove a placa bacteriana e fortalece os dentes com a aplicação de flúor. Esse cuidado reduz o risco de desenvolvimento de cáries.

Além da limpeza profissional, o dentista também pode indicar aplicações de selantes nos sulcos dos dentes para protegê-los contra cáries. Esse procedimento é especialmente recomendado para crianças e adolescentes, mas também pode beneficiar adultos com maior propensão a desenvolver cáries.

Outra vantagem das visitas regulares é que o dentista pode orientar sobre técnicas adequadas de higienização e produtos específicos para cada tipo de necessidade bucal. 

O acompanhamento frequente também permite detectar precocemente outros problemas, como gengivite e desgaste dentário, e assim, evitar tratamentos mais invasivos no futuro.

Tenha uma dieta equilibrada

A alimentação influencia diretamente a saúde dos dentes. Reduzir o consumo de açúcares e alimentos ácidos diminui a formação da placa bacteriana. Incluir alimentos ricos em cálcio, como leite e derivados, fortalece a estrutura dentária. 

Beber água frequentemente também é essencial, pois estimula a produção de saliva, que auxilia na limpeza dos dentes e neutraliza ácidos nocivos.

Alimentos fibrosos, como maçãs, cenouras e pepinos, ajudam a remover placas e resíduos alimentares, funcionando como uma “limpeza natural” para os dentes. O consumo de oleaginosas, como castanhas e amêndoas, também é benéfico, pois contêm minerais que fortalecem o esmalte dentário.

Ainda, vale ressaltar que evitar o consumo excessivo de refrigerantes, sucos industrializados e bebidas alcoólicas é essencial para manter a saúde bucal. Isso porque essas bebidas contêm substâncias ácidas que desgastam os dentes ao longo do tempo, tornando-os mais suscetíveis às cáries e a outros problemas bucais.

Quer saber mais sobre bem-estar, prevenção e qualidade de vida? Aqui no blog da Valem, você encontra outros artigos sobre saúde em geral, com informações confiáveis e dicas para manter seu corpo e mente sempre equilibrados. Confira!

Dermatite atópica (eczema): o que é e como tratar

Mulher coçando o braço acometido por dermatite atópica.
Mulher coçando o braço acometido por dermatite atópica.
créditos da imagem: Freepik

A dermatite atópica, também conhecida como eczema, é uma condição inflamatória crônica da pele que afeta entre 15% e 25% das crianças e cerca de 7% dos adultos no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia

Caracterizada por períodos de surtos e melhora, a doença interfere na qualidade de vida com sintomas como coceira, vermelhidão e ressecamento da pele. Quer entender mais sobre esse problema e como tratá-lo? Acompanhe as próximas informações.

O que é a dermatite atópica?

A dermatite atópica é uma doença crônica que compromete a barreira cutânea e, assim, deixa a pele mais vulnerável a irritações e infecções. Frequentemente, os sintomas surgem na infância, mas adultos também podem desenvolver a condição. 

Além de ser associada a fatores genéticos, a dermatite está ligada a outras manifestações atópicas, como asma e rinite alérgica. Ainda que não tenha cura, é possível controlar suas manifestações com o tratamento adequado.

Quais são os principais sintomas da dermatite atópica?

Os sinais da dermatite atópica podem variar em intensidade e frequência, mas existem sintomas que se destacam em praticamente todos os casos. Esses sintomas muitas vezes afetam diferentes regiões do corpo e têm potencial de comprometer a qualidade de vida dos pacientes.

Coceira intensa

A coceira é o sintoma mais recorrente e também o que causa maior desconforto. Quando a pele é coçada, podem surgir feridas que aumentam a suscetibilidade a infecções secundárias e agravam o quadro clínico. Essa coceira pode se tornar mais severa durante a noite, prejudicando o sono e interferindo no descanso adequado do indivíduo.

Vermelhidão e inflamação

A inflamação característica da dermatite atópica resulta em áreas avermelhadas, sensíveis e frequentemente inchadas. Esses sinais inflamatórios tendem a piorar durante os surtos e podem atingir múltiplas regiões do corpo, dependendo da extensão e da gravidade da doença. 

A sensação de calor e desconforto na pele inflamada é bastante comum e pode dificultar as atividades diárias.

Pele seca e descamativa

O ressecamento é outro fator notável e que reflete o comprometimento da barreira natural da pele. A perda excessiva de água deixa a pele suscetível à descamação. 

Essa condição tende a intensificar o desconforto e favorecer a manifestação de outros sintomas, como coceira e vermelhidão, criando um ciclo de agravamento que, sem cuidados apropriados, pode dificultar a recuperação.

Fissuras e feridas em casos graves

Nos casos mais severos, onde a manutenção da hidratação e os tratamentos indicados não são realizados de maneira adequada, a pele pode desenvolver fissuras que causam dor e, por vezes, levam a sangramentos. 

A formação de crostas também é frequente nesses cenários e requer intervenções mais elaboradas para minimizar os danos e acelerar a reparação cutânea.

O que causa a dermatite atópica?

A dermatite atópica é uma condição de caráter multifatorial, originada pela interação entre fatores genéticos, ambientais e alterações fisiológicas no organismo

Cada um desses elementos exerce influência no desenvolvimento e na persistência dos sintomas, o que torna o entendimento da doença essencial para manejo e prevenção eficazes.

Fatores genéticos

Indivíduos com histórico familiar de doenças alérgicas, como asma e rinite, apresentam maior predisposição a desenvolver a dermatite atópica. 

Esse risco pode estar associado a alterações hereditárias que comprometem a função da barreira protetora da pele, deixando-a mais vulnerável a agentes externos e à desidratação. 

Essas alterações genéticas tornam a pele menos capaz de preservar sua integridade natural, o que facilita o surgimento de inflamações e irritações recorrentes.

Exposição a alérgenos

O contato com substâncias como ácaros, pólen, poeira e determinados alimentos, como leite e ovos, pode desencadear crises em pessoas predispostas. 

Nessas situações, o sistema imunológico tende a reagir de forma exagerada, o que contribui diretamente para a intensificação dos sintomas da dermatite atópica. 

Esse quadro alérgico é particularmente agravado diante da exposição contínua aos desencadeadores, tornando o controle ambiental um passo decisivo para a redução de crises.

Alterações na barreira cutânea

A barreira cutânea de indivíduos com dermatite atópica apresenta menor eficiência na retenção da umidade natural e no bloqueio de substâncias irritantes e microrganismos.

Esse comprometimento facilita a perda de água, aumenta o ressecamento da pele e favorece o surgimento de coceiras, descamações e inflamações

Sem contar que a fragilidade da barreira expõe o organismo a infecções bacterianas ou fúngicas, que podem piorar o quadro clínico.

Clima e estresse emocional

Mudanças climáticas, especialmente em estações mais frias e secas, acentuam o ressecamento da pele e agravam os sintomas de dermatite atópica. Além disso, fatores psicológicos, como o estresse, estão diretamente associados à piora das manifestações da doença. 

A relação entre o sistema imunológico e os aspectos emocionais explica por que períodos de maior tensão tendem a intensificar o desconforto cutâneo, interferindo na qualidade de vida do paciente.

Como tratar a dermatite atópica?

Embora uma cura definitiva para a dermatite atópica não esteja disponível, o tratamento correto é eficaz na redução dos sintomas e na prevenção de novos surtos. O acompanhamento de uma rotina terapêutica estruturada é indispensável para que os cuidados tenham o resultado esperado e ofereçam alívio aos pacientes.

Uso de hidratantes

A utilização frequente de hidratantes é essencial para o tratamento básico, assegurando a manutenção da proteção natural da pele e prevenção do ressecamento. 

Esses produtos têm um papel importante no fortalecimento da barreira cutânea, o que contribui para a redução dos sintomas mais leves e para a manutenção da saúde da pele de quem convive com a doença.

Pomadas e cremes tópicos com corticosteroides

Para quadros moderados, o uso de pomadas ou cremes contendo corticosteroides é uma prática comum recomendada para controlar a inflamação cutânea. 

No entanto, a aplicação precisa ser supervisionada por um médico para evitar complicações e combater possíveis efeitos adversos que podem surgir com o uso inadequado desses produtos.

Tratamentos orais ou biológicos para casos graves

Em situações mais graves, quando as manifestações são intensas e recorrentes, podem ser prescritos medicamentos orais, como imunossupressores, ou tratamentos biológicos mais avançados. 

Essas alternativas visam controlar as inflamações sistêmicas e reduzir a frequência das crises, oferecendo melhora relevante na qualidade de vida do paciente ao longo do tempo.

Cuidados gerais no dia a dia

Algumas práticas diárias são decisivas para minimizar os sintomas. Evitar banhos longos e muito quentes diminui o ressecamento da pele, enquanto o uso de roupas de tecidos mais leves, como o algodão, contribui para o conforto, e, assim, reduz o atrito e a irritação.

Também é recomendável manter distância de agentes irritantes, como produtos químicos que possam causar reações adversas na pele mais sensível. 

Tratar a dermatite atópica é fundamental para controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Com o suporte de especialistas, é possível reduzir surtos e prevenir complicações.

Para quem busca informações e assistência médica confiável, a Valem oferece serviços de saúde de alta qualidade, conectando eficiência e cuidado. Conheça nossos planos e descubra como podemos ajudar a cuidar de você.

Fontes:

Check-up médico anual: por que fazer?

Idoso sentado em clínica enquanto realiza o check-up médico anual com um profissional da saúde.
Idoso sentado em clínica enquanto realiza o check-up médico anual com um profissional da saúde.
créditos da imagem: Freepik

O check-up médico anual é essencial para manter a saúde em dia. Ele permite prevenir problemas graves, identificar condições silenciosas e acompanhar fatores de risco de forma personalizada. Incorporar essa rotina à sua vida pode fazer a diferença entre tratar algo precocemente ou enfrentar complicações no futuro. 

Entenda mais sobre como o check-up médico anual pode contribuir para sua qualidade de vida e por que vale a pena incluí-lo na sua agenda.

O que é e como funciona um check-up médico? 

Um check-up médico é uma avaliação abrangente da saúde, que inclui exames laboratoriais, consultas com especialistas e análise de hábitos de vida. O objetivo é identificar possíveis problemas de saúde, mesmo antes que apresentem sintomas. 

O processo começa com uma anamnese detalhada, onde o médico coleta informações sobre histórico pessoal e familiar, condições preexistentes e estilo de vida. Com base nessas informações, os exames são solicitados e o acompanhamento adequado é planejado.

Por que fazer o check-up médico todo ano? 

Identificação precoce de doenças 

Muitas condições são assintomáticas em estágios iniciais, como hipertensão, diabetes ou colesterol elevado. Quando não diagnosticadas a tempo, essas doenças podem evoluir de maneira silenciosa e levar a complicações graves que impactam diretamente a qualidade de vida. 

Assim, o check-up médico é ideal para identificar essas condições em estágios iniciais, permitindo que o tratamento comece imediatamente. Além disso, ele possibilita um monitoramento contínuo para avaliar o progresso e garantir que os cuidados estejam sendo eficazes. 

Essa abordagem aumenta as chances de controle e previne danos maiores, o que reduz os riscos associados a condições crônicas ou de evolução acelerada.

Prevenção e acompanhamento de fatores de risco 

Fatores como obesidade, tabagismo ou histórico familiar de doenças exigem uma atenção constante para evitar o surgimento de complicações. Durante o check-up, o médico não apenas avalia essas questões, mas também propõe mudanças no estilo de vida, orientações nutricionais e até mesmo ajustes em tratamentos em curso. 

Essa abordagem integrada permite uma redução nos riscos e, consequentemente, promove um estilo de vida mais saudável. Além disso, a revisão periódica de fatores de risco torna o processo de prevenção muito mais acertado, especialmente em indivíduos com predisposição genética para determinadas condições.

Acompanhamento personalizado para cada fase da vida 

As necessidades de saúde evoluem ao longo dos anos, e o check-up médico se adapta a cada etapa da vida. Jovens adultos geralmente têm como foco exames que avaliam a saúde geral e a adoção de hábitos saudáveis, enquanto a meia-idade pode trazer a necessidade de monitorar condições específicas como o colesterol e a pressão arterial.

Para os idosos, os exames passam a incluir avaliações mais detalhadas de condições comuns à idade, como osteoporose, doenças cardiovasculares e diabetes. 

Essa abordagem personalizada também considera o histórico de saúde e os fatores hereditários, para garantir um cuidado preventivo e direcionado em todas as etapas da vida e, assim, fortalecer a confiança na manutenção do bem-estar.

Quais exames são comuns no check-up médico? 

Os exames mais realizados em um check-up incluem hemograma completo, glicemia, colesterol, funções hepáticas e renais, assim como testes específicos como eletrocardiograma, ultrassonografias e exames hormonais. 

Para mulheres, além do papanicolau e mamografia, ultrassom transvaginal pode ser indicado, dependendo da idade e das condições específicas. Homens, especialmente a partir dos 40 anos, devem realizar exames de próstata, como o PSA, e em casos específicos, ultrassom abdominal para avaliação de órgãos internos.

Adicionalmente, testes como curva glicêmica, dosagem de vitaminas e minerais e exames de imagem mais detalhados, como tomografias, podem ser recomendados para quem apresenta fatores de risco ou histórico familiar de doenças. 

A seleção varia conforme idade, histórico médico, condições de saúde existentes e recomendações do profissional de saúde.

Quem deve fazer um check-up médico anual? 

O check-up médico anual é altamente recomendado para todas as pessoas, independentemente da idade ou de condições de saúde aparentes. 

Em crianças e adolescentes, essas avaliações periódicas são essenciais para monitorar o crescimento, detectar possíveis deficiências nutricionais e garantir que o desenvolvimento físico e mental está dentro do esperado. 

Para adultos saudáveis, o check-up é uma oportunidade de identificar fatores de risco, como colesterol elevado ou hipertensão, antes que evoluam para problemas mais graves.

Em idosos, ele se torna uma ferramenta indispensável para o controle de condições crônicas, como diabetes ou doenças cardiovasculares, além de promover ajustes em tratamentos ou medicamentos conforme necessário. Esse cuidado abrangente contribui para a manutenção da qualidade de vida em todas as etapas da vida.

Como se preparar para um check-up médico? 

Preparar-se para um check-up médico exige alguns passos simples, mas fundamentais, para garantir resultados precisos e uma consulta eficiente:

  • Reúna seu histórico médico e exames anteriores;
  • Liste todos os medicamentos em uso e condições de saúde existentes;
  • Prepare-se para esclarecer dúvidas e relatar sintomas ao médico;
  • Evite aplicar cremes, pomadas ou gel na região do peito e abdômen antes do check-up;
  • Respeite o jejum de aproximadamente oito horas, caso exigido pelos exames;
  • Suspenda o consumo de bebidas alcoólicas pelo menos 72 horas antes;
  • Para exames ginecológicos, não utilize produtos específicos e mantenha abstinência sexual por até 48 horas;
  • Garanta um bom plano de saúde, adequado às suas necessidades para que você não deixe de fazer o check-up anual completo.

O check-up médico anual é essencial para prevenir problemas de saúde e garantir cuidados personalizados. Com um bom plano de saúde, você tem acesso fácil a consultas e exames. Por isso, acesse o site da Valem, simule um plano e comece a cuidar da sua saúde hoje mesmo.

Rede credenciada no plano de saúde: entenda como funciona

Médico apontando caneta para papel entregue a paciente com informações sobre a rede credenciada no plano de saúde.
Médico apontando caneta para papel entregue a paciente com informações sobre a rede credenciada no plano de saúde.
créditos da imagem: Freepik

Quando se trata de planos de saúde, a rede credenciada é um dos aspectos mais relevantes para avaliar. Ela é responsável por definir a qualidade e a abrangência dos serviços de saúde que você e sua família podem acessar. 

Entender como funciona esse conceito é essencial para fazer escolhas conscientes e garantir o melhor atendimento. Continue lendo para descobrir tudo o que você precisa saber sobre como a rede credenciada impacta sua experiência com planos de saúde.

O que é rede credenciada?

A rede credenciada é o conjunto de hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais de saúde que têm parceria com um plano de saúde para prestar atendimento aos beneficiários. 

Esses estabelecimentos e profissionais são previamente avaliados e contratados pela operadora, para garantir que sigam padrões de qualidade e estejam aptos a atender às necessidades dos usuários. 

É por meio dessa rede que o beneficiário pode utilizar os serviços cobertos pelo plano sem custos adicionais, desde que respeitadas as regras contratuais.

Como funciona a rede credenciada?

O funcionamento da rede credenciada é relativamente simples. Quando você adere a um plano de saúde, recebe uma lista com os nomes dos hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais de saúde que integram essa rede. 

Para utilizar os serviços, basta verificar se o estabelecimento ou o profissional de saúde desejado está na lista e agendar o atendimento. Caso o plano exija autorização prévia, como em cirurgias ou exames específicos, é necessário fazer a solicitação junto à operadora.

O que a ANS diz sobre a rede credenciada?

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) regulamenta e fiscaliza o funcionamento da rede credenciada. Segundo as normas da agência, os planos de saúde devem garantir acesso adequado aos serviços, o que inclui locais próximos e disponibilidade de atendimento dentro de um prazo razoável. 

Ademais, a ANS também exige que as operadoras disponibilizem informações claras sobre a composição da rede, além de manterem atualizada a relação de estabelecimentos e profissionais credenciados. Essas medidas visam proteger o consumidor e assegurar a qualidade do atendimento.

Quais são os serviços de saúde oferecidos pela rede credenciada?

A rede credenciada oferece uma ampla gama de serviços que podem variar conforme o tipo de plano contratado, proporcionando aos beneficiários um acesso abrangente a diferentes formas de cuidado com a saúde. 

Entre os principais serviços estão consultas médicas em diversas especialidades, como clínica geral, pediatria, cardiologia e dermatologia, o que permite que o paciente receba acompanhamento regular ou conforme suas necessidades. 

Exames laboratoriais e de imagem também fazem parte dessa lista — desde exames de rotina, como hemogramas, até exames mais complexos, como tomografias e ressonâncias magnéticas.

Outro ponto de destaque é a possibilidade de internações hospitalares em situações que exigem cuidados intensivos ou periódicos, que abrangem desde procedimentos simples até cirurgias de alta complexidade. 

Esses serviços garantem que o beneficiário conte com estrutura hospitalar qualificada quando mais precisar. Além disso, tratamentos específicos, como fisioterapia, terapias ocupacionais e atendimentos psicológicos, são oferecidos para atender a demandas que extrapolam a medicina convencional.

Atendimentos de urgência e emergência também são amplamente disponibilizados, para assegurar suporte imediato em situações de risco ou mal-estar súbito. Para complementar, algumas redes incluem terapias alternativas e complementares, como acupuntura e orientação nutricional, contribuindo para um cuidado mais holístico e preventivo. 

A diversidade e a qualidade desses serviços são diretamente influenciadas pela abrangência da rede credenciada e pelas condições previstas no contrato firmado entre o beneficiário e a operadora.

Qual é a importância da rede credenciada na escolha do plano de saúde?

A rede credenciada é um fator decisivo na escolha do plano de saúde — e influencia diretamente na qualidade do atendimento, na disponibilidade de serviços e na comodidade do usuário. 

Um plano com uma rede credenciada ampla e diversificada oferece mais opções de atendimento, o que reduz deslocamentos e facilita o acesso a diferentes especialidades. É essencial avaliar se os estabelecimentos credenciados são confiáveis e se estão localizados em regiões que atendam às necessidades da sua família.

Qual é a diferença entre uma rede credenciada e uma rede própria?

A rede credenciada é formada por estabelecimentos e profissionais que têm contrato com a operadora para prestar serviços aos beneficiários. Por outro lado, a rede própria é composta por unidades de saúde que pertencem diretamente à operadora do plano.

Enquanto a rede credenciada oferece maior flexibilidade e abrangência, a rede própria tende a ter um controle mais direto sobre os processos e padrões de atendimento. Ambas têm vantagens, e a escolha depende do perfil e das necessidades de cada usuário.

Quais os benefícios de utilizar a rede credenciada?

A rede credenciada é um dos pilares mais importantes de um plano de saúde, e combina qualidade, conveniência e versatilidade. Ela garante que os beneficiários tenham acesso a serviços de saúde confiáveis, o que facilita a rotina e proporciona soluções adaptáveis às necessidades individuais e familiares.

Credibilidade

A credibilidade da rede credenciada está diretamente associada à seleção criteriosa de hospitais, clínicas e profissionais parceiros. 

Esses estabelecimentos passam por avaliações que asseguram o cumprimento dos padrões de qualidade exigidos pelas operadoras e proporcionam maior segurança e confiança aos usuários. 

Saber que os serviços são prestados por profissionais qualificados traz tranquilidade em momentos que envolvem cuidados com a saúde.

Praticidade

A praticidade é um dos principais atrativos da rede credenciada, pois permite ao usuário acessar serviços de saúde em diferentes localidades sem burocracia. 

Isso facilita o agendamento de consultas, exames e procedimentos em locais convenientes, e, ainda, otimiza o tempo e simplifica a rotina de quem necessita de atendimento regular ou emergencial. 

Essa característica é fundamental para quem valoriza a rapidez e a facilidade no acesso aos cuidados de saúde.

Flexibilidade

A flexibilidade é outro diferencial da rede credenciada, que permite oferecer uma ampla gama de opções para o beneficiário escolher os estabelecimentos e profissionais que melhor atendam às suas preferências e necessidades. 

Essa liberdade permite personalizar o atendimento e garantir que cada usuário encontre soluções adequadas ao seu perfil e às demandas de sua rotina — seja para consultas específicas ou tratamentos mais complexos.

Encontre seu plano de saúde na Valem

A Valem é a parceira ideal para quem busca um plano de saúde que atenda às suas necessidades e da sua família.

Com uma equipe altamente qualificada e serviços focados na saúde e na segurança de seus clientes, garantimos acesso às melhores opções, com atendimento ágil e transparente, ideal para cuidar do que mais importa: você e sua família. Entre em contato hoje mesmo e saiba mais!

Referências:

https://www.unimedcampinas.com.br/blog/plano-de-saude/entenda-o-que-e-rede-credenciada-de-saude-e-como-ela-funciona

http://blog.unimedaltouruguai.com.br/como-funciona-rede-credenciada-plano-saude/

Cuidados com a pele no verão: como evitar queimaduras e o envelhecimento precoce

Mulher na praia passando protetor solar nas costas de outra mulher, ressaltando a importância dos cuidados com a pele no verão.
Mulher na praia passando protetor solar nas costas de outra mulher, ressaltando a importância dos cuidados com a pele no verão.
créditos da imagem: Freepik

Os cuidados com a pele no verão são indispensáveis para prevenir danos causados pela intensa exposição ao sol. Durante essa estação, os raios solares se tornam mais intensos, o que aumenta os riscos de queimaduras, manchas e o envelhecimento precoce. 

Adotar uma rotina de proteção e hidratação é a chave para manter a saúde e a beleza da pele. Descubra como proteger sua pele para ter um verão seguro e tranquilo.

Por que a pele exige cuidados especiais no verão?

No verão, a radiação solar alcança níveis mais elevados que impactam diretamente a pele. A exposição excessiva aos raios ultravioleta (UV) danifica a estrutura cutânea, o que favorece o surgimento de queimaduras, manchas e até mesmo o câncer de pele. 

Além disso, o contato prolongado com o sol acelera o processo de envelhecimento, causando a perda de elasticidade e o surgimento de rugas precoces. Por isso, é essencial investir em medidas de proteção adequadas durante toda a estação.

Como prevenir queimaduras solares?

Use protetor solar

O protetor solar é indispensável para blindar a pele contra os raios UV. Escolha um produto com Fator de Proteção Solar (FPS) adequado ao seu tipo de pele, aplicando-o generosamente antes de sair de casa. Reaplique a cada duas horas ou após mergulhos e transpiração excessiva para garantir uma proteção eficaz durante todo o dia.

Evite exposição ao sol nos horários de pico

Entre 10h e 16h, os raios solares são mais intensos e perigosos. Sempre que possível, permaneça em locais sombreados ou utilize proteção adicional. Planeje suas atividades ao ar livre para os períodos de menor intensidade solar.

Roupas e acessórios de proteção

Usar chapéus de abas largas, óculos de sol com proteção UV e roupas com tecidos contra raios UV auxilia na proteção da pele. Esses elementos criam uma barreira física eficaz contra os danos causados pelo sol.

Como combater o envelhecimento precoce causado pelo sol?

Hidrate a pele com frequência

Manter a hidratação adequada ajuda a reparar os danos e fortalece a barreira cutânea. Opte por hidratantes ricos em ingredientes nutritivos que promovam a retenção de água na pele, principalmente após exposição solar. 

Durante o verão, é recomendável reforçar a aplicação desses produtos, especialmente à noite, para potencializar o processo de recuperação e nutrição.

Consuma alimentos que ajudam na saúde da pele durante o verão

Uma dieta rica em antioxidantes, como o betacaroteno presente em cenouras e abóboras, ajuda a combater os radicais livres gerados pela radiação UV. Alimentos com alto teor de água, como melancia e pepino, também auxiliam na hidratação interna. 

Considere incluir também alimentos ricos em vitamina C e E, que contribuem para a formação de colágeno e para a proteção contra os danos solares, deixando a pele mais resistente e radiante.

Tenha uma rotina de cuidados noturnos para a pele

Durante a noite, invista em produtos que favoreçam a renovação celular, como cremes com ácido hialurônico ou retinol. Esses ingredientes ajudam a reparar os danos causados pelo sol e promovem uma pele mais uniforme e saudável. 

Aproveite para incluir séruns e óleos faciais enriquecidos com ativos antioxidantes, que aceleram o processo de regeneração enquanto você descansa, garantindo um aspecto renovado ao despertar.

Utilize produtos antienvelhecimento com proteção solar

Produtos multifuncionais que combinam proteção UV com ação antienvelhecimento são aliados importantes. Eles oferecem uma camada extra de cuidado enquanto previnem os sinais de envelhecimento. 

Escolher produtos com ingredientes como niacinamida e resveratrol pode potencializar os efeitos protetores e rejuvenescedores, além de ajudar a manter o tônus e a firmeza da pele a longo prazo.

O que fazer em caso de queimaduras solares?

Acalme a pele com compressas frias

Aplicar compressas frias é uma forma eficiente de aliviar a dor e reduzir a inflamação. Use panos umedecidos com água fria para acalmar as áreas afetadas, trocando-os regularmente para manter a temperatura adequada. 

Evite o uso de água gelada ou gelo diretamente sobre a pele, pois isso pode causar irritação adicional. Compressas com infusões de camomila também podem ser utilizadas para potencializar o alívio e promover um efeito calmante.

Use pomadas para queimaduras

Produtos para queimaduras ajudam a hidratar e a regenerar a pele danificada. Escolha pomadas com propriedades calmantes e cicatrizantes, como aloe vera ou calamina, e aplique com cuidado sobre a pele limpa. 

Reforce a hidratação nas áreas afetadas, evitando esfregar ou pressionar excessivamente durante a aplicação. Essas pomadas também atuam como uma barreira protetora contra agentes externos e previnem infecções.

Evite a exposição ao sol durante a recuperação

Evitar novos danos é essencial para que a pele se regenere. Proteja a área queimada com roupas leves, preferencialmente de algodão, que permitem a respiração da pele. Durante esse período, a exposição direta ao sol deve ser totalmente evitada. 

Usar um creme com alta proteção solar sobre as áreas não lesionadas é uma boa prática para prevenir novas queimaduras enquanto o restante da pele se recupera.

Procure orientação médica em casos graves

Para queimaduras mais severas, consultar um médico é fundamental. Empresas como a Valem oferecem suporte especializado em planos de saúde, que garantem acesso a profissionais qualificados e tratamentos eficazes. 

A Valem trabalha para oferecer soluções vantajosas e seguras na contratação de planos individuais, familiares e empresariais para promover o bem-estar e a qualidade de vida dos clientes.

Cuidar da pele no verão é essencial para aproveitar a estação com segurança e confiança. E se você quer garantir acesso a profissionais de saúde de excelência, visite o site da Valem e simule um plano de saúde ideal para suas necessidades.

Referências:

https://www.sbd.org.br/cuidados/cuidados-com-a-pele-no-verao/

https://bvsms.saude.gov.br/dicas-de-verao-cuidados-com-a-pele/

https://www.natura.com.br/blog/pele/cuidados-com-a-pele-no-verao

https://drauziovarella.uol.com.br/dermatologia/cuidados-com-a-pele-no-verao-entenda-por-que-eles-sao-essenciais